quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

7 carreiras quentes no mercado brasileiro


Confira quais são os profissionais que têm futuro mais promissor e como se tornar um deles

7 carreiras quentes no mercado brasileiro
Quer saber quais são as sete carreiras do futuro no mercado brasileiro? Confira a seguir o resultado do estudo elaborado pela Michael Page, consultoria de recrutamento especializado, e o perfil que ela desenhou para cada caso.

- Gerente de treinamento do Varejo
O que faz: treina os funcionários de cada ponto de venda da empresa. Antes, o costume era que a empresa adotasse um treinamento-padrão para todos os funcionários que lidam com o público. Hoje, considera-se mais produtivo contar com profissionais que elaboram programas específicos conforme as características dos consumidores locais.

Formação: administração de empresas, recursos humanos e psicologia.

Quem contrata: empresas do setor de varejo

Salário médio: 8 000 a 12 000 reais.

Gerente de Identidade Visual
O que faz: em redes varejistas, é o profissional responsável por adaptar cada ponto de venda ao perfil do público que o frequenta. Ele define, por exemplo, a linha de produtos que deve ganhar destaque em determinada loja, a maneira como seus vendedores devem abordar a freguesia e que ações promocionais devem ser realizadas. Deve, enfim, cunhar uma identidade para a loja ao mesmo tempo em que cuida para que ela não se sobreponha à imagem da marca nem entre em choque com ela.

Formação: publicidade e propaganda, marketing e administração, com experiência em varejo.

Quem contrata: empresas do setor de varejo, em especial no segmento de luxo.

Salário médio: 8 000 a 12 000 reais.

Gerente de comunidade
O que faz: atua diretamente na comunicação com o consumidor por meio de redes sociais, blogs e fóruns online. É responsável, por exemplo, por impedir que as reclamações sobre um produto ou serviço de sua empresa divulgadas no Twitter ou no Facebook se transformem em virais negativos na internet.

Formação: marketing e publicidade e propaganda.


Quem contrata: agências de comunicação e empresas que atuam nas redes sociais.


Salário médio: 7 000 a 10 000 reais.


Gestor de reestruturação

O que faz: nos bancos, gerencia a carteira de clientes endividados, que abrange as empresas em dificuldades decorrentes, principalmente, da crise econômica de 2008. Embora grande parte dos gestores de reestruturação atue no setor bancário, há profissionais também dentro das companhias, com a missão de colocar a situação financeira da empresa nos eixos.
  
Formação: gestão e administração de empresas, economia e engenharia, com pós-graduação em finanças e experiência comprovada em áreas de risco de crédito.

Quem contrata: instituições financeiras e empresas de grande porte do setor privado.

Salário médio: 14 000 a 24 000 reais.

Gerente de projetos
O que faz: joga no meio de campo entre o departamento de TI e as demais áreas da empresa. Por um lado, ele leva as necessidades dos diferentes departamentos da companhia aos técnicos de sistemas da informação. No caminho inverso, aponta aos funcionários as limitações dos recursos de TI. Como ele dialoga com grupos que muitas vezes não se entendem — tecniquês e juridiquês, por exemplo, são dois idiomas distintos —, a capacidade de comunicação é a sua principal característica.

Formação: engenharia e informática.

Quem contrata: médias e grandes empresas de todos os segmentos.

Salário médio: 12 000 a 20 000 reais.

Gerente de relações governamentais
O que faz: é o interlocutor da empresa junto a órgãos governamentais e agências reguladoras, como Anatel e Aneel. Sua área de atuação é vasta: inclui desde questões legais até assuntos socioambientais. Por isso, o cargo exige um profissional que tenha grande capacidade de comunicação e, ao mesmo tempo, muito conhecimento e aptidão para os meandros da burocracia — uma combinação difícil, que, quando preenchida com eficiência, pode levar aos mais altos salários entre aqueles oferecidos por essas novas profissões.

Formação: comunicação, direito, administração de empresas, relações internacionais ou ciências sociais, de acordo com a área de atuação da companhia.

Quem contrata: empresas de grande porte, principalmente aquelas sob a supervisão de órgãos reguladores.

Salário médio: 12 000 a 45 000 reais.

Gerente de marketing online
O que faz: elabora a estratégia de marketing de uma empresa nas mídias sociais, como Twitter e Facebook, de acordo com o público específico que se quer atingir e a rede social que se deve utilizar. Na Europa e nos Estados Unidos, os profissionais desse ramo já contam com experiência de até dez anos no currículo. No Brasil, o marketing on-line só agora começa a se expandir — daí a carênciade profissionais experientes nessa área.

Formação: publicidade, propaganda e marketing.

Quem contrata: agências de comunicação e empresas que atuam nas redes sociais.

Salário médio: 8 000 a 15 000 reais.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Por que sair pela porta da frente

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Autor: Caio Lauer|

Sair pela porta da frente é fundamental

Na vida, muitas portas se abrem e se fecham. Tudo depende da maneira que agimos e reagimos perante uma situação ou convivência interpessoal. No mundo corporativo não é diferente e o bom relacionamento torna-se a base para a vinda de novas oportunidades na carreira profissional. Então, ao sair de um emprego, o indicado é manter um vínculo saudável e evitar más impressões com os ex-chefes e ex-colegas de trabalho: a famosa expressão “sair pela porta da frente”.

Mas por que é tão importante deixar uma boa aparência nas empresas das quais nos desligamos? Em um mercado competitivo, em que a rotatividade é cada vez maior, manter uma imagem positiva e vínculos saudáveis em empregos passados tornou-se prática essencial para manter-se com estabilidade no meio corporativo e constitui uma forma estratégica de sobrevivência num mercado de trabalho dinâmico e rotativo. O benefício deste comportamento é a construção de uma referência positiva da sua atuação profissional, o que é vantajoso quando se está em busca de novas oportunidades de trabalho.
Pedir o desligamento da empresa é um momento crucial para qualquer profissional por mais qualidade e confiança que tenha em seu trabalho. O colaborador sai da sua zona de conforto para novos e incertos desafios. “Se o profissional decide alçar novos voos, então deve eliminar todas as suas tarefas pendentes, agradecer pela oportunidade de ter trabalhado na empresa, apresentar fatos que contribuíram para seu crescimento profissional enquanto esteve na companhia e falar honestamente sobre os motivos que o fizeram tomar a decisão”, aponta Evânia Vieira, coaching e sócia-diretora da Fluir Desenvolvimento Social e Humano.

Como reagir

Foi demitido? O mais comum nessas horas talvez seja transferir a responsabilidade da derrota à empresa. Muitas vezes, as pessoas são dispensadas porque adotam um comportamento que não se adapta ao momento da corporação. Este comportamento pode ter várias causas, como infelicidade, desmotivação, conflito, estresse, cansaço, entre outros. “Se a pessoa é desligada da empresa, os colegas só se lembrarão desta imagem, e não do profissional feliz e eficiente que um dia existiu”, opina Vivian Maerker, consultora em Recrutamento e Seleção. De acordo com ela, ao se desligar, é importante sair sorrindo, ainda que triste, e ser humano, colocando as verdadeiras emoções para que as pessoas se lembrem da essência da pessoa”.
Relacionamentos e vínculos que desenvolvemos nas organizações, o famoso networking, fazem parte do universo corporativo. Talvez mais importante do que ter a experiência profissional comprovada em carteira de trabalho assinada, ter boas indicações e referências das pessoas com quem você trabalhou soma bastante. Quanto maior for sua rede de contatos e mais relacionamentos produtivos cultivar, maior será também a reputação adquirida com o tempo. Segundo Evânia Vieira, para desenvolver esse contato é importante participar de eventos sociais/corporativos, conversar sobre o mercado e trocar informações, fazer contato pelas redes sociais com perfil corporativo, indicações de clientes e prospects. São algumas dessas atitudes que ajudam a manter o vínculo de forma produtiva.


Aprovação do profissional

Paulo Camanducaia, engenheiro mecânico, é um exemplo de profissional que retornou à empresa que havia trabalhado anteriormente. “Sempre trabalhei em indústrias de autopeças e por maior que seja o mercado, quando for procurar uma recolocação você vai encontrar vários de seus contatos em diversas posições nas indústrias e eles se lembrarão de você. Não se iluda, o mercado é pequeno e as pessoas têm uma boa memória”, recomenda Camanducaia.
De acordo com o profissional, além de ter um bom networking e deixar portas abertas com os colegas, é recomendável avaliar uma série de fatores antes de pensar em mudar de trabalho: “Vale a pergunta ‘É mais seguro retornar a um ex-emprego onde há um bom relacionamento e confiança do que se aventurar em um novo?’”.
As companhias devem atentar-se que, atualmente, o profissional não está apenas procurando emprego, salário e benefícios, mas também a expectativa de que a empresa possa contribuir significativamente para seu crescimento pessoal e profissional.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Sou esquentado. Será que minha carreira corre risco?


Quem tem personalidade difícil nem sempre reconhece que pode arruinar sua carreira por ser mais esquentado. Quem gosta de comprar uma briga ou vive soltando veneno precisa aprender a ter autocontrole. Mesmo que o chefe não se incomode, vale ficar esperto se esse tipo de comportamento não está deixando os colegas irritados ao ponto de se afastarem.
Preste atenção
1
Pessoas com personalidade difícil não fazem amigos sinceros.
2
No trabalho é preciso saber ouvir, falar somente na hora certa e com educação.
3
Os patrões levam em consideração o aspecto comportamental na hora da contratação.
Não quero dizer que as pessoas devam ser sempre boazinhas, mas no ambiente de trabalho o profissional não pode sair por aí falando o que bem entende. Ser político e evitar grandes confrontos são pontos importantes para a carreira. Ninguém suporta aquele cara chato, que vive apontando os erros alheios ou não segura a língua.
Em geral, pessoas difíceis ou complicadas são inseguras, escondendo por trás da carapaça dura o medo de serem vistas como incompetentes. Se você é pavio curto ou “exigente demais”, pare e reflita.Aprenda a ser mais flexível e menos temperamental. O aspecto comportamental é visto hoje pelas empresas como um fator fundamental na hora de promover ou descartar alguém. Fique atento!

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

8 frases que todo chefe deve banir de seu vocabulário


Uma frase ou palavra pode desmotivar e afetar a produtividade de seus funcionários. Você sabe quais são elas?

Por Luiza Belloni Veronesi 

As ações podem falar mais alto que as palavras, menos que você seja chefe. O que diz pode afetar diretamente a produtividade e a motivação de seus funcionários, principalmente quando você usa as palavras erradas.
O site CEO.com listou as oito frases que os chefes deveriam banir de seu vocabulário, confira:Oito frases que os chefes deveriam banir de seu vocabulário (Getty Images)
1. “Boa ideia, mas se você também...”
Com sucesso e sem sucesso, as pessoas gostam de ser ouvidas e receber elogios. Enquanto você sabe que pode melhorar a ideia de seu funcionário, essa atitude pode desmotivá-lo a pensar em soluções para seu trabalho. Em vez disso, diga “Nossa, isso é realmente uma boa ideia”. Em seguida, faça perguntas sobre a ideia e, a partir da conversa, você pode guiá-lo para a direção certa.
2. “Não se esqueça que estou no comando”
Lidar com opiniões diferentes ou mesmo desentendimentos é um desafio para qualquer um. É normal errar e isso não significa utilizar seu cargo de líder para dar um basta na discussão. Seus funcionários sabem que é você quem manda; dizer isso só destrói qualquer sentimento de colaboração e trabalho em equipe.

Portanto, não tenha medo de voltar atrás. Não tenha medo de dizer as suas opiniões ou mudar de decisão, após perceber seu erro. Saiba que seus funcionários irão te respeitar ainda mais por essa atitude.
3. “Eu tenho uma grande oportunidade para você!”
“Grandes oportunidades” quase nunca são grandes, uma vez que a frase é tipicamente seguida por “oportunidade” em assumir trabalho a mais ou resolver algum problema. Seja direto e objetivo. Diga: “Na próxima semana, você terá de trabalhar em um novo projeto com o nosso melhor cliente”, e deixe seu empregado classificar se isso é ou não uma oportunidade. Oportunidades verdadeiramente grandes não necessitam de introduções.

4. “Estou muito ansioso para comprar minha Ferrari”
Algumas pessoas se inspiram pelo sucesso visível de seu chefe, mas a maioria não. Quanto mais você fala sobre como é bem-sucedido, mas seus funcionários começarão a pensar, e se ressentirem, se o sucesso é baseado em seu trabalho duro. Essa situação é justa com seus funcionários? Não. Seja humilde, esbanje seu sucesso por quem você é, e não pelo que tem.

5. “Claro, chamarei seu irmão para trabalhar aqui”
Quanto menor a empresa, mais você ouvirá uma sugestão de funcionário - especialmente sobre um amigo ou parente. Há, certamente, exceções à regra, mas pense com cuidado antes de contratar algum membro de sua família ou de seus empregados, por apenas indicações. Seja profissional nessa hora.

6. “Eu já fiz o suficiente. Quero sair daqui”
Perspectiva é tudo. Muitos profissionais se sentem motivados pela perspectiva de crescer na empresa e você pode acabar com ela se pesar nas reclamações. Os empregados não querem sentir sua dor, por isso nunca espere empatia deles em relação a isso. Se você for falar sobre um dia difícil no trabalho, fale como isso foi desafiador.

7. “Não e não”
Dizer “não” é aceitável e preciso - desde que seja seguido por explicações. Explicar ao funcionário a decisão revela seu interesse em ensiná-lo e ele saberá o porquê da ação.

8. “Nós”
“Nós” é uma palavra poderosa, exceto quando não expressa a verdade. Dizer no plural coisas que seus empregados farão sozinhos é errado. Só diga essa palavra quando foi algo positivo, quando sua empresa ou equipe conseguiu alcançar as metas ou teve um bom cliente. Dentro de sua empresa, diga “você” ao empregado que fez um trabalho incrível e diga “nós” quando você fez algo incrível. Não se esqueça que o sucesso é baseado e construído pelos esforços de seus funcionários.

Esron C Menezes