sexta-feira, 1 de novembro de 2013

"NOME SUJO" - Veja algumas dicas

Em quanto tempo o nome fica sujo após atraso em um pagamento

Inscrição de um CPF em um cadastro de inadimplentes não é imediata, pois normalmente a empresa credora tenta cobrar antes de outros jeitos.

Por  - exame.com
Ficar com o “nome sujo” é um grande tabu para os brasileiros. Mas a inscrição de um CPF em um cadastro de inadimplentes não é automático no caso de atraso de um pagamento. Há todo um procedimento que envolve o aviso ao inadimplente para que ele regularize sua situação, o que pode ocorrer mais de uma vez. Apesar disso, nada impede que, caso não seja possível avisá-lo, ele fique negativado sem saber. Por isso, é fundamental checar a situação do seu CPF de tempos em tempos.

Embora possam inscrever o inadimplente em um cadastro de maus pagadores logo no primeiro dia de atraso de um pagamento, a maioria das empresas não faz isso. Há todo um processo entre o primeiro dia de atraso e o dia da inclusão do CPF no cadastro, o que pode levar de alguns dias a alguns meses.
Primeiro, as empresas costumam tentar entrar em contato com o devedor por diferentes meios, como telefone, SMS, e-mail ou carta, dependendo dos dados disponíveis. Além disso, nenhuma empresa é obrigada a negativar um consumidor inadimplente. Algumas podem simplesmente optar por cobrar e renegociar diretamente, em prol da relação com o cliente.
“Em geral, as empresas do varejo e do segmento financeiro preferem entrar em contato com o consumidor e renegociar antes de negativar, para preservar o relacionamento”, diz Fernando Cosenza, diretor de marketing, inovação e sustentabilidade da Boa Vista Serviços, responsável pelo Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC).
Empresas concessionárias de serviços de utilidade pública, como telefonia, água, luz e gás, devem respeitar a leis regulatórias específicas quanto a essa questão da negativação. No caso do setor de telefonia, regulado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o inadimplente só pode ser negativado após três meses consecutivos de falta de pagamento, explica Fernando Cosenza.
O número de tentativas de contato e o tempo que essa fase leva variam bastante de empresa para empresa. As que optarem por fazer a inclusão em um cadastro de inadimplentes precisam ser clientes de algum birô de crédito responsável por manter esse tipo de cadastro, como a Boa Vista Serviços, o SPC Brasil e a Serasa Experian. “As empresas precisam ter um contrato assinado em que se comprometem a apenas prestar informações verdadeiras, para que não haja inclusões indevidas”, explica Cosenza.
Caso esta seja a opção da empresa, o birô de crédito deverá, imediatamente, enviar a chamada “carta de aviso de débito” para o endereço que o inadimplente tiver informado à empresa credora quando iniciou seu relacionamento com ela. Essa carta vai em um envelope sem identificação do assunto sobre o qual trata, a fim de preservar a privacidade doconsumidor.
É praxe de mercado que o birô conceda ao devedor dez dias corridos para regularizar sua situação antes que os dados de inadimplência se tornem públicos, isto é, antes que seu nome fique sujo de fato. Durante esses dez dias, outras empresas que pesquisarem o CPF do endividado não conseguirão enxergar aquele débito em atraso.
Nessa hora, o inadimplente esquecido pode se lembrar de pagar o que deve, e aquele que está em dificuldades financeiras pode procurar o credor para tentar renegociar a dívida em termos mais vantajosos para si – como um prazo maior, juros menores ou com um desconto. Feita uma dessas escolhas – quitação ou renegociação – seu nome deve permanecer limpo.
Seu nome pode ficar sujo mesmo que você não receba o aviso
Embora os birôs de crédito sejam obrigados por Lei a notificar os inadimplentes por carta sobre a inclusão de seu CPF em um cadastro de inadimplentes, não é preciso haver garantias de que o consumidor recebeu o aviso para que ele possa ser negativado.
Caso o consumidor não seja encontrado por qualquer dos meios de que o credor e o birô de crédito dispõem – porque mudou de endereço, por exemplo –, ainda assim seu nome poderá ficar sujo, pois considera-se que as tentativas de contato foram feitas.
Além disso, nada impede que o consumidor seja negativado indevidamente, sem ter de fato um débito em atraso. Ele pode ser vítima de uma fraude, a partir do roubo de seus dados pessoais ou de documentos.
Ou seja, mesmo sem saber você pode ter o CPF inscrito em um cadastro de inadimplentes. Para não ser pego de surpresa, Fernando Cosenza orienta todos os consumidores a checarem seu CPF ao menos duas vezes ao mês.
Isso pode ser feito gratuitamente nos postos de atendimento dos birôs de crédito, mediante a apresentação de um documento de identidade original e do CPF, ou mesmo por carta à instituição.
Também é possível acompanhar o CPF online. Na Boa Vista Serviços, a checagem do CPF pela internet é gratuita, mediante a informação de dados pessoais. Já a Serasa Experian fornece um serviço de monitoramento do CPF que pode ser contratado online e custa 10 reais por mês.
Contudo, nenhum desses processos de checagem e acompanhamento do CPF substitui a carta que os birôs são obrigados a enviar a quem está prestes a ser negativado. “Enviamos em torno de 10 milhões de cartas por mês”, afirma Fernando Cosenza, da Boa Vista.





quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Redes Sociais: As empresa olham

Um mecanismo eficiente para o departamento de RH
Por Claudio Gandelman


Uma das leis mais essenciais em um país democrático como o Brasil é o direito à liberdade, garantido inclusive pela constituição. Isso significa que cada brasileiro é livre para pertencer a qualquer rede social e emitir, sem direito a retaliação ou censura, todas as suas opiniões, desde que não ofenda a terceiros. 

A princípio tudo parece muito simples e correto, entretanto esse é um assunto muito mais complexo do que aparenta ser. As redes sociais possuem tantos usuários que praticamente todas as empresas as utilizam de alguma forma, seja como estratégia de divulgação, como um termômetro da imagem que o público tem da organização e até mesmo acompanhar as tendências e opiniões da grande massa
E quando é o departamento de Recursos Humanos que utiliza as redes sociais para monitorar seu quadro de funcionários ou definir uma contratação?  

Nos Estados Unidos, por exemplo, existe uma prática em algumas organizações, principalmente do setor público, que não se satisfazem em somente olhar o perfil do candidato nas redes sociais, elas chegam a pedir que a pessoa acesse a página durante o processo seletivo para que o avaliador tenha acesso a todas as informações. Já aqui no Brasil temos companhias que exigem que o funcionário recém contratado assine um termo garantindo que não fará qualquer reclamação da empresa nestes meios. Pesquisa realizada pela AVG Technologies com 230 profissionais de Recursos Humanos descobriu que 50% deles levam em consideração o que os candidatos postam nas redes sociais antes de definir uma contratação. 

O assunto é polêmico e vale a discussão. De um lado encontramos o usuário que defende sua liberdade para publicar qualquer tipo de conteúdo de sua vida pessoal. Do outro lado temos os gestores de Recursos Humanos que acreditam que analisar as redes sociais é uma maneira de conhecer melhor o candidato e verificar se ele se adequa ao perfil da empresa. 
Entendo que o caminho certo é encontrarmos um equilíbrio entre ambas as partes, ou seja, o gestor deve desvincular e respeitar ao máximo a vida pessoal de um funcionário, desde que o conteúdo não prejudique a imagem da empresa. Se faz necessário entender que o profissional está ali para desempenhar determinada função e que recebe um salário de acordo com os resultados que apresenta, por isso a avaliação de cada um deve ser baseada no desempenho de suas funções. 

Por outro lado gostaria de saber se você contrataria um candidato que criticasse nas redes sociais a sua empresa ou um produto/serviço que ela oferece? Por exemplo, faz sentido contratar um vendedor de automóveis que não gosta de carros? O profissional precisa estar atento a esses detalhes. O que é publicado em suas redes sociais pode ser visto por centenas de pessoas e o comportamento dele pode arranhar a imagem de uma marca. 

As redes sociais hoje contam com bilhões de pessoas no mundo e são usadas para diversas finalidades, seja pessoal ou corporativa. O fato é que elas são fontes de informação para os departamentos de Recursos Humanos e cabe a cada profissional analisar o que pode ou não prejudicar sua carreira.

Fonte: CanalTech Corporate http://goo.gl/qMEHCb

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

15 dicas para seu perfil no LinkedIn

Rich Hein, CIO (EUA)
Você mantém seus dados atualizados? Se pretende não perder uma ótima chance, é hora de ajustar a sua imagem
O LinkedIn é uma valiosa rede social para quem procura trabalho,  mas também é utilizado por recrutadores para encontrar o candidato com o mix perfeito de habilidades.  Um perfil correto no LinkedIn pode aumentar a visibilidade, melhorar a presença na Web e fortalecer sua marca global profissional. Considere-o como seu currículo online, que contém todas as informações profissionais com um toque de personalidade.
Usar o LinkedIn estrategicamente pode ajudá-lo a ter vantagem sobre seus concorrentes. Mas por onde começar? CIO.com criou a lista [a seguir] de dicas para ajudar a tirar o máximo proveito da sua experiência no LinkedIn.
1. Transmissão de atividades temporariamente desativada
Quando você faz uma alteração em seu perfil no LinkedIn, como a adição de experiência de trabalho anterior,  ele transmite essa atividade para a sua rede. Se você não quer que as pessoas vejam que você está atualizando seu perfil, você precisa desligar temporariamente esse recurso. Para começar, clique em Settings no menu abaixo do seu nome no canto direito superior.
No "Perfil", clique em "Turn on /off  para Activity Broadcasts”.  No pop-up que aparece, desmarque a caixa e clique em Salvar.
Nota: não esqueça de voltar a essa definição e verificar  se  a atualização foi realizada com sucesso no seu perfil.
2. Adicionar palavras-chave
Recrutadores e empregadores, por meio do LinkedIn e outros sites de carreira, usam palavras-chave para atingir potenciais contratados. É por isso que as palavras-chave são importantes em todo o seu perfil, mas especialmente em "Especializações" . É por isso que você deve investir algum tempo para escolher suas palavras-chave. Pense sobre os termos que podem ser importantes para os potenciais empregadores. Para aumentar suas chances de ser encontrado por empresas potenciais, alinhe suas palavras-chave com o cargo que você está tentando conquistar.
Existem várias ferramentas que poderão ajudá-lo nessa tarefa. É recomendado você usar mais de uma. Aqui estão algumas “free”: Google AdWords, WordStream Keyword Tool, KeywordEye,  KeywordSpy e SEMRush.
3. Atualize sua foto
Recrutadores e empregadores regularmente usam o LinkedIn para encontrar candidatos e uma imagem profissional define o tom certo. Então, é hora de atualizar essa foto antiga. Encontre a imagem mais profissional que você tem. Uma foto inadequada é um tiro no pé.  Depois de ter escolhido a foto, é hora de fazer o upload para o seu perfil do LinkedIn. Isto pode ser encontrado clicando em Perfil -> Editar Perfil e depois clicando em "Editar foto" no canto superior esquerdo de sua página.
4. Atualize o seu cargo
Ele está localizado logo abaixo do seu nome, em seu perfil. É a primeira coisa que as pessoas vão ver quando visitam sua página e, como sempre, muitas vezes as primeiras impressões são as mais importantes. Portanto, essa mensagem precisa ser sucinta e clara. Use uma ou no máximo duas de suas principais palavras-chave em seu título.
5. Deixe sua personalidade brilhar
Seu "Resumo do perfil" é o lugar em que você pode mostrar um pouco de personalidade.  É importante a adição de mais dados relevantes, além do breve resumo do currículo, conforme necessário. Seu trabalho aqui é fazer com que os leitores tomem conhecimento  de suas habilidades e os instigue a querer saber mais sobre você. Incluir suas realizações, sua experiência e capacidade tecnológica. Você tem 2 mil caracteres aqui. Use todos eles se necessário e polvilhe palavras-chave, sempre que possível. Há muitas amostras disponíveis com uma simples busca no Google.
6. Construir e conectar-se a  grupos da sua rede
Chegar lá e interagir - é esse o papel fundamental da rede social. Isso não significa que "conectar" com cada pessoa, mirando as pessoas certas é vital para o seu sucesso. Seja seletivo e escolha respeitados colegas, especialistas da indústria, clientes potenciais e as pessoas com quem trabalham e assim por diante. 
Envolver-se em um grupo ou dois relevantes para a posição que você gostaria de conquistar é simples e fácil.  O LinkedIn  recomenda alguns. Para pesquisar em sua rede, clique em Grupos e em seguida, diretório de grupos. 
Adicionar conteúdo a grupos, quando possível , e contribuir para debates em andamento. Fazer isso não só vai ajudá-lo a aprender mais, como também a entrar em contato com  pessoas que poderiam contratar ou recomendar você .
7. Receba recomendações
Assim como as cartas de recomendação são uma parte importante do processo de contratação, as recomendações são uma característica-chave de seu perfil no LinkedIn. Recomendações de ex-chefes, colegas de trabalho e colegas podem percorrer um longo caminho quando os empregadores estão procurando por meio de perfis. Com demasiada frequência, entre duas pessoas para o mesmo cargo, está em vantagem quem tem as melhores recomendações.
A forma mais comum de obtenção de uma recomendação é recomendar alguém.  Procure apenas pessoas que conhecem bem o seu trabalho. O mesmo vale para a prestação de recomendações.
8. Defina o seu perfil 
A menos que você seja uma celebridade ou esteja no programa de proteção a testemunhas, você deve ter seu perfil definido para que o público possa vê-lo. O LinkedIn permite que você restrinja o acesso ao seu perfil. Mas se você está em busca de trabalho, então deverá liberá-lo integralmente. Mas você pode configurá-lo de acordo com a sua vontade e estratégia. Fazer isso é fácil, clique em configurações. Agora clique na aba "Perfil" no link intitulado "Editar seu perfil público." À direita, você vai ver "perfil público" configurações. Clique nas partes que você deseja compartilhar e as configurações são salvas automaticamente.
9. Atualize suas informações de contato
Os empregadores querem encontrar o seu perfil , mas querem que ele esteja atualizado. Se não estiver atualizado, você poderá perder oportunidades. Então, adicione seus endereços de e-mail mais recentes. Certifique-se de que inseriu sua principal conta de e-mail. 
Em "Informações Adicionais",  você vai querer adicionar também links para o seu site pessoal, bem como suas redes sociais.
10. URL personalizada
Personalizar a URL é mais atraente e limpo do que uma sequência de letras e números aleatórios. Pode ser construída com seu primeiro e último nome. Para configurar a sua URL, clique em Perfil no menu superior e escolha Editar Perfil.  Em seguida, clique em editar ao lado da URL abaixo da sua imagem. No lado direito da página, sob suas configurações de perfil público, é onde a sua URL atual é listada. Clique em editar para personalizá-la.
11. Adicionar sites
O LinkedIn tem um pequeno logo vinculado ao seu perfil. Você pode usá-lo em sua assinatura de e-mail, site, sites de redes sociais ou outros perfis online. Isso cria backlinks para sua página de perfil, o que melhora a sua visualização e ranking.
É necessário pegar o código e para fazer isso, clique em Perfil e depois em Editar Perfil. Agora clique em Editar no mesmo lugar que você fez para ver a URL personalizada. Na coluna do lado direito de navegação, próximo ao fundo, você verá “Badges”, logo abaixo, clicar no link, Criar um distintivo perfil. 
12. Incluir dados relevantes em “Experiência”
Recrutadores e empregadores que observam o seu perfil estão interessados, na maior parte das vezes, na sua experiência de trabalho. Por isso, é importante que você atualize essa seção constantemente. Adicionar algumas informações à sua experiência, incluindo mais do que apenas um cargo e datas. Adicionar um parágrafo ou dois para cada uma de suas posições, com as responsabilidades e destacar suas realizações. Especialmente importante aqui são as responsabilidades anteriores, que são relevantes para o trabalho que você está procurando. Coloque-as em destaque ou no topo do parágrafo.
13. Remover informações desnecessárias do histórico de trabalho
Profissionais de tecnologia em geral tiveram vários empregos, mas eles podem não ser relevantes para todos os seus objetivos de carreira atuais.  Coloque por último posições antigas que não podem contribuir para o papel que você está procurando. Não as remova completamente , pois poderia criar uma lacuna em seu histórico de trabalho. Simplesmente limite a colocar o nome da empresa e o cargo.
14. Mostre Educação e Prêmios
A parte da educação do seu perfil é na coluna da esquerda abaixo das Habilidades e Especializações. Esse é o lugar em que você vai adicionar todos os seus cursos e seminários, esboço das honrarias e prêmios.  A seção Prêmios está localizada na coluna da esquerda também, descendo a página sob Educação. Dentro de Informações Adicionais, você verá uma pequena área  Títulos e Prêmios. Clique no link Adicionar + bem próximo a ela e adicionar suas títulos e prêmios. Quando terminar, clique em Salvar alterações.
15. Compartilhe o seu trabalho
Encontre uma maneira de divulgar o seu trabalho nos seus grupos.  Profissionais podem querer adicionar links para seus artigos, desenvolvedores ou gerentes de TI podem querer mostrar  as diferentes formas de trará um problema ou compartilhar links para diferentes ferramentas, informações sobre tecnologias relevantes. 
Com o uso de aplicativos do LinkedIn, você pode compartilhar apresentações do PowerPoint, armazenar uma cópia de seu currículo que está disponível para download e muito mais. Eles podem ser localizados na página Applications LinkedIn.
Um perfil forte pode ser um diferencial importante para a conquista de uma oportunidade. O LinkedIn é um dos únicos sites de redes sociais que podem proporcionar  ROI para a carreira, principalmente porque atrai profissionais, por isso não há razão para não passar algum tempo lá para criar um novo perfil ou aprimorar o antigo.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Como montar um currículo quando você não tem experiência

Veja dicas para aproveitar sua trajetória até agora e prove para o recrutador que você é a pessoal ideal para a oportunidade em questão

Por Talita Abrantes
Colocar os pés, pela primeira vez, no mercado de trabalho não é tarefa fácil. A começar pela missão de elaborar o seu primeiro 
currículo da carreira. A preocupação, contudo, não é necessária. De acordo com pesquisa feita com 500 executivos de empresas com operação no Canadá, quando o assunto é contratação de recém-formados, a experiência profissional anterior só é importante para 15% deles.
Segundo o estudo do grupo financeiro BMO, o que conta mesmo são as habilidades comportamentais – consideradas relevantes para 30% dos executivos consultados. Em segundo lugar no ranking, estão as habilidades técnicas. Agora, como provar tudo isso no currículo e mostrar que você é o candidato ideal para o cargo em questão? 

Foque na oportunidade e na sua trajetória

Além dos dados básicos, como informações pessoais e formação acadêmica, analise sua trajetória até agora e avalie quais experiências poderiam contribuir para a oportunidade profissional em questão. Um trabalho temporário, por exemplo, pode guardar muito mais ensinamentos do que você imagina. 
Bruna Dias, gerente de orientação de carreiras da Cia de Talentos, viu isso na prática quando foi contratar uma estagiária. “Ela não tinha experiência em RH, mas tinha trabalhado em shopping. Com isso, ela mostrou determinação e aprendeu a lidar com o público”, enumera.
Mas a especialista é clara: só valem experiências que tenham relação direta com o trabalho em questão. “Precisa ter um aprendizado”, diz. 
Liste cursos extras
Elencar as disciplinas obrigatórias que você cursou no currículo pode parecer redundante – todo recrutador sabe que Cálculo faz parte do curso de engenharia, por exemplo. Mas se você fez cursos extracurriculares que dialoguem com a oportunidade em questão, coloque tais dados na parte de informações complementares.
Invista em atividades complementares
Atividades acadêmicas como participar do centro acadêmica ou da atlética também podem ser relevantes para o currículo – novamente, desde que elas tragam lições para sua carreira. A mesma regra vale para trabalho voluntário. A dica é mostrar o seu diferencial. 


terça-feira, 20 de agosto de 2013

Currículo para conquistar o novo emprego

Por Carlos Prates
Em primeiro lugar, você precisa dizer ao mercado que existe e quais são as suas habilidades e competências. Para isso, será necessário utilizar todas as formas de comunicação que forem possíveis para atingir o seu objetivo: a) currículo; b) carta; c) internet; d) rede de contato, entre outras.
Incluir no currículo
- Nome, endereço e telefones no início da primeira página.
- Objetivo profissional (o cargo ou função a ocupar).
- Empresas onde trabalhou.
- Promoções, cargos e resultados obtidos.
- Cursos e seminários que participou.
- Idiomas que fala e escreve.



NÃO colocar no currículo
- Nome, endereço e telefones na última página.
- Números de documentos pessoais – CPF, Identidade, etc.
- Pretensões salariais, a não ser que a empresa solicite.
- Raça, religião e partidos políticos.
- Razões de eventuais demissões.
- Referências pessoais, a não ser que a empresa solicite. Você deve entregá-las na hora da entrevista.
- Data e assinatura.
- Erros de ortografia, nem pensar!

Modelo de currículo para Operador de Telemarketing
Mário Castro Pires (nome fictício)

29 anos, brasileiro, solteiro

Av. Princesa Isabel, 136 ap. 104
CEP - 40140214   Salvador (BA)
Telefones e e-mail para contato.

Objetivo – Operador de Telemarketing
Escolaridade – 2011 – Estudante de Administração

Experiência profissional
09/2007 a 11/2011 – Silveira Papelaria e Informática – Salvador/BA. Empresa que comercializa artigos de papelaria e de informática.

Atuei nos seguintes cargos:
- Supervisor de telemarketing (2010 / 2012)
- Operador de telemarketing (2008 / 2009)

Principais realizações:
√ Aumento na vendas dos produtos de papelaria em 6% ao ano, em média.
√ Idem, produtos de informática, em 11% ao ano, em média.
√ Auxiliei na implantação de uma moderna central de atendimento telefônico.
√ Sugeri a criação de um sistema de planejamento e controle dos nossos preços e os praticados pela concorrência.
√ Desenvolvi ações para reduzir despesas operacionais.

Cursos e seminários
- Possuo experiência em telemarketing e em vendas pela internet.
- Conhecimento básico de informática.

Importante: As vagas para operadores de telemarketing crescem em todo o Brasil e no exterior. Algumas empresas não exigem experiência profissional. Os pré-requisitos são: conhecimentos em informática; boa fluência verbal; motivação e saber relacionar com pessoas.
Vá em frente e sucesso!

terça-feira, 13 de agosto de 2013

4 atitudes que levam empreendedores à falência

Especialistas falam sobre quais comportamentos e ações são comuns em empresários que não conseguem fazer o negócio ter sucesso

Por Priscila Zuini
Três a cada dez pequenas empresas abertas não sobrevivem aos dois primeiros anos de operação. A estatística do Sebrae mostra que o ambiente empreendedor brasileiro já evoluiu, mas ainda sofre com problemas básicos de gestão. “A negação de que o negócio não esta indo bem é o primeiro problema”, diz Aloisio Bueno Buoro, professor de estratégia do Insper.
Reconhecer que seu negócio precisa de ajustes e não ignorar os problemas são os passos iniciais para que a empresa não faça parte dos casos de mortalidade. “O empreendedor não entende ou enxerga que a capacitação profissional dele como empresário é uma cosia fundamental para alavancar a empresa. Dono que não exercita a gestão e não faz planejamento pode deixar de ser dono em um período curto”, indica Reinaldo Messias, consultor do Sebrae-SP.

Com as pessoas certas por perto, é possível driblar os desafios e conseguir sucesso. “Às vezes, na ansiedade de crescer ele não dá a atenção devida principalmente a trazer pessoas para o negócio dele que contrabalancem o perfil dele na gestão”, afirma Marcos Simões, diretor de operações da Endeavor. 
1. Falta de caixa
Não é à toa que este é o primeiro item desta lista. Para todos os especialistas, a causa mortis mais comum e grave de pequenas empresas é o problema com caixa. “Qualquer negócio morre quando não tem caixa, não tem dinheiro para pagar as contas”, diz Buoro. 
Para Messias, ter um bom controle financeiro é condição essencial para o negócio dar certo. “Identifique quanto esta entrando e saindo e para onde está indo esse recurso. É uma boa dieta para evitar que o mal da falência acabe com a empresa”, afirma o consultor do Sebrae/SP.
Fazer bem o fluxo de caixa é importante principalmente no começo do negócio. “Não é ser expert em gestão de fluxo de caixa, mas trazer alguém que equilibre esse perfil”, indica Simões. 
2. Tudo em um cliente
Quando uma pequena empresa consegue um grande cliente costuma ser motivo de comemoração. Vale, no entanto, se preocupar com a quantidade de vendas que um único cliente representa. “É aquela famosa brincadeira que a gente faz com o empresário: quando dá um resfriado no grande, você vai ter uma pneumonia”, diz Messias. Organize seus clientes para não ter muitos negócios nas mãos de poucos. Se um deles desfizer o combinado, a empresa pode falir. 
3. Ego acima do lucro
Um comportamento muito centralizador e controlador pode ser muito prejudicial para a empresa. “É o comportamento do ego acima da necessidade do negócio buscar ser melhor”, diz Buoro. Para Messias, ser mais aberto e aceitar colaboração é o caminho para crescer. “O empreendedor deveria gerir as pessoas privilegiando o conhecimento que elas podem trazer de fora e despertar confiança”, indica. 
4. Demorar para reagir
Insistir nos erros é um problema que pode levar muitas empresas para o buraco. “Quando ele percebe que as coisas não estão indo bem, precisa juntar esforços dentro da própria empresa para buscar a melhor alternativa”, diz Messias. 
Neste momento, a teimosia pode ser uma verdadeira inimiga. “É importante entender que a teimosia é o nome da persistência quando dá errado. O principal que ele tem que entender são as limitações dele como empreendedor”, indica Simões. 

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Os 10 mandamentos para se dar bem na entrevista de emprego

Confira um roteiro para ter sucesso na entrevista de emprego e não deixar escapar nenhum detalhe importante durante a conversa com o recrutador

Por mais excelente e atraente que seja, não há currículo que, sozinho, conquiste uma oportunidade profissional. “A entrevista de emprego nunca deixará de existir. Ninguém fecha uma contratação sem a entrevista presencial porque, no fim das contas papel e rede social aceitam tudo”, diz Sergio Sabino, diretor de marketing do Page Group para a América Latina.
Ele conta já ter vistos casos de profissionais com bons currículos tropeçarem na hora de encarar o headhunter. “Já vi pessoas com currículos maravilhosos que, no momento da entrevista, se apequenam”, conta.
Para não correr este risco, Sabino selecionou uma série de dicas, a que chama de 10 mandamentos para serem seguidos durante todo o processo que envolve uma entrevista de emprego. Confira:
Antes da entrevista
1 Pesquise
O ponto de partida é o site da empresa. Lá você vai encontrar missão, valores e relatórios oficiais. Procure notícias sobre desempenho passado e tente descobrir planos futuros e avaliações de analistas. Se possível, verifique se algum conhecido trabalha na empresa e converse com ele. “Geralmente esta pesquisa já é feita pelos candidatos a posições executivas que chegam mais preparados e sabendo o que a empresa faz”, diz Sabino.
2 Conheça bem o seu currículo
“Muita gente fica tão focada em pesquisar a empresa que se esquece de estudar sobre si mesma”, lembra Sabino. Portanto, esteja preparado para responder perguntas sobre as passagens profissionais destacadas no currículo. “Muitas vezes o currículo está pronto há um tempo e o candidato tem um discurso ensaiado”, diz Sabino.
Pense em que a sua experiência pode agregar valor à empresa. A partir da descrição da vaga estabeleça uma relação entre a sua bagagem e o que a empresa está procurando.
3 Prepare um kit 
Certificados, referências, portfólio, tudo deve estar contigo no momento da entrevista. Assim, caso seja solicitado você não é pego de surpresa. Muito importante também é fazer uma lista de perguntas para fazer ao entrevistador. Não se acanhe. “Inibição é o pior dos mundos”, diz Sabino.
Responsabilidades, motivo da abertura da vaga, o método de avaliação do seu desempenho, a natureza da sua função em relação à estrutura do departamento, se há incentivos para treinamentos adicionais. Tudo isso deve ser esclarecido durante a conversa com o recrutador, assim como quais serão os seus clientes e quais os planos da empresa e os próximos passos.
4 Esteja para pronto para responder questões que sempre aparecem
Fale-me a seu respeito. Quais foram as suas conquistas até agora? Você está satisfeito com sua carreira até agora? Fale-me sobre uma situação difícil que tenha enfrentado.
Quem já foi em pelo menos algumas entrevistas sabe que estas são bem frequentes durante a conversa. Pontos fortes e fracos, o que você não gosta na sua função atual, qual a decisão mais difícil de tomar e o motivo por que você deseja sair da empresa também são aspectos que muitos recrutadores investigam.
“Muitos candidatos escorregam quando precisam apontar defeitos e problemas”, diz Sabino. Não tente se defender, nem acobertar a realidade. “O headhunter quer saber como ele analisa e julga problemas, o que entende por uma decisão difícil, mas muita gente opta por uma resposta evasiva com receio de se comprometer”, diz ele.
Durante a entrevista
5 Atente à postura
O fala e o recrutador entende. Tome cuidado com a linguagem corporal. Cumprimente o headhunter, sorria, mantenha a boa postura. Não se esqueça de manter contato visual.
6 Respeite a estrutura 
Assim que chegar, terá um bate-papo introdutório. Em seguida vêm as questões específicas, de sua aplicação até a sua experiência. Informações gerais sobre a empresa e a função podem vir em seguida. No final, há um espaço para a realização de perguntas.
7 Ouça as perguntas
Seja objetivo em relação às suas respostas, mas não monossilábico. “Tem gente que quer responder mais do que é perguntado, usando a pergunta como ‘gancho’ para falar de coisa boas, mas ao fazer isso acaba desviando a atenção do entrevistador”, diz Sabino.
8 Coloque as suas questões
Faça as perguntas que você elaborou antes da entrevista. Demonstre que você fez uma reflexão sobre a posição e que pesquisou a empresa. “Isso é bom porque o recrutador percebe que o candidato está com o foco na mudança e que já está com a cabeça lá dentro da empresa”, diz Sabino.
9 Mostre entusiasmo
Mesmo que haja reservas, mostre-se entusiasmado. Nas próximas etapas você poderá discutir os pontos que lhe desagradam. “Mas o melhor jeito de mostrar o entusiamo é com informações e fazendo as perguntas certas”, diz Sabino.
Depois da entrevista
10 Agradeça e coloque-se à disposição
“Não existe certo e errado, depois da entrevista porque muito vai depender da abertura que foi dada pelo headhunter”, diz Sabino. Mas uma coisa é certa. É educado e promissor agradecer a oportunidade e colocar-se à disposição.
Caso tenha sentido uma proximidade com o entrevistador, também é possível buscar um feedback a respeito do seu desempenho durante a conversa. “ Fazer o papel de relacionamento é importante, no mínimo o profissional ganhou um contato novo”, diz Sabino.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

CRM não é tecnologia, CRM é conceito!

Por Igor Escobar iMasters

Recentemente, tive uma aula muito interessante na faculdade onde foi discutido como funciona, na prática, um CRM ou Customer Relationship Management ou a Gestão de Relacionamento com o Cliente (como preferirem).
Acho importante compartilhar este conceito com vocês, pois muitas empresas pecam na hora de implantar um sistema que atenda o "conceito" da sua empresa e, de fato, fazem um bom relacionamento com o seu cliente. É muito importante entender o que é um CRM de fato, para depois agir em prol desta causa – fidelização, angarização e prospecto.
O CRM abrange, no geral, três grandes áreas dentro de uma empresa:- Automatização da gestão de marketing.
- Automatização da gestão comercial, dos canais e da força de vendas.- Gestão dos serviços ao cliente.
Vou falar sobre CRM utilizando as duas faces do conceito: o lado tecnológico e o lado conceitual, que é o mais importante.
CRM como conceito
Lembre-se sempre: antes de se agir em prol da causa, atendê-la. É muito importante. Conversando sobre as experiências com outros programadores e funcionários de outras agências, é comum constatarmos empresas que simplesmente compram qualquer "ferramenta" de CRM e começam a utilizar sem fazer qualquer tipo de planejamento.
Pensam: – Ah! Se o software diz pra eu fazer isso, irei fazê-lo! Deve ser o certo.
Wrong! Junto à uma equipe competente de marketing, a empresa deve definir todo o processo de relacionamento com o cliente que abrange as três grandes áreas da empresa.
- Automatização da gestão de marketing.- Automatização da gestão comercial, dos canais e da força de vendas.
- Gestão dos serviços ao cliente.
Identificando os pontos e como funciona o conceito de marketing, devemos ir atrás de uma ferramenta ou seja, de uma tecnologia que atenda os pontos levantados e estudados pela equipe de gestão de marketing.
Imagine o quão desmotivado ficaria um funcionário se o setor dele funcionasse perfeitamente com as ferramentas que ele estava utilizando e, de repente, um gestor maluco colocasse uma ferramenta grotesca de CRM que fizesse com que ele demorasse nove vezes o tempo que ele levaria para fazer o que fazia do modo antigo.
Portanto lembre-se: entender o conceito é importante para não confundir na hora de mudar a empresa.
Quando o CRM dá errado…
É muito fácil identificar quando o CRM é aplicado de forma errada dentro de uma empresa.
Atire a primeira pedra quem nunca precisou ligar para uma empresa e teve que repetir seus dados cadastrais para cada setor que o atendente fosse te transferindo. É frustrante, certo?
Quando você, cliente, fica frustrado com algo ou alguém da empresa que presta serviço para você é porque o CRM está sendo aplicado de forma errada, (quem disse que CRM também não são pessoas?) ou está sendo aplicado de forma certa e colocado em prática utilizando a tecnologia errada.
Existem inúmeras falhas que poderíamos ficar relatando aqui incansavelmente, porém não é este meu objetivo. O importante aqui é você entender como deve fazer para evitar que o CRM da sua empresa vá por água abaixo.
Quando o CRM dá certo…
Para saber identificar quando o CRM de uma empresa está sendo aplicado de forma correta precisa-se de um pouco mais de contato com a empresa. Precisa explicar todos os setores da empresa e "experimentar" de perto como estão sendo feito os procedimentos internos.
O CRM não é um sistema só. O conceito é um só, porém é muito comum vários softwares fazerem parte do objetivo que o CRM propõe na sua essência.
Todos os setores da empresa vêem o cliente como uma coisa só. Todos partilham dos mesmos objetivos que são impostos em cada setor da empresa, porém o cliente é um só, sempre.
A integração e um bom processo de relacionamento com o cliente são a chave para felicidade da sua empresa e dos seus clientes.
CRM visto como tecnologia (Wiki)
Customer Relationship Management é um sistema integrado de gestão com foco no cliente, constituído por um conjunto de procedimentos/processos organizados e integrados num modelo de gestão de negócios, do inglês "Customer Relationship Management". O softwareque auxilia e apóia esta gestão é normalmente denominado sistema de CRM.
O seu objetivo principal é auxiliar as organizações a angariarem e fidelizarem clientes ou prospectos. Fidelizarem clientes atuais procurando atingir a sua satisfação total, através do melhor entendimento das suas necessidades e expectativas e formação de uma visão global dos ambientes de marketing.
Os processos e sistemas de gestão de relacionamento com o cliente permitem que se tenha controle e conhecimento das informações sobre os clientes de maneira integrada, principalmente através do acompanhamento e registro de todas as interações com o cliente, que podem ser consultadas e comunicadas às diversas partes da empresa que necessitem desta informação para guiarem as tomadas de decisões.
Uma das atividades da Gestão do Relacionamento com o cliente implica registrar os contatos por si realizados, de forma centralizada. Os registros não dependem do canal de comunicação que o cliente utilizou (voz, faxe-mailchatSMSMMS etc) e servem para que se tenham informações úteis e catalogáveis sobre os clientes. Qualquer informação relevante para as tomadas de decisões podem ser registradas, analisadas periodicamente, de forma a produzir relatórios de gestão.
- CRM Operacional: visa à criação de canais de relacionamento com o cliente.- CRM Analítico: visa a obter uma visão consistente do cliente, usando os dados recolhidos pelo CRM operacional para obter conhecimento que permita otimizar e gerar negócios.
- CRM Colaborativo: foca na obtenção do valor do cliente através de colaboração inteligente, baseada em conhecimento.
Toda essa tecnologia só será recebida de forma positiva pela sua empresa e pelos seus clientes, se elas entenderem do conceito do seu negócio e de todas as suas premissas.
Resumindo…
Antes de querer revolucionar a forma como sua empresa se relaciona com o seu cliente, agrupe profissionais de valor no setor de marketing, para definir detalhadamente o negócio, o conceito e premissa da sua empresa.
Identificando e definindo perfeitamente estes pontos, vá em busca da tecnologia que atenda este conceito, estes valores suas.