segunda-feira, 30 de abril de 2012

A importância do bom relacionamento no trabalho

Autor: Maiara Tortorette

Para ter um desempenho adequado e atingir bons resultados, os profissionais precisam estar motivados e felizes com o trabalho que realizam. De acordo a nova Pesquisa dos Executivos, realizada pela Catho Online, com participação de 46.067 respondentes, os profissionais apontaram o bom relacionamento com as pessoas do trabalho, como o principal fator de motivação, seguidos por reconhecimento como bom profissional e fazer o que gosta.


É importante destacar que outros fatores, como remuneração e benefícios, também são importantes. No entanto, no dia a dia, não influenciam diretamente na harmonia e bem estar do ambiente corporativo. De acordo com a gerente de Recursos Humanos da Nasajon SistemasSheila Saubermann, trabalhar em um local agradável é fundamental. “Em primeiro lugar, a empresa precisa acreditar que um bom ambiente de trabalho é importante e a partir daí começar a se preocupar com diversas questões, como flexibilidade, respeito às pessoas e investimento nos funcionários”, afirma.

Trabalhar com pessoas que tornam a rotina das empresas mais agradável é sempre positivo. Como grande parte dos profissionais passam de 8 a 10 horas dentro das organizações, nada mais adequado do que prezar o bom relacionamento, seja entre os colaboradores, ou até mesmo entre profissional e gestor, tornando este período mais tranquilo.

Para Paula Alexandrisky, Coordenadora do curso de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos, do Centro Universitário Plínio Leite, o bom clima organizacional depende diretamente do relacionamento interpessoal. “O que vemos muitas vezes em organizações são pessoas desmotivadas não por conta do trabalho, mas pelo ambiente em que se encontram, reduzindo a sua produtividade”, explica.

Ainda de acordo com a pesquisa, quando se trata dos níveis hierárquicos, os profissionais mais motivados com a carreira e satisfeitos com o trabalho são diretores e gerentes, mesmo alegando sofrerem estresse. Com exceção dos estagiários, que aparecem como os menos estressados entre todos os níveis, estresse parece ter um impacto negativo maior no grau de satisfação de níveis mais baixos, como analistas, assistentes e auxiliares, uma vez que estes aparecem como estressados e menos satisfeitos ao mesmo tempo.

Para Cíntia Bortotto, consultora de RH, existem pessoas que se sentem estimuladas ao trabalhar sob pressão. O estresse constante pode acarretar em doenças, por isso é importante que os profissionais se atentem a isso. “Há pessoas que se motivam, que se entregam mais quando pressionados. No entanto, há de se tomar certo cuidado, pois muita pressão e, consequentemente, muito estresse podem acarretar problemas de saúde, que em certo momento trará uma reflexão: ‘Até que ponto vale a pena?’”, ressalta Cíntia.

Sheila, acredita que alguns picos de estresse são comuns, no entanto, muitos não conseguem conviver com ele por muito tempo. “Existem profissionais que gostam de trabalhar sobre pressão e podem ficar assim a vida inteira, mas isso não é a regra. Um ambiente tranquilo e saudável é sempre a melhor opção”, finaliza.



Fonte: A importância do bom relacionamento no trabalho | Portal Carreira & Sucesso 

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Benefícios


Pesquisa da Catho Online aponta relevância dos benefícios oferecidos pelas organizações, de acordo com os profissionais

Para a maioria dos que estão empregados, benefícios da empresa atual são melhores do que os que eram disponibilizados no emprego anterior

Catho Online, maior classificados online de currículos e empregos da América Latina, realizou um novo estudo com base na mais recente Pesquisa dos Executivos e identificou o grau de satisfação dos profissionais com os benefícios que recebem das empresas onde trabalham.

Conforme aponta a pesquisa, os três principais benefícios oferecidos aos colaboradores são: vale transporte (72%), assistência médica (64%) e vale refeição (54%). Dentre os que as empresas menos disponibilizam estão os convênios e descontos comerciais (21%), estacionamento (20,5%) e, por último, celular (18,4%).

pesquisa catho 01

Para a maioria dos profissionais empregados, os benefícios recebidos no emprego atual são melhores do que os recebidos no emprego anterior. Porém, quando comparado com o mercado, consideram os seus benefícios abaixo da média, com exceção das empresas de grande porte, com uma avaliação de 5,3, em uma escala de 0 a 10.

pesquisa catho 02

No estudo, é possível notar grandes diferenças entre os que os profissionais acham relevante e os que as empresas oferecem. A participação nos lucros e auxílio educação, por exemplo, são benefícios valorizados entre os profissionais, porém pouco frequentes no mercado. Já o auxílio odontológico e o seguro de vida são geralmente oferecidos, porém os profissionais não dão tanta importância.

pesquisa catho 03

“Grande parte das empresas ainda têm o hábito de oferecer aos profissionais apenas os benefícios mais comuns do mercado. No entanto é interessante que as empresas comecem a mudar esse tipo de prática e procurem um equilíbrio entre o que os colaboradores realmente esperam e julgam necessário, e o que elas podem oferecer dentro de suas possibilidades”, afirma Adriano Meirinho, diretor de marketing da Catho Online, afirma Adriano Meirinho, diretor de marketing da Catho Online.

Sobre a Pesquisa
A pesquisa sobre a Contratação, Demissão e Carreira dos Executivos Brasileiros foi realizada no mês de abril de 2011. A análise contou com a opinião de 46.067 participantes, que responderam a um formulário online com 249 perguntas, questionando sobre três dimensões da vida do profissional. Foram levadas em consideração apenas as respostas de profissionais que possuem mais de 16 anos, que trabalham para empresas privadas ou mistas e residentes no Brasil.
Esta pesquisa é realizada pela Catho Online desde 1988.


segunda-feira, 9 de abril de 2012

Inovação a favor do profissional


Autor: Caio Lauer
Criatividade e inovação andam juntas em todas as esferas da vida, mas na profissional elas se intensificam. O que caracteriza o indivíduo criativo não é uma forma distinta de agir, mas uma maneira diferente de ser. O espírito inovador e a capacidade de apresentar soluções diferenciadas para conflitos e problemas dentro das organizações fazem com que profissionais com estas habilidades ganhem destaque no mercado de trabalho.

A inovação exige das pessoas uma constante observação, análise e crítica do que já existe, acreditando que aquilo que é considerado bom pode ficar ainda melhor. No campo organizacional ela pode ser entendida como o processo de introduzir, adotar e implementar uma nova ideia como resposta a um problema encontrado, transformando este conceito em algo concreto. “O profissional com espírito inovador e que busca constantemente novos caminhos tem forte tendência a ocupar cargos de importância e de maiores salários, pois as empresas procuram pessoas que ofereçam alternativas diferenciadas e revolucionárias”, aponta David P. Lima Jr.,consultor de empresas e diretor  da Mega Treinamentos.

Existem quatro fatores que tornam a inovação possível: a oportunidade, o problema a ser solucionado, o conhecimento e a criatividade. Quando falamos de líderes e empresários, conhecer a fundo o compromisso e a estratégia de negócios da organização colabora muito na prática desta competência. Confira algumas dicas para desenvolver a inovação:

-sempre questionar situações;

-alimentar a criatividade;

- a estar aberto mudanças;

-ser persistente nas convicções;

-ser autoconfiante.

Inovar também é correr riscos, mas os profissionais, de modo geral, ainda têm muito receio de desenvolver esta habilidade – vivemos em uma cultura corporativa que é um tanto repressora. Muitos chefes ainda têm medo de pessoas que possuem a iniciativa de instalar ideias inovadoras por medo de ficarem para trás ou de perder seus cargos. “O crítico não valoriza a criatividade do inovador porque sente a frustração de não ter sido o primeiro a visualizar a solução e agir em tempo. Ser o primeiro a perceber e implantar alguma inovação óbvia é fundamental”, indica Clovis Tavares, especialista em inovação e motivação.

Desenvolvimento

O mercado possui recursos para estimular a inovação empresarial.  Existem cursos voltados a agentes inovadores, como especializações e MBAs, porém uma boa dica para o profissional é que se envolva em cursos que não estão exatamente voltados à sua área de atuação. A visão interdisciplinar amplia o conhecimento e faz com que tenha uma atitude diferenciada do mercado de trabalho.


Segundo Tavares, não basta investir em processos de melhoria contínua empresarial sem ter um plano para estimular a percepção dos clientes e pares que dela usufruirão. “Jamais crie valor agregado se ele não se transformar, em curto prazo, em valor percebido”, conclui.


segunda-feira, 2 de abril de 2012

Como cobrar uma consultoria?


Diante da necessidade de know-how para ter mais assertividade nos negócios, as organizações recorrem a consultores para contribuir diretamente nesse processo. Esses profissionais são designados para realizar diagnósticos, identificar soluções e recomendar ações. A partir disso, ele poderá transmitir informações valiosas e essenciais a funcionários e colaboradores da empresa que o contratou, bem como ser o responsável pelo treinamento da equipe e oferecer uma assessoria complementar para implementação de algum projeto.

O fato é que a atividade de consultoria está cada vez mais presente no mercado e a demanda por esses profissionais vem aumentando gradativamente. Com isso, novos consultores surgem, mas muitos deles não sabem ao certo que valor cobrar pela consultoria, ao mesmo tempo em que muitas empresas também ficam na dúvida sobre o seu custo.

Especialistas afirmam que um consultor em início de carreira cobra em torno de R$20 por hora. Por outro lado, o profissional deve levar em consideração alguns critérios para definir um honorário justo para ambas as partes e que chame atenção das empresas. A reputação no mercado, formação acadêmica, currículo e até mesmo a presença na mídia são pontos cruciais que definem e valorizam o profissional.

Outra questão que pode ser observada para decidir sobre o custo da consultoria é a importância do trabalho que será realizado e os resultados que a consultoria proporcionará à empresa contratante, ou seja, o quanto o consultor irá contribuir para redução de custos ou mesmo em ganhos de produtividade ao seu cliente.

E lembre-se, assim como em qualquer negociação, é válido observar o mercado para ter uma base de referência na hora de decidir pelo custo da consultoria. Ter sensibilidade para as taxas que normalmente são cobradas no segmento empresarial do cliente certamente é um bom caminho para não errar na hora de decidir o valor da sua consultoria.

Outro fator determinante para decidir quanto cobrar pela consultoria é a despesa que o profissional terá com suas necessidades de trabalho e o quanto isso pode interferir no orçamento final. Abaixo, separamos uma pequena lista para ajudar os consultores a avaliarem seus gastos, confira:

Custo Fixo
• Telefone celular
• Combustível / Transporte
• Alimentação
• Internet
• Aluguel de escritório


Custo Variável
• Estacionamento
• Viagens / Passagens aéreas
• Hotel
• Táxi


Dica: ao final do mês, o número de dias trabalhados/remunerados deve ser suficientemente rentável para o profissional custear todas as despesas acima. No entanto, obter ganhos somente para pagar tais contas não basta. É preciso sobrar uma quantia considerável no saldo final que atenda outras necessidades, como: poupança, previdência privada e gastos pessoais.


Fonte: Como cobrar uma consultoria? | Portal Carreira & Sucesso