segunda-feira, 31 de outubro de 2011

NÃO DIGA ISSO

Por Vanessa Franca


Essa história de “o cliente sempre tem razão” já deixou muito empreendedor com dor de cabeça. Não porque eles não tenham, mas porque às vezes você simplesmente não pode atender a um pedido e é impossível saber exatamente o que dizer. Bom, já que não existe fórmula pra dizer a coisa certa, é melhor saber o que NÃO dizer, pelo menos. Essa lista do bNET indica algumas palavras ou frases que cliente nenhum quer ouvir. Você deve conhecer mais.. Conte para a gente!

“Não”. Pode ser bem difícil não dizer ao cliente que você não pode (ou não quer) fazer algo. Nesse caso, a saída é colocar um preço no serviço extra. Se ele topar, você aumenta a margem de lucro. Se não topar (o que é bem mais comum), você fica livre da obrigação sem perder o consumidor.

“Você tem certeza?”. Não diga ao cliente o que ele deve fazer nem tente influenciar suas escolhas. Ele vai perceber e pode até se sentir ofendido. Se perceber que ele vai se arrepender da compra, tente oferecer outras opções, mas sem forçar a barra.

“Isso é contra nossa política”. Você não conta todas as políticas da empresa logo que o consumidor entra na loja, portanto não pode culpá-lo por querer algo que é contra as regras da casa. Isso é problema seu, não dele. Por isso, ao invés de dizer que não pode fazer nada, tente resolver. Se não puder fazer isso, é a política que tem que mudar.

“Me avise se tiver outro problema”. Nunca diga a seu cliente que talvez ele tenha problemas com um produto, mesmo que ele tenha lhe procurado para resolver um. O melhor é fazer contato com ele nos dias seguintes para saber se está tudo bem e oferecer ajuda, caso necessário.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

8 perguntas que você deve fazer antes de aceitar um emprego

Por CIO/EUA

Os candidatos a uma vaga de emprego não devem ignorar sinais de que a companhia pode não ser adequada às suas expectativas.

Com a escassez de boas oportunidades de trabalho, as pessoas que procuram uma recolocação profissional, geralmente, sentem-se pressionadas a criar formas paraimpressionar seus recrutadores. Na realidade, a ansiedade de passar uma boa impressão ao futuro empregador faz com que muita gente perca a chance de questionar fatores decisivos como a cultura da companhia e de que forma é possível se adaptar ao ambiente organizacional, diz a autora do livro The Truth About Trust in Business (ainda sem versão em português), Vanessa Hall.

Além disso, devido à falta de boas vagas em aberto, muitos profissionais sentem-setentados a aceitar qualquer propostae ignoram os sinais de que determinadas empresas podem não corresponder a suas expectativas. De acordo com especialistas, não considerar a cultura das organizações antes de aceitar uma oferta de emprego pode ser uma falha fatla para o sucesso na carreira.

Mais do que a frustração de atuar em uma companhia com valores diferentes dos seus, esses profissionais são prejudicados pois, fatalmente, terão seus resultados afetados pela falta de paixão no trabalho e pedirão demissão ou serão demitidos.

Para o professor da Escola de Negócios da Universidade do Sul da Califórnia (do inglês South California University, a qual fica localizada em Los Angeles) e autor do livro Talent: Making People Your Competitive Advantage (ainda sem versão em português), Edward Lawler, o profissional é prejudicado em ambas as situações descritas. “É ruim ter o histórico de passar períodos muito curtos nas empresas”, explica ele.

Por outro lado, segundo Vanessa, se um candidato identifica que determinada organização possui uma cultura que de adeque a sua personalidade, valores e estilo de ação, provavelmente terá mais chances de ser aceito para a vaga e de ter uma carreira de sucesso na companhia.

Ademais, para ela, profissionais que demonstram interesse em conhecer a cultura da empresa durante uma entrevista satisfazem mais os recrutadores do que aqueles que fazem perguntas apenas sobre benefícios e oportunidades de desenvolvimento. “Na visão de um gestor, as perguntas relacionadas à rotina organizacional demonstram que o candidato está preparado para a vaga e tem maturidade para colaborar com os resultados do negócio”, diz a escritora.
Seguem algumas dicas para os profissionais que estão em busca de melhores oportunidades de como eles podem identificar a cultura organizacional:

1. Cheque o site da companhia antes da entrevista: de acordo com a gerente da companhia norte-americana de recrutamento executivo Keystone Partners, Elaine Varelas, a página corporativa na internet pode dar indícios preciosos da política organizacional das empresas. Fotos e testemunhos de funcionários, por exemplo, indicam que a empresa é preocupada com seus colaboradores e quer ser vista como um bom lugar para se trabalhar.

2. Avalie o processo seletivo: preste atenção na pessoa que faz o contato direto para agendar a entrevista e em como ela se relaciona com você – tratando-o bem, de modo formal, informal, entre outros. Se o próprio recrutador efetuar a ligação, pode ser sinal de que a companhia possui estrutura hierárquica fraca ou indicar a falta de processos estruturados.

“Além disso, algumas organizações são famosas por possuírem processos seletivos extremamente longos”, diz Lawler, que complementa: “Candidatos devem discernir se tal demora reflete que a preocupação da companhia em encontrar os profissionais adequados às vagas ou se indica que os gestores não sabem conduzir a seleção de pessoal.”

3. Observe o ambiente:Elaine aconselha que os candidatos devem estar atentos aos detalhes do local onde a empresa está situada. Segundo ela, é preciso observar como o espaço é organizado no escritório do gestor, como a recepção é decorada, como os funcionários estão vestidos, se estão sentados em cadeiras antigas e desconfortáveis e se utilizam computadores modernos.

4. Observe as pessoas:da mesma forma como deve acontecer com o ambiente, os candidatos precisam estar atentos ao modo como os colaboradores agem, reparando se todos se cumprimentam, se existe um clima agradável e de amizade no ambiente, se há conversas ou apenas o barulho dos computadores, se as pessoas sorriem, entre outros.

5. Pergunte sobre a cultura organizacional: Elaine sugere que os profissionais peçam que seus entrevistadores descrevam a cultura organizacional da empresa. Além disso, ela diz que os candidatos devem perguntar por quanto tempo, aproximadamente, as pessoas permanecem na companhia.

6. Peça explicações sobre os valores da empresa: segundo Vanessa, os candidatos devem perguntar aos entrevistadores como osvalores da organização são aplicados na rotina operacionale como se há políticas para que os gestores encaminhem avaliações de desempenho a seus funcionários.

7. Cheque pesquisas de satisfação dos funcionários:é válido perguntar ao responsável pela área de recursos humanos se há algum levantamento que indique o nível de satisfação dos colaboradores. “Pode parece um pouco constrangedor fazer esse tipo de pergunta, mas é a única forma de ter acesso aos reais dados sobre o clima organizacional”, explica Lawler.
8. Pergunte sobre políticas de desenvolvimento profissional: a intenção é saber quais ferramentas a empresa dá para que seuscolaboradores aprimorem seus conhecimentos e habilidades.

Além de tudo isso, Elaine explica que os candidatos devem conseguir diferenciar boas políticas organizacionais do que os gestores podem criar apara tornar a companhia atraente aos novos talentos. Segundo ela, conversar com funcionários de diversas áreas da empresa pode ser muito eficaz na busca por informações verdadeiras de como é o dia a dia corporativo.

domingo, 23 de outubro de 2011

A escolha é sua: Foco no problema ou na solução?

Por Bruno Castro


Olá, colegas! Hoje resolvi escrever sobre uma crença que tenho... calma! Não é crença religiosa. É uma coisa na qual acredito e que julgo me fazer bem (como diz Faustão) "tanto no profissional como no pessoal".

Eu escolho onde foco minhas atenções. Só isso! Já perceberam que quando compramos um carro de determinada marca, quando saimos na rua, os carros da mesma marca parecem lhe perseguir, o que antes não acontecia? Eles surgem das vielas, dos becos, das avenidas, de todos os lugares. O que será isso? E uma mulher grávida então... Para as mulheres que estão gestantes e para os homens que têm uma esposa nesta situação... Outras grávidas surgem em sua frente como nunca antes, elas praticamente brotam do chão, não é verdade? Parece que o mundo todo resolveu engravidar junto com vocês. E aí? Será que é realmente isso?

Eu acho que não! Eu acredito que tudo o que você foca, tende a expandir, crescer, ter mais notoriedade e importância para você. E será que isso só acontece com as coisas boas? Com certeza não! O mesmo ocorre com as coisas ruins. Se dá muita atenção a elas, pronto! Elas crescem, aumentam de proporção. Exemplo prático na vida pessoal: Carnaval de Salvador. É sabido por todos a fama que a capital baiana tem pelo seu carnaval, maior festa popular do mundo, etc, etc. Mas sabemos também que é humanamente impossível aglomerar tantas pessoas e não ocorrer nenhuma confusão. Pois bem, se você vai para o carnaval de Salvador com a intenção de ver as confusões vai sair daqui apavorado, estupefato. Mas se for com o intuito de se divertir, vai voltar apaixonado pela festa (se voltar). Isso também confirma a minha crença.

E quanto às organizações? Também é possível aplicar esta "técnica" para amenizar os problemas? Em que devemos focar? Afinal, o problema existe e isso é fato! Não podemos ser negligentes com eles para que não se tornem piores e venham a prejudicar a gestão do negócio. E então, o que fazer neste caso?

No contexto profissional, devemos focar nossas atenções na SOLUÇÃO dos problemas e não neles propriamente ditos. Por muitas vezes, as pessoas ficam imaginando o tamanho do problema que têm em mãos, ou pensando como deixaram que determinada situação chegasse àquele ponto. Não estou dizendo que isto é errado, pelo contrário, acredito que essas reflexões são, inclusive, necessárias, mas elas devem ocorrer depois do problema solucionado para que você aprenda com a experiência, entretanto não podemos perder tempo pensando nisso antes de resolvê-lo. Vamos focar nossa atenção na solução dos problemas. Vamos imaginar de que forma podemos reverter essa situação. Vamos colocar em prática essas idéias. E daí, depois de solucionado, vamos sim pensar em como ERA grande o problema que tínhamos em mãos, mas solucionamos! Pensaremos que não mais deixaremos uma situação chegar a este estágio porque vimos como é árdua a tarefa de resolvê-la.

Enfim, a escolha é sua: Foco no problema ou na solução?

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

PARA OBTER SUCESSO, ABANDONE OS MITOS

de 
Olhe bem para seus ídolos. Parece que eles descobriram o segredo do sucesso, não é? Tanta experiência atrai donos de startup do mundo inteiro querendo conselhos para chegar tão longe quanto eles. Mas a verdade é que a maioria dessas dicas se baseia em mitos que passam de empreendedor para empreendedor. Se você acredita em tudo o que ouve por aí, é bom dar uma olhada nesses mitos que o Open Forum desvendou sobre motivação, produtividade, metas, organização… Agora, se esses conselhos funcionaram para você, conte o seu case de sucesso pra gente!

- Da noite para o dia. Essa história de que um produto inovador pode transformar sua empresa e mudar o rumo da sua carreira é puro mito. Sucesso é um aprendizado e, como todo aprendizado, leva tempo. Uma grande ideia pode até surgir do nada, mas sem trabalho, foco e dedicação, não vai passar disso.

- Muito polêmico. Comerciais polêmicos são uma ótima forma de chamar a atenção do público para uma marca nova, mas e depois? Logo o assunto é substituído por outro e o que fica é a imagem e a credibilidade que sua marca conseguiu transmitir (ou não).

- Seja o melhor que puder. Não basta ser competente, você precisa se destacar. Ser o melhor funcionário da empresa não faz a menor diferença se não levar suas ideias para a sala de reunião. Não mostre que você é bom, mostre que é diferente.

- Mais trabalho = mais dinheiro. Seus rendimentos (e de seus funcionários) não dependem apenas do tempo que você e sua equipe passam trabalhando. O momento da economia, do mercado e as políticas da empresa é que fazem a diferença no seu salário.

- Faça o que você ama. Gostar do trabalho é ótimo, mas isso não é sinônimo de sucesso. Algumas ideias funcionam melhor quando são hobbies e não projetos. Mais do que paixão, é preciso ter visão para transformar sonhos em dinheiro

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

O Sucesso consiste em não fazer Inimigos

Colaboração do meu amigo José Campos 


Por Max Gehringer 
  
Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras: 

Regra número 1:
 

Colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de umadesfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe. Exemplo: Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1999 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2009. 

Regra número 2:
 

A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros. 

Regra número 3:
 

Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo. Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa. Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender. 

Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é! A 'Lei da Perversidade Profissional' diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais possa ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos. 
Muito cuidado ao tentar prejudicar um colega de trabalho; Amanhã ou depois você pode depender dele para alguma coisa! 

Portanto, profissionalmente falando, e "pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm "boa memória. 
"Na natureza não existem recompensas nem castigos. Existem consequências."

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

SENHOR SABE TUDO



Sabe aquele cara que insiste em mostrar tudo o que sabe (ou pensa que sabe) para o escritório inteiro, nunca admite seus erros e vive menosprezando os colegas? Ninguém gosta desse tipo de profissional. Além de ser chato, esse comportamento só mostra insegurança e falta de respeito pelos colaboradores da empresa. Mas todo mundo já bancou o sabe tudo alguma vez. O problema é quando essa postura se torna comum e começa a atrapalhar a interação entre a equipe. Para você saber se está agindo assim sem perceber, o SmartBlogslistou os sinais mais comuns desses sabichões. Veja como evitar essas armadilhas e fugir da tentação de ser o sabe tudo do escritório!

Fale menos, ouça mais. O sabichão sempre tem uma resposta pronta para qualquer problema. Seja por experiência ou pura especulação, ele se esquece de ouvir o que os colegas têm a dizer e impõe sua visão sobre as demais. Espere um pouco mais antes de dar a sua opinião.

Seja neutro. Muitos líderes organizam reuniões sem pensar no que seus colaboradores têm a dizer. Além de improdutivas, essas conversas prejudicam o relacionamento entre funcionários e impedem que grandes talentos discutam suas ideias. Entre na reunião disposto a ouvir o que todos pensam e avalie cada opinião sem medo de mudar a sua.

Se não tiver nada de bom para dizer, não diga nada. Poucas coisas prejudicam tanto o desenvolvimento dos profissionais quanto comentários negativos fora de hora. O sabe tudo sempre encontra algum defeito nos projetos dos colegas e o critica (às vezes de forma ofensiva) na frente da equipe sem nem ouvir toda a proposta. Veja a apresentação até o fim e vá com calma na hora de apontar possíveis obstáculos.