sexta-feira, 26 de agosto de 2011

COMO ACABAR COM A CRIATIVIDADE

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Todo empreendedor vive repetindo que quer profissionais criativos e ideias inovadoras, mas não percebe que ele mesmo tem alguns hábitos que podem se tornar obstáculos à criação. De nada adianta ter ótimas ideias ou contratar profissionais brilhantes se o cotidiano mata a criatividade. Nessas horas, manter um ambiente de trabalho tranqüilo e descontraído faz toda a diferença, como mostra o PsyBlog. Veja algumas manias que podem estar prejudicando o trabalho da sua equipe!
Pessoa certa no lugar errado. Poucas coisas são tão prejudiciais à inovação quanto delegar tarefas de maneira errada. Funcionários que aceitam desafios e se adaptam a diferentes situações são ótimos, mas eles só vão dar o melhor de si quando sentirem que estão desenvolvendo as habilidades da sua área.
Sem liberdade. Uma das suas funções como líder é estabelecer metas para sua equipe, mas isso não significa dizer como eles devem trabalhar. Assim como você, colaboradores são mais produtivos quando contam com a confiança dos superiores e são livres para alcançar os objetivos da maneira que acharem melhor.
Tempo e dinheiro. Sem esses dois fatores, não há criatividade que resista. Você e seus funcionários precisam de recursos e prazos razoáveis para colocar as ideias em prática e tentar diversas estratégias.
Tudo igual. Equipes que reúnem personalidades parecidas dão menos trabalho, pois discordam menos e costumam entregar um projeto mais rapidamente. Mas como é possível ter ideias novas ao lado de pessoas que pensam exatamente como você? Para estimular a criatividade, não abra mão de pessoas que tenham pontos de vista diferentes sobre a mesma situação.
Só críticas. É difícil dizer isso, mas é verdade: algumas ideias simplesmente não funcionam. Nessas horas, o mais importante não é o que você diz, mas a forma como faz isso. Seus funcionários não vão lhe contar as ideias que têm se sabem que serão punidos ou humilhados caso o projeto seja ruim. Pegue leve!
Brigas internas. Fofocas e discussões existem em qualquer empresa, mas tudo tem limite. Quando os problemas pessoais entre os colaboradores começam a prejudicar o ambiente de trabalho e tirar a motivação da equipe, está na hora de fazer alguma coisa.

domingo, 21 de agosto de 2011

13 erros comuns que o varejista deve evitar

Por Redação, www.administradores.com.br



Preocupados em colocar o negócio em funcionamento, muitos novos empreendedores do varejo acabam passando por cima de alguns detalhes que podem, no futuro, acabar comprometendo os resultados.
A consultoria ba Stockler, especializada em varejo, franquia e gestão administrativa, preparou um levantamento com os 13 erros cruciais que esses empresários devem evitar. Confira:
1) Não fazer um plano de negócio. Parece simples falar, mas muitos empreendedores nem mesmo realizam um estudo de viabilidade ou mesmo financeiro antes de abrir um negócio. Nesse plano precisam constar: os produtos ofertados, para qual cliente, seus diferenciais de mercado e praça de interesse. Além disso, também especifica a forma jurídica, o enquadramento tributário, o capital social e a fonte de recurso.
2) Não dimensionar o capital de giro do negócio. Muitos varejistas acreditam, erroneamente, que o investimento inicial é o capital de giro, quando na verdade, o capital de giro é o montante necessário para fazer a empresa girar, pagando suas despesas do dia a dia.
3) Não relacionar os indicadores (métricas) de desempenho, fundamentais ao negócio. Na correria do dia a dia, os empreendedores acabam se esquecendo de parametrizar seus processos internos e, assim, não conseguem implantar as avaliações que meçam a performance de cada ação para melhorar o negócio.
4) Quando constrói os indicadores (métricas), não os monitora, levando ao desconhecimento do que acontece no negócio. Pior do que não ter os indicadores é fingir que eles não existem e, como consequência, não extrair deles as informações cruciais para o aprimoramento dos resultados.
5) Não definir e descrever os cargos de cada integrante da equipe. Esse erro leva ao desalinhamento das expectativas dos funcionários e da própria empresa.
6) Não monitorar e nem acompanhar o desempenho das pessoas. Aqui há uma relação direta com tempo e dinheiro. Hoje em dia, qualquer que seja o negócio da empresa, o capital humano está no centro de tudo. Gasta-se muito no treinamento e na formação de um profissional e não avaliá-lo e nem valorizá-lo significa ampliar os custos e o tempo gasto em um novo processo de seleção.
7) Não escrever, nem formalizar a cultura da empresa. Assim como no item anterior, não esclarecer a filosofia e cultura da empresa dificulta o desenvolvimento e a integração dos novos e atuais colaboradores.
8) Raros são os varejistas que conhecem os hábitos e costumes dos seus consumidores. Quem é o cliente? Qual é o perfil dele? Quais os seus desejos? Com qual frequência ele retorna à loja? Responder a essas perguntas ajuda a entender melhor o que é atuar no varejo.
9) Não elaborar uma gestão do estoque, nem monitorar a curva ABC. Com uma avaliação precisa dos resultados da curva ABC é possível perceber o giro dos itens em estoque, o nível de lucratividade e o grau de representação no faturamento. Isso também ajuda a analisar a dependência ou risco face a um cliente, ou ainda para que tipo de cliente a empresa deve se focar. Por isso, mais uma vez, entra a importância de conhecer bem quem é cliente em questão.
10) Não elaborar um planejamento estratégico de marketing. Aqui entram em cena as pesquisas mercadológicas e a análise SWOT (forças, fraquezas, oportunidades e ameaças). Esses estudos permitem que o empreendedor implemente ações futuras, considerando o passado, a situação atual do mercado, seus clientes e a concorrência, elencando os riscos e propondo os caminhos para enfrentá-los.
11) Não monitorar os esforços e os resultados obtidos das campanhas de marketing. Não extrair essas informações significa se atentar para a realidade dos fatos, seus erros e acertos, com tempo hábil para as possíveis ações de correção, se assim for necessário.
12) Não definir critérios claros para localização de ponto e venda. Alguns varejistas já consolidados, e que têm o objetivo de expandir, precisam definir os objetivos constantes e mensuráveis para a localização do PDV. Isso garantirá uma expansão criteriosa e consistente.
13) Não investir vitrine e ambientação da loja. O lojista precisa compreender que quanto mais os produtos estiverem alinhados, e mais organizadas estiverem as seções, mais o consumidor se sentirá confortável e permanecerá dentro da loja. 

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

O outro lado da entrevista de emprego

Você é jovem ainda e está iniciando a carreira. Na entrevista para o emprego, que tal inverter o jogo e fazer umas perguntas também? Assim você pode saber se a empresa serve para você.

Em uma entrevista de emprego, nós, na posição de candidatos, somos mais questionados do que questionadores e geralmente ficamos reféns das perguntas do RH e do olho crítico do selecionador.
Sabemos que esse processo é importante para a empresa, para que ela nos conheça melhor e avalie se temos o perfil para trabalhar ali. Mas proponho uma inversão.
Nós não estamos num barco sem rumo como profissionais (a maioria de nós, ao menos). Sabemos exatamente para onde queremos ir. E numa entrevista de emprego, essa é a nossa chance de tentar conhecer ao máximo aquele ambiente, aquele clima, aquele propósito, aquele empregador.
Como candidatos, não devemos nunca ficar em uma posição passiva, querendo apenas convencer o selecionador de que nós nascemos para aquele emprego. Aquele emprego também tem que nos convencer.
Na sua próxima entrevista de emprego, responda todas as perguntas com sinceridade e de forma espontânea, sem decorar nada. Apenas responda. E no final das contas, pergunte ao seu entrevistador:
- Como você vê essa empresa daqui a cinco anos?
Quando essa pergunta nos é feita, o objetivo é analisar a nossa visão de futuro enquanto profissional. Mas qual é a visão de futuro da empresa aonde você quer entrar? O que será que ela pode te oferecer em cinco anos?
- Quais os pontos positivos e negativos do trabalho aqui?
Essa é a hora de ver o ponto de vista do entrevistador sobre a empresa onde ele mesmo trabalha.
- O que vocês procuram em um profissional?
Essa resposta provavelmente vai revelar muito do que eles já encontraram em profissionais anteriores – pontos positivos e negativos. E isso pode guiar você em um exame de consciência para que analise se realmente é o que eles procuram.
- O que a empresa tem a me acrescentar?
Plano de carreira, aprendizado, crescimento profissional, benefícios, salário melhor, cursos, clima tranqüilo, horário flexível, status? O que você busca? O que eles oferecem dentro da sua busca? Isso é tudo que queremos saber.
Ao agir dessa forma você demonstra interesse na empresa e passa a fazer o processo seletivo acontecer dentro de você. Ele não vem só de fora. Você deve sim selecionar onde quer trabalhar, em vez de apenas aceitar os lugares que aparecem.
Não engane, nem se deixe enganar. Com respostas concretas, a fantasia e utopia perdem grande espaço e você pode analisar fatos reais do ambiente e do tipo de trabalho. Outra coisa interessante é que poucos selecionadores estão preparados para serem questionados. Então, a resposta costuma ser mais sincera.
Avalie como você foi tratado. Te atenderam na hora? Olharam nos seus olhos enquanto falavam? Apertaram sua mão, sorriram? As pessoas com quem você cruzou o olhar pareciam simpáticas? A atenção dada à você no momento da entrevista costuma refletir um pouco do tato que a empresa tem com as pessoas.
Analise o ambiente. A sala estava organizada e limpa? Como era o clima do lugar? Leve, tenso, agitado, calmo? Visualmente falando, era um ambiente onde você gostaria de ficar a maior parte do seu dia?
Pense na localização da empresa. É perto da sua casa? Tem transporte direto? Tem boas opções de almoço? Fica em um local perigoso?
Fique atento às regras da empresa. Pode usar Orkut, MSN, YouTube? Pode ouvir música? Como é a rigidez do horário? As horas extras são ocasionais ou são regra? Quanto você se importa com essas coisas?
Depois disso tudo, não deixe de levar em conta a sua intuição. Conseguir o emprego certo é mais do que ser aprovado em um processo seletivo. É saber ter o distanciamento necessário da situação para avaliar, como pessoa e profissional, o caminho certo para você trilhar

LOGÍSTICA

Origem: Wikipédia


Logística é a área da gestão responsável por prover recursosequipamentos einformações para a execução de todas as atividades de uma empresa.
Entre as atividades da logística estão otransporte, movimentação de materiais,armazenamento, processamento de pedidos e gerenciamento de informações.
Pela definição do Council of Logistics Management, "Logística é a parte do Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento que planeja, implementa e controla o fluxo e armazenamento eficiente e econômico de matérias-primas, materiais semi-acabados e produtos acabados, bem como as informações a eles relativas, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o propósito de atender às exigências dos clientes“ (Carvalho, 2002, p. 31).
Uma das principais ferramentas da logística é o WMS, Warehouse Management System , do inglês, em português – literalmente: sistema de automação e gerenciamento de depósitos, armazéns e linhas de produção) é uma parte importante da cadeia de suprimentos (ou supply chain) e fornece a rotação dirigida de estoques, diretivas inteligentes de picking, consolidação automática e cross-docking para maximizar o uso do valioso espaço do armazéns.

 

Índice

Origem do nome

O termo logística, de acordo com o Dicionário Aurélio, vem do francês Logistique e tem como uma de suas definições "a parte da arte da guerra que trata do planejamento e da realização de: projeto e desenvolvimento, obtenção, armazenamento, transporte, distribuição, reparação, manutenção e evacuação de material para fins operativos ou administrativos“. Logística também pode ser definido como, satisfazer o cliente ao menor custo total (Ferreira, 1986, p.1045). Pode-se dizer então que os termos Logística e Cadeia de Suprimentos tem o mesmo significado, já que ambas tem a finalidade de satisfazer o cliente com o menor custo possível.
Outros historiadores defendem que a palavra logística vem do antigo grego logos , que significa razão, cálculo, pensar e analisar.
O Oxford English dicionário define logística como: “O ramo da ciência militar responsável por obter, dar manutenção e transportar material, pessoas e equipamentos.”
Em outro dicionário: “O tempo relativo ao posicionamento de recursos”. Como tal, logística geralmente se estende ao ramo de engenharia gerando sistemas humanos ao invés de máquinas.

História

Desembarque de tratores anfíbios de efetivo militar e provisões na praia de Ibeya, uma pequena ilha na cordilheira Ryukyu, a noroeste de Okinawa.
Desde os tempos bíblicos os líderes militares já se utilizavam da logística. As guerras eram longas e geralmente distantes, eram necessários grandes e constantes deslocamentos de recursos. Para transportar as tropas, armamentos e carros de guerra pesados aos locais de combate eram necessários um planejamento, organização e execução de tarefas logísticas, que envolviam a definição de uma rota, nem sempre o mais curta, pois era necessário ter uma fonte de água potável próxima, transporte, armazenagem e distribuição de equipamentos e suprimentos (Dias, 2005, p. 27).
Na antiga Grécia, Roma e no Império Bizantino, os militares com o título de ‘Logistikas’ eram os responsáveis por garantir recursos e suprimentos para a guerra.
Carl von Clausewitz dividia a Arte da Guerra em dois ramos: a tática e a estratégia. Não falava especificamente da logística , porém reconheceu que, “…em nossos dias, existe na Guerra um grande número de atividades que a sustentam… mas devem ser consideradas como uma preparação para a mesma”.
É a Antoine-Henri Jomini, ou Jomini, contemporâneo de Clausewitz, que se deve, pela primeira vez, o uso da palavra "logística", definindo-a como “a ação que conduz à preparação e sustentação das campanhas”, enquadrando-a como “a ciência dos detalhes dentro dosEstados-Maiores”.
Em 1888, o Tenente Rogers introduziu a Logística, como matéria, na Escola de Guerra Naval dos Estados Unidos da América. Entretanto, demorou algum tempo para que estes conceitos se desenvolvessem na literatura militar. A realidade é que, até a 1ª Guerra Mundial, raramente aparecia a palavra "Logística", empregando-se normalmente termos tais como “Administração”, “Organização” e “Economia de Guerra”.
A verdadeira tomada de consciência da logística como ciência teve sua origem nas teorias criadas e desenvolvidas pelo Tenente-Coronel Thorpe, do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos da América – (em inglês: United States Marine Corps; abreviação oficial: USMC) – que, no ano de 1917, publicou o livro “Logística Pura: a ciência da preparação para a guerra”. Segundo Thorpe, a estratégia e a tática proporcionam o esquema da condução das operações militares, enquanto a logística proporciona os meios”. Assim, pela primeira vez, alogística situa-se no mesmo nível da estratégia e da tática dentro da Arte da Guerra.
O Almirante Henry Eccles, em 1945, ao encontrar a obra de Thorpe empoeirada nas estantes da biblioteca da Escola de Guerra Naval, em Newport, comentou que, se os EUA seguissem seus ensinamentos teriam economizado milhões de dólares na condução da 2ª Guerra Mundial. Eccles, Chefe da Divisão de Logística do Almirante Chester Nimitz, na Campanha do Pacífico, foi um dos primeiros estudiosos da Logistica Militar, sendo considerado como o “pai da logística moderna” (Brasil, 2003).
Até o fim da Segunda Guerra Mundial a Logística esteve associada apenas às atividades militares. Após este período, com o avanço tecnológico e a necessidade de suprir os locais destruídos pela guerra, a logística passou também a ser adotada pelas organizações e empresas civis.

Amadurecimento conceitual

As novas exigências para a atividade logística no mundo passam pelo maior controle e identificação de oportunidades de redução de custos, redução nos prazos de entrega e aumento da qualidade no cumprimento do prazo, disponibilidade constante dos produtos, programação das entregas, facilidade na gestão dos pedidos e flexibilização da fabricação, análises de longo prazo com incrementos em inovação tecnológica, novas metodologias de custeio, novas ferramentas para redefinição de processos e adequação dos negócios (Exemplo: Resposta Eficiente ao Consumidor – Efficient Consumer Response), entre outros.
Avião aguardando para ser descarregado em San JuanPorto Rico. A FedEx é uma gigante mundial no setor de logística.
Apesar dessa evolução até a década de 40, havia poucos estudos e publicações sobre o tema. A partir dos anos 50 e 60, as empresas começaram a se preocupar com a satisfação do cliente, foi então que surgiu o conceito de logística empresarial, motivado por uma nova atitude do consumidor. Os anos 70 assistem à consolidação dos conceitos como o MRP (Material Requirements Planning), Kanban e Just-in-time.
Após os anos 80, a logística passa a ter realmente um desenvolvimento revolucionário, empurrado pelas demandas ocasionadas pela globalização, pela alteração da economia mundial e pelo grande uso de computadores na administração. Nesse novo contexto da economia globalizada, as empresas passam a competir em nível mundial, mesmo dentro de seu território local, sendo obrigadas a passar de moldes multinacionais de operações para moldes mundiais de operação.

Atividades envolvidas

logística é dividida em dois tipos de atividades – as principais e as secundárias (Carvalho, 2002, p. 37):
  • Principais: Transportes, Manutenção de Estoques, Processamento de Pedidos.
  • Secundárias: Armazenagem, Manuseio de materiais, Embalagem, Suprimentos, Planejamento e Sistema de informação.
outra subdivisão da logística quanto ao ponto(unopar, 2007, p. 48): logística interna: cuida do fluxo interno de movimentação e distribuição, está ligada às áreas de suprimento e distribuição. logística de distribuição:distribuição física dos produtos, vai garantir o nível do serviço ofertado ao cliente. logística reversa: R.M.A.( remessa para manutenção e assistência), cuida da substituição e do conserto dos produtos com avaria. Irá apoiar o marketing para assegurar a imagem da empresa.

Referências

  • BRASIL Marinha do Brasil – Estado-Maior da Armada. Manual de Logística da Marinha (EMA-400 2ª Revisão). Brasília, 2003.
  • CARVALHO, José Meixa Crespo de – Logística. 3ª ed. Lisboa: Edições Silabo, 2002. ISBN 978-972-618-279-5
  • DIAS, João Carlos Quaresma – Logística global e macrologística. Lisboa: Edições Silabo, 2005. ISBN 978-972-618-369-3
  • FERREIRA, Aurélio Buarque De Holanda. Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. 2ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986.
  • KUNRATH, Rodrigo Diedrich – Logística Empresarial – Caxias do Sul

Ver também