quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Tolerância nas empresas: ela existe?


Muitas empresas tiveram de reavaliar suas posições, com a finalidade de criarem um ambiente saudável de relacionamento entre seus colaboradores. Assuntos delicados, atrelados a discussões que por muitas vezes dividiam os funcionários, passaram a caminhar juntos pelos corredores das organizações.

Trata-se de aceitar as diferenças, dar vazão aos funcionários para que se respeitem e aceitem qualquer diversidade entre eles. A meta é estimular a união, formar uma equipe em prol de um mesmo objetivo.

Entretanto, ao pensar na ideia de que todo colaborador deve alinhar suas particularidades à visão, à missão e aos valores de uma empresa, para fortalecer a execução em busca de um objetivo comum, fica a dúvida: será que as empresas conseguem desenvolver fórmulas capazes de unir todas as diferenças em um propósito maior e comum?

Infelizmente, percebemos na maioria das empresas, dos líderes aos subordinados, que existem crenças que acabam com a possibilidade de obter a aceitação da diversidade, na íntegra. Isso acontece por motivos simples: aceitar as crenças diferenciadas dos outros incomoda. Exige muito esforço, todos os dias, compartilhar diferentes opiniões, sugestões, pontos de vista e comportamentos.

Nas empresas brasileiras, é possível perceber maneiras para lidar com a agressividade surtida por causa da manifestação das diferenças.

A diferença causa confronto, mas encanta na inovação. Todavia, colaboradores que conseguem aceitar a diferença do outro estão mais flexíveis para aceitar a sua própria diferença.

Será que nas empresas as pessoas seriam capazes de identificar, reconhecer, aceitar e fazer funcionar os estilos fora de sentido, ao mesmo tempo alimentando a missão, a visão e os valores propostos?



terça-feira, 21 de setembro de 2010

A arte de vender e conviver na empresa

Dicas de sobrevivência no ambiente corporativo. Saber fazer a sua tarefa é apenas uma parte dos requisitos para se encaixar bem e obter resultados.

Por Daniela Maimone
Muitos sonham em conquistar uma vida plena de sucesso, mas poucos possuem a capacitação e conhecimento correto que fazem a diferença na hora de se estabelecer no mercado corporativo. Algumas boas dicas que podem ajudar:
1. Como procurar bons parceiros. Independente se você possui uma empresa ou pretende montar uma pequena equipe de vendas, você precisa se atentar de que cada funcionário esteja envolvido o tempo todo com o seu empreendimento. E o mais importante: que esteja envolvido com seu negócio. Atente-se em contratar profissionais e não apenas sonhadores sem propósito.
2. Atenção ao que você quer passar adiante. Foque em resultados palpáveis e não desperdice oportunidades de melhorar seus conhecimentos, independente do que fizer ou estiver executando. Sua postura é importante sempre.
Não caia no conto achando que boas palavras vendem, é preciso saber comunicar e a quem comunicar. Faça valer seus minutos preciosos em frente a uma tela de computador e principalmente quando for finalizar suas reuniões com a equipe de criação. Saiba captar os sinais, aprenda com seus erros primários. Começou? Termine.
3. Nunca deixe de responder a nenhuma pergunta. O vazio de respostas indica inclinação à eterna indecisão. Os segundos de silêncio muitas vezes representam falta de comprometimento. Termine os assuntos de frente e no verso nunca finalize suas frases com palavras de pessimismo e fuga do tipo “eu sei, eu sei”.
4. Respeite seu tempo e corra atrás quando seu limite chegar. Não espere, faça acontecer. Você é sem dúvida seu maior incentivador e isso ninguém pode lhe tirar. Ao contrário, quanto mais você se mostrar capaz, mas as pessoas se aproximarão e tentarão sugar esta sua energia construtiva.
5. Princípios. Trabalhe para obter resultados satisfatórios, fuja de especulações infundadas ou picuinhas. Uma vez que a palavra é dita, não se pode voltar atrás. Pense sempre antes de agir e aja com princípios.
6. Seja curioso e positivo. O maior trunfo de um profissional é ser ímpar na maioria das vezes. Isso torna o trabalho leve, incansável e prazeroso. Nada como um dia após o outro para aprender com um belo sorriso alheio.
7. Ética, coerência e respeito. Siga a regra e não seja uma exceção. Não existe um manual a ser seguido, o que prevalece é o bom senso comunitário na hora de ser um profissional ativo e altivo.
Cada pessoa possui uma característica dominante, a chave está em saber dosar os extremos e encontrar o ponto de equilíbrio entre a razão e a sensibilidade que permeia nossa vida.
Existem momentos em que o que mais queremos é jogar tudo para o alto e sair gritando, nessas horas pegue o seu floral, leia seu livro, acenda um incenso, estude, escreva, queime as idéias, não a cabeça.
Encontrar a solução é a maior cartada.
Invista tempo e saúde no seu trabalho, na sua carreira e principalmente em satisfazer suas necessidades de ser profissional onde quer que esteja atuando.
O campo de batalha é longo, cheio de curvas e desníveis, de nada adiantará ficar vivendo quando só existe essa vida para você fazer acontecer.
Nem sempre escolhemos a profissão certa e esse é sem dúvida o preço mais alto que debitamos de nossa conta, já não nos bastam as cobranças pessoais?
Talento e ousadia não fazem mal a ninguém, da mesma forma que atenção e perspicácia fazem de sua vida um preço razoável a ser pago. [Webinsider]

domingo, 19 de setembro de 2010

A difícil arte de ser você mesmo


“A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre”.
Oscar Wilde

Você já se perguntou por que é tão difícil ser você mesmo?
Na realidade buscamos seres humanos iguais ou semelhantes a nós, pessoas com as mesmas opiniões, sentimentos, valores e crenças, por isso a diferença nos outros nos incomoda tanto, eles traem nossos princípios, logo julgamos que devem estar errados e lhes falta experiência ou conhecimento para evoluir até o nosso estado de grandeza.

Poucas pessoas possuem a coragem de realmente ser elas mesmas, a pressão contrária é muito grande e assim a maioria tenta se adequar ao comportamento social vigente e assim aos poucos se transforma naquilo que não é, afundando-se em falsas palavras, atitudes e sentimentos, causando aos outros uma sensação de sempre estarmos senhores da situação. Pura ilusão.

A cada dia distanciamo-nos um pouco mais de nós mesmos, e como numa neblina, um vazio frio e úmido passa a nos envolver. Nossos dias começam a se tornar tristes, nossas amizades vazias, pois nos enterramos em conceitos que não são nossos para parecer agradáveis aos outros, esquecendo de nossa verdadeira essência. 

Numa de minhas viagens encontrei com um morador de rua que sempre estava no mesmo lugar, não pedia nada, apenas olhava para o horizonte, um dia parei, lhe dei um sanduíche e sentei para conversar. Ele me contou sua historia, família, trabalho, amigos, ouvi com atenção e finalmente lhe perguntei o que havia lhe acontecido para ele decidir viver assim, nunca esqueci a sua resposta: 

“Eu me perdi de mim mesmo”.

Quantas pessoas estão hoje perdidas de si mesmas, vivendo valores, crenças, sentimentos e metas coletivas que não são suas, tentando alcançar um modelo de ser humano que a maioria das pessoas prega, mas não pratica.

Quantas pessoas magoam-se a si mesmos pelo temor gerado diariamente pela sociedade de que alguém possa rir de você, o medo de perder algo ou alguém, que percam o respeito por você, medo da rejeição ou mesmo para não magoar os outros. 

Você já parou para pensar o quanto estes medos e ferramentas de manipulação limitam os seus talentos.

Segundo Ralph Waldo Emerson você deve insistir em si mesmo; nunca imite. Seu próprio talento você pode apresentar a cada momento com a força acumulada pelo cultivo de uma vida inteira; mas do talento adotado de outra pessoa você tem apenas uma extemporânea posse parcial. Faça o que foi designado para você, e nenhuma esperança ou ousadia poderão ser demais. 

Lembre-se, ninguém é perfeito, você possui qualidades e defeitos como todos os demais seres humanos e por isso devemos aprender a conviver com eles e aceita-los. A beleza e a diferenciação humana estão justamente nestas imperfeições, “até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro" diria Clarice Lispector. 

Também esqueça a diplomacia, ser diplomático significa ser outra pessoa. Quer melhor sinônimo para hipocrisia do que, diplomacia? Seja simplesmente você mesmo! Não minta para si mesmo. Você não merece!

Não precisa temer uma punição. Porque temos que ser assombrados pelo medo do julgamento alheio?

Ser você mesmo é uma tarefa difícil e exaustiva. É uma tarefa diária, pois a todos os momentos sofremos influências profundas para, de alguma forma, reconstruir nossa personalidade seja da família, da escola, da Igreja, da empresa, do clube, dos amigos e dos inimigos.

Mesmo com este processo de reconstrução constante não somos aceitos pelo que somos. Somos aceitos pelo que os outros querem que sejamos. E então, mudamos. Vivemos mudando. Mudamos nosso jeito de falar, de se vestir, de ver o mundo, nossos gostos musicais, nosso modo de se divertir e de repente você acorda numa manhã qualquer e não se reconhece mais. È neste momento que você descobre que se perdeu de si mesmo.
Tenho consciência de que mudar é a nossa única certeza na vida, é inevitável desde que isso seja feita para o seu próprio desenvolvimento pessoal, não para agradar os outros ou construir personagens politicamente corretos.

Como diria Pablo Picasso “qualquer outro terá todos os meus defeitos, mas nenhuma das minhas virtudes.”

Assuma o seu “EU” verdadeiro, pare de representar papeis socialmente corretos, crie o seu próprio espaço, solte as rédeas do seu verdadeiro talento. Acredite em si mesmo, aceite seus defeitos e qualidades e siga em frente.
Suce$$o
Roberto Recinella

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Como o mau uso do e-mail pode prejudicar o seu trabalho


da Comunidade Grupo Foco 
Por Renato Grinberg*

Esquecer de anexar o arquivo, enviar a mensagem para a pessoa errada, responder a todos por engano ou cometer um erro de informação. Quem nunca passou por uma situação constrangedora ao enviar um e-mail indesejado? Algumas vezes, a ocasião pode ser facilmente contornada, porém, dependendo do desvio, a falta de cuidado pode gerar até demissão. Lembre-se que para efeitos legais, o e-mail é considerado como um documento oficial e pode ser usado até em processos jurídicos.

Você tem o costume de verificar cuidadosamente a mensagem e o remetente antes de apertar o botão “enviar”? Caso a sua resposta seja sim, parabéns! Isso mostra que é uma pessoa atenta aos detalhes e que, dessa maneira, evita prejuízos na sua vida pessoal e profissional. Mas, se respondeu não, pode já ter passado por alguma saia justa ou, então, estar correndo grandes riscos de errar.

No ambiente corporativo, a responsabilidade do envio correto de mensagens eletrônicas cabe a todos os profissionais. Por isso, é preciso que os líderes orientem sua equipe quanto às consequências e formas de evitar falhas. Se for preciso, elabore regras de utilização do e-mail a serem seguidas pelos colaboradores da sua empresa. Assim, terá mais chances de evitar futuras preocupações.

Veja as dicas abaixo e escolha a sua forma de gerenciamento das mensagens eletrônicas.

1) Pense antes de agir – Pare e releia a sua mensagem. Analise a real necessidade de enviar aquela informação aos destinatários, além de medir as possíveis consequências que sua atitude pode gerar. Se achar que está escrevendo uma “bomba atômica”, é melhor cancelar o envio. Ou melhor, nesses casos, quando suas palavras não trarão bom retorno a você em nenhuma hipótese, opte por não registrar nada por escrito.

2) Escreva o nome do destinatário por último – Ao escrever uma nova mensagem, verifique-a primeiro e deixe a tarefa de completar o campo de destinatário por último. Assim, você evita mandar o conteúdo para as pessoas erradas ou então responder a todos por engano.

3) Desative a opção “enviar automaticamente” – Com tantos e-mails para responder diariamente, é natural desejarmos tirar todos da frente o mais rápido possível. A consequência é a diminuição da atenção em detrimento à velocidade. E é justamente nessas ocasiões em que os erros aparecem. Se você se familiariza com essa situação, é melhor prevenir. Não ative a opção “enviar automaticamente” para que o e-mail fique preso na sua caixa de saída e só possa ser enviado após sua certificação. Mas cuidado para não esquecê-lo na caixa.

*Renato Grinberg é diretor Geral do portal de empregos Trabalhando.com.br e especialista em carreiras e mercado de trabalho

domingo, 12 de setembro de 2010

Você se estima?


por Patricia Wolff, autora convidada para a série “Competências”

“O importante não é aquilo que fazem de nós, mas o que nós mesmos fazemos do que os outros fizeram de nós”. Jean-Paul Sartre

A autoestima nada mais é do que aquilo que eu falo sobre mim para mim mesmo, isto é, a nossa voz interna que reflete nossos pensamentos e sentimentos sobre nós mesmos.



Nossa autoestima será boa se nos virmos com bons olhos. Mas se nos percebemos como uma pessoa inadequada, com limitadas competências, iremos gerar insegurança que se fará refletir em nosso comportamento.
Exemplos de voz interna:
  1. Nas reuniões com meus pares e chefe é melhor ficar quieto, pois minhas opiniões não ajudarão em nada.
  2. Eu tenho o direito de me expressar. Quando tiver uma opinião irei apresentá-la, pois o máximo que pode acontecer é não concordarem com ela. Não ficarei com medo das criticas dos outros.
Quem sou eu? (eu real) Quem eu acredito que sou? (eu ideal). Na diferença entre estas duas respostas podemos chegar a algumas conclusões:
  • Autoestima baixa é decorrente do sentimento de desaprovação do eu real comparado ao eu ideal.
  • Autoestima equilibrada é decorrente do sentimento de aprovação do eu real comparado ao eu ideal.
Felicidade, amor, sucesso, todas as formas de realização pessoais estão profundamente ligadas a maneira como você se percebe e avalia.

Seis pilares

O psicólogo, especialista em autoestima, Nathaniel Branden, define seis “pilares” da autoestima. Para ele a autoestima não é o sucesso em si, mas uma série de condutas virtuosas, as práticas internas, que tornam possíveis os sucessos. São eles:
  1. Consciência: prestar atenção ao que acontece, ao que se faz, sem esquecer o contexto no qual surgem os sucessos, as experiências, as ações.
  2. Aceitação: reconhecer os próprios pensamentos, emoções e ações sem se repudiar.
  3. Responsabilidade: compreender que se é o autor das próprias escolhas e ações, que se é responsável pela própria vida e bem estar. Responder conscientemente aos desafios da vida.
  4. Assertividade: ser autêntico no trato com os outros, negando-se ocultar o que se é ou avalia ser, para ganhar a aprovação. Estar preparado para defender os próprios valores e ideias.
  5. Propósito: identificar objetivos de curto e longo prazo e as ações para obtê-los. Acompanhar a implementação das ações para garantir que se mantém no caminho desejado.
  6. Integridade: ter congruência entre discurso e prática. Dizer a verdade, honrar os compromissos e exemplificar, com ações, os valores que se sustenta.
O mais importante, neste caso, é começar a separar identidade de resultados. Tarefa árdua.
Podemos influenciar algumas situações com nosso comportamento, mas há fatores incontroláveis que afetam o resultado. Além disso, quando colocamos a responsabilidade das nossas realizações no mundo externo ou no outro, e o foco no TER, corremos um sério risco de “perder” ou ficar sem no momento que mais precisar, o que poderá gerar ansiedade e insegurança.
Quando a pessoa age com integridade, faz suas escolhas baseadas em seus valores, no SER, sente-se muito mais segura, serena e sólida. Esta pessoa poderá até ter êxito (e provavelmente terá), mas se por algum motivo isso não acontecer não se definirá como um fracasso, pois terá a paz de espírito por ter agido em harmonia com seus valores. Neste momento buscará novas alternativas e seguirá em frente.
Portanto, quanto mais sua autoestima estiver vinculada a sua identidade, maior a probabilidade de ser feliz, amar e obter sucesso.

100 pontos: e então, como anda sua autoestima?

Aproveito para lançar um desafio. Que você faça uma lista, com no mínino 100 qualidades! 100 qualidades? Será que eu tenho tudo isso!? Que tal experimentar?


Participe, compartilhe suas idéias e vamos em frente sempre, rumo aos nossos objetivos, desejos e realizações, e prepare-se para ter ao seu lado a melhor companhia do mundo para esta deliciosa jornada … você mesmo!



Declare independência e ganhe mais tempo para fazer o que você quer


7 de setembro é a data em que se comemora a Independência do Brasil, no dia em que D. Pedro I desembainhou a espada, às margens do Ipiranga, e disse um sonoro “não” a Portugal.
Os motivos e efeitos disso poderiam ser debatidos, mas o que interessa ao nosso tema de hoje é que estar apto a dizer um sonoro NÃO, quando necessário, permite mudar muita coisa em nossas vidas.
O jornal A Gazeta, de Vitória/ES, publicou hoje – comemorando o dia da Independência – a matéria “7 maneiras de declarar sua independência”, e uma delas (na qual contribuí como convidado) é pela questão de ter tempo livre para o que se quer fazer, e não so para o que se é obrigado a fazer.





Respondi que vejo 2 ingredientes para que o ganho de produtividade nas nossas vidas não se traduza apenas em ter mais tempo para cumprir obrigações.
O primeiro deles é ter um objetivo: é preciso saber o que estamos tentando conseguir ao procurar acrescentar eficiência e produtividade às nossas vidas. Afinal, efetividade não é terminar as tarefas mais cedo, e sim fazer as tarefas que conduzem ao resultado desejado, mesmo que este resultado seja ter mais tempo livre para cuidar dos filhos, aprender um instrumento ou andar de bicicleta!
Mas o segundo é o mais importante, embora demande mais estrutura para poder ser praticado: é preciso saber dizer não.







Minha colaboração com a matéria sobre Independência que a Gazeta publicou foi sobre o bom emprego do NÃO, nestes termos:

“Precisamos aprender a deixar de usar a frase “não tenho tempo” como uma má desculpa, e adotá-la como um bom motivo para não fazer aquelas coisas que em nada acrescentam aos nossos objetivos. Assumir que “não tenho tempo” para fazer uma série de coisas me permite manter a agenda com espaço livre para fazer aquelas que acrescentam ao meu desenvolvimento pessoal, empregabilidade e à busca dos meus objetivos!”

Afinal de contas, só acordar cada vez mais cedo, ir dormir cada vez mais tarde e buscar cada gota de eficiência no nosso dia-a-dia de nada adianta, se for para só ficar eternamente correndo atrás da máquina por obrigação.

Declare independência do que você não precisa fazer, e tenha mais tempo para o que lhe acrescenta!

sábado, 11 de setembro de 2010

Como fugir da “zona de conforto” e transformar ideias em projetos de sucesso

Especialista afirma que dedicação é a chave do sucesso para o empreendedorismo, já o comodismo é o início do declínio


Por Redação Administradores, www.administradores.com.br
Uma característica marcante dos negócios de sucesso é que, por mais que as empresas se encontrem em momentos bons (estáveis), procuram novos desafios e maneiras de se reinventar.

Por isso, ser empreendedor não é tarefa das mais fáceis. Além dos riscos pertinentes, existem também as características inerentes a personalidade de cada um. Essas características podem ser determinantes para uma trajetória de sucesso ou para o fracasso de um projeto.

Nesse aspecto, uma dica do consultor empresarial Marcio Nobre, sócio da Nobre Consultoria Empresarial, é que o empreendedor sempre busque fugir da zona de conforto. "O problema do profissional comum, assim como em qualquer área, é o comodismo. Conquistam alguma coisa e já se sentem realizados. Esse é o início do declínio", explica Nobre.

O consultor afirma que um empreendedor de sucesso deve ter muito jogo de cintura para poder lidar com as mais variadas situações e manter seu negócio sempre em ascensão. "É quase uma busca sem fim, e acaba sendo cansativo se o negócio não o deixa satisfeito no dia a dia. Afinal, é importante manter a equipe sempre motivada, independente de bons salários", diz o consultor, que acredita no marketing como uma boa estratégia de atrair novos clientes.

Nesse processo, a dedicação e comprometimento naquilo que se faz são ingredientes chaves para o sucesso. Pessoas mais dedicadas e comprometidas têm mais chances de alcançar as metas almejadas.

Esteja preparado

Dominar a área de atuação ou ter informações suficientes para realizar com destreza as atividades em determinado setor é outro passo importante para alcançar melhores resultados. Quanto mais informada a pessoa estiver, mais chances ela tem de crescer em sua área.

O consultor Nobre explica que a formação de nível superior e cursos são importantes, pois oferecem o estudo base da profissão. Contudo, acredita que este não é um fator imprescindível. "É bastante comum vermos profissionais sem curso universitário que conseguem obter sucesso e muitos com formação que simplesmente não emplacam", alerta o consultor.

Novo negócio?

Existem algumas pessoas que desejam mudar radicalmente sua postura profissional e desvinculam-se do mundo corporativo para montar o seu próprio negócio. Nesses casos, é preciso ter atenção redobrada para não cometer vacilos. É importante, antes de iniciar esse procedimento, certificar-se de que há capital de giro suficiente para se manter independente do negócio. "Todo começo é bastante desgastante e o lucro não é obtido logo no início. Por isso é necessário ter sempre alternativas, caso as coisas não saiam como planejado", finaliza Nobre.

O ideal é estar antenado, buscando atualizar-se com as modificações e necessidades do mercado. Estar atento aos propósitos da empresa trabalhando em conjunto com uma assessoria preventiva que precaverá a empresa de possíveis danos e contratempos futuros.