quarta-feira, 26 de maio de 2010

Um currículo matador!

Veja dez dicas de como preparar um currículo e se tornar um profissional desejado pelas empresas.

Por Fábio Bandeira de Mello, www.administradores.com.br


Este é um excelente momento para aqueles que estão procurando um estágio ou que querem retornar ao mercado profissional. De acordo com a pesquisa Expectativa Líquida de Emprego realizada pela instituição Manpower Employment, aumentou em 10% a intenção das empresas de contratar no primeiro trimestre, comparado com o ano passado. Para oportunidades em estágio, a Nube e o CIEE já anunciaram 78 mil vagas só no primeiro trimestre.



Mas, com tantas oportunidades disponíveis, o que fazer para chamar a atenção da empresa e conquistar a tal sonhada vaga?

Muitos especialistas afirmam que, nesse momento, o primeiro passo é elaborar um bom currículo. Colocar todas as informações acadêmicas e profissionais de forma organizada nessa apresentação inicial pode ser o grande diferencial para estimular o entrevistador a convidar o candidato a participar do processo seletivo.

Segundo Luiz Gustavo Coppola, superintendente de Atendimento do CIEE de São Paulo, as oportunidades se multiplicam nessa época e é importante está preparando para aproveitá-las. "Esse é o momento ideal para o jovem conseguir uma oportunidade de complementar com a prática seu aprendizado teórico. Portanto, investir um tempo na preparação do currículo é fundamental para alcançar o resultado esperado", ressalta Coppola.

Já a gerente de treinamento do Nube, Carmen Alonso, alerta que um dos grandes problemas na busca da procura de um emprego é a falta da atualização e organização das informações no próprio currículo. “A cada 20 candidatos em um processo seletivo, pelo menos cinco estão com o currículo desatualizado. Isso é muito prejudicial para a imagem do profissional”.
Para criar um currículo “matador” e eficiente, a gerente enumera dez dicas preciosas sobre o que o mercado de trabalho valoriza. Confira!

1. Dados pessoais colocados no início facilitam a identificação do candidato. É desnecessário colocar número de documentos ou referências pessoais, exceto quando solicitado pela empresa.

2. Crie um e-mail profissional. Evite os do tipo gatinha@provedor.com.br

3. Objetivo - Indique somente uma área de interesse. Caso queira se candidatar a oportunidades de áreas diferentes, é recomendável ter mais de um currículo com objetivos distintos.

4. Qualificações - Lembre-se de que é um resumo. Destaque no máximo quatro principais qualificações adquiridas em experiências de trabalho formais e informais. Suas inúmeras habilidades poderão ser demonstradas ao longo do processo seletivo.

5. Formação Acadêmica - Ordene de sua atual ou última graduação para a primeira, obedecendo a sequência: Curso, Instituição de Ensino, Ano de conclusão ou ano de início e término. Coloque nível técnico ou ensino médio apenas quando for relacionado à formação atual ou área de interesse. O mesmo vale quando já tiver cursado mais de uma graduação.

6. Experiências Profissionais - Mencione o nome da empresa e o período em que atuou. Colocar informações sobre a empresa mostra que você se preocupou em contextualizar quem analisa o currículo.

7. Atividades realizadas - Descreva sua experiência de forma objetiva, sempre respondendo à sigla CAR (Contexto, Ação e Resultado).

8. Idiomas - Ao citar idiomas, detalhe seu nível de proficiência. Experiências de intercâmbio também são muito valorizadas.

9. Formação Complementar - Inclua os treinamentos e cursos já realizados, se tiverem afinidade com a futura área de atuação.

10. Atividades Complementares - Aproveite esse espaço para valorizar atividades exercidas por você no meio acadêmico e social.

Com essas informações, é possível elaborar um currículo conciso e atraente. "No entanto, o mais importante é ler bastante e se manter atualizado por meio de cursos, para fazer um bom trabalho também no processo seletivo", 

terça-feira, 25 de maio de 2010

Como ser 1000 vezes mais eficiente




Como ser 1000 vezes mais eficiente

Confesso que exagerei no título para chamar a atenção, não conheço um método mágico que aumenta milagrosamente a eficiência em 1000 vezes. O que abordo no texto são dicas simples de como ser mais produtivo no dia a. Pensei muitas vezes se deveria ou não escrever este artigo, afinal, é tudo muito óbvio. Mas quando observo que 80% das pessoas que conheço, em todos os níveis hierárquicos, não seguem estas dicas, achei que seria relevante.

1. Tenha uma agenda. Pode ser em papel, eletrônica, no notebook, Palm, iPhone, Blackberry, o que seja, o importante é que seja ideal para você. Para que funcione tem que ser um lugar único onde você anota todos os seus compromissos e que você acesse todos os dias. Pela minha experiência, a agenda ideal deve ser eletrônica, portátil e sincronizada com outro dispositivo. Este último ponto significa que você sempre mantém uma cópia do conteúdo em outro lugar, geralmente seu computador ou notebook. Alguns smart phones fazem isso automaticamente, em outros casos a sincronização é manual via cabo, infravermelho ou Bluetooh. Apesar da minha preferência acho perfeitamente possível que alguém possa ter uma boa agenda em papel se for disciplinado.

2. Use sua agenda. Todo compromisso e contato importante deve estar anotado na agenda, por isso ela tem que estar sempre à mão. Se ela for eletrônica e com sincronização, como recomendei, você nunca perde os dados, só vai acumulando com o tempo. Uma vez que você anota o aniversário de alguém nunca mais vai esquecer de dar os parabéns; ano passado visitei um cliente em Niterói e descobri um bom rádio-taxi para me levar ao Santos Dumont, está anotado para quando precisar de novo; quinta-feira da próxima semana tenho uma reunião importante com minha chefe, já tinha programado um lembrete hoje para que eu comece a me planejar. Notem que em nenhum destes exemplos gastei tempo adicional para me organizar, é apenas uma questão de anotar no lugar certo  uma única vez, aí você usa a informação quando e se precisar.

3. Planeje suas atividades antes de executá-las. Já esteve numa reunião improdutiva ? Visitou um cliente e ninguém sabia direito o que falar ? Podemos aumentar enormemente a produtividade em nossas atividades setomarmos apenas 10 minutos para planejar antes, nada de muito complexo, basta refletir um pouco sobre o assunto. Quem estará presente ? Qual o objetivo ? Qual o papel de cada um ? Olhou o endereço no Google Maps ? Qual o número e código da teleconferência ? Testou o datashow antes ?

4. Defina sempre próximos passos e responsáveis. É muito comum reclamar que  participamos de uma monte de reuniões e nada acontece, ou após uma sessão de brainstorm comentar que foram geradas várias boas idéias mas nenhum resultado prático. Sempre ao final de qualquer atividade reserve 10 minutos para resumir o que foi discutido e definir quais são os próximos passos, quem é o responsável e quando. Se o próximo passo for “Discutir em breve com a equipe de finanças da planta” não adianta nada. Tem que ser específico, tipo “O Renato Silva, gerente de custos da planta, apresentará um plano até o dia 15-Junho”. Dica importante: pessoas executam tarefas. Quando alguém quer me convencer a deixar um próximo passo a cargo de um departamento (“a equipe de vendas”) ou função (“o gerente de marketing de cada linha de produto”) eu costumo brincar, “Qual o CPF do responsável ?”, se não tiver resposta é porque não está muito claro.

5. Use seu tempo inútil para coisas úteis. Sabe aquelas atividades obrigatórias e chatas que todos temos que fazer ? Elaborar atas de reunião, fazer relatório de despesas, preencher formulários na internet para requisitar férias, responder pesquisas de opinião interna, etc.  Você pode optar por simplesmente não fazer ou ”deixar para depois”. Se fizer isso será cobrado em cima da hora, vai parar tudo que está fazendo para resolver e reclamará que não tem tempo para nada porque vivem te pedindo para executar tarefas burocráticas. Ou você pode fazer isso naqueles momentos inúteis e improdutivos que sempre aparecem, por exemplo, sala de embarque em aeroporto, sala de espera de clientes, atrasos de outras pessoas para uma reunião. Às vezes você simplesmente está num dia ruim e não consegue fazer nada de muito complexo, é um bom momento para resolver estes assuntos operacionais que não exigem muito  raciocínio.

6. Última dica. Tudo isso parece muito simples e fácil, mas pouca gente faz. Comece hoje e tenha um diferencial !

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Nove palavras ou expressões contraindicadas no trabalho


Forbes.com publicou recentemente um artigo de Linnda Durre, consultora, psicóloga e autora do livro “Surviving Toxic Workplaces” (“Sobrevivendo a Locais de Trabalho Tóxicos), que listou as nove piores expressões e palavras para se dizer no trabalho.
O IG reproduziu e nós trouxemos aqui para que confiram:


Vou tentar
O que realmente significa: “não quero fazer, mas não vou dizer isso agora”
Como driblar: “Ponha paixão no seu trabalho”, recomenda Linda no artigo para a Forbes. Assim, se o projeto não der certo, provavelmente é porque não era a hora – e não porque você não deu seu melhor.


Tanto faz
O que realmente significa: “quero me livrar desta proposta logo”
Como driblar: evite esta expressão a todo custo. Na opinião de Linnda, utilizá-la cria um muro entre você e a pessoa para quem você respondeu. Se não confia em uma proposta, há outras maneiras de dizê-lo.


Talvez e Eu não sei
O que significa: “não quero tomar uma decisão”
Como driblar: claro que ninguém tem certeza do que é preciso fazer o tempo todo. Mas às vezes estas expressões funcionam como uma tentativa de sair da berlinda. Fique atenta para não cometer esse erro.


Eu te dou um retorno
O que significa: “quero adiar o andamento deste projeto”
Como driblar: ao ouvir uma dessa, insista na pergunta: “quando voltamos a nos falar?”. E relembre a pessoa que você precisa de um retorno, por e-mail ou mensagem de texto.


Se
O que significa: “quero jogar a culpa nos outros”
Como driblar: evite usar a palavra em um contexto específico, como “se o Fulano fizer a parte dele, eu faço a minha”. É preciso entender que cada um tem sua parte – e não se apoiar nisso.


Sim, mas…
O que significa: “não quero me envolver no projeto”
Como driblar: pergunte a si mesma se, ao dizer “sua ideia é ótima, mas…”, está listando obstáculos reais ou apenas se apoiando para não participar da execução de um projeto.


Eu acho…
O que significa: “não me importo o suficiente”
Como driblar: não chute. Ao ser perguntada sobre algo, cheque os dados. Se preciso, diga a seu chefe que você vai verificar, e depois dê um retorno a ele.


Vamos ver
O que significa: “quero evitar confronto”
Como driblar: para Linnda, esta frase é conhecida de todas nós desde quando éramos crianças. Lembra do quanto era frustrante pedir autorização para um passeio e ouvir seu pai responder “Vamos ver”? Não repita esta experiência no trabalho, seja você chefe ou subordinada. Dê explicações claras e, se precisar de um tempo para decidir, combine um retorno e o cumpra.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Oito desafios para melhorar o desempenho do seu negócio


Qual é o segredo dos empreendedores para crescerem em tempo de crise? Para responder esta pergunta, a Ernst & Young realizou um estudo mundial com empreendedores de primeira linha.


O objetivo do estudo foi descobrir as lições aprendidas e  implantadas pelas empresa em resposta à crise econômica global.


A pesquisa foi feita no terceiro trimestre de 2009, com  3.100 vencedores e finalistas do Prêmio Empreendedor do Ano  da Ernst & Young. Os entrevistados estão espalhados por mais de 50 países, que representam 90% da economia global.


Uma característica comum à maioria dos entrevistados é a inovação. Quando perguntados sobre o que  estavam fazendo desde o início do ano para aproveitar as  oportunidades surgidas com a crise, praticamente todas as respostas tiveram como base a determinação de  inovar.


Segundo a Ernst & Young, inovação não é simplesmente uma receita usada em  casos de emergência quando surge a crise. Trata-se de uma estratégia sustentável que as empresas devem insistir em usar.


Com base nos resultados da pesquisa, a Ernst & Young elaborou uma lista com os oito principais desafios para melhorar o desempenho não só de pequenos empreendimentos, mas também de grandes empresas. Veja a seguir:


1. Reavalie seu modelo de negócios. Inclua inovação e desafie constantemente seu modelo atual de negócios com base no novo cenário.


2. Otimize seu alcance no mercado. Otimize seu alcance no mercado global e mix de produto/serviços para explorar novas oportunidades, alcançar os melhores resultados e eliminar os riscos.


3. Otimize a flexibilidade de suas operações. Aumente a capacidade de resposta de sua organização, tornando-a mais flexível e potencializando recursos.


4. Revitalize a forma de gestão dos riscos. Identifique a complexidade total dos riscos do mercado e desenvolva e alinhe uma estrutura sólida de controle para seu negócio.


5. Otimize a disponibilidade e o emprego de capital. Reflita sobre a importância contínua do “caixa” e captação restrita, otimizando a disponibilidade e o emprego de capital para gerar um balanço patrimonial mais flexível e robusto.


6. Aprimore seu talento gerencial. Obtenha, retenha e implemente uma equipe de gestão capaz de tratar dos complexos ambientes de mercado e organizacional.


7. Acelere seu processo de tomada de decisões e sua colocação em prática. Tome e coloque em prática decisões de forma mais ágil para aproveitar as oportunidades e responder mais rapidamente a situações inesperadas.


8. Fortaleça a confiança de seus stakeholders. Retome e retenha a confiança dos públicos com os quais se relaciona por meio de uma comunicação melhor e mais transparente sobre desempenho financeiro e não financeiro.

20 dicas para seu currículo ser lido pelas empresas

20 dicas para seu currículo ser lido pelas empresas
As universidades formam mais profissionais que o mercado tem capacidade de absorver. Mais um motivo para seu currículo “falar” mais alto do que o de seus concorrentes.Um currículo enviado é sempre uma esperança. Você o imagina lá na mesa, ou sendo lido pelo seu futuro contratante. Cada linha é estrategicamente pensada para persuadir a empresa e colocar você no topo da preferência pela contratação.
Só tem um pequeno problema: mais 200 excelentes candidatos tiveram a mesma ideia. Talvez você ainda não saiba disso, talvez já tenha imaginado, mas uma coisa é certa: para REALMENTE ficar no topo da pilha de currículos – levando em conta que eles não serão dispostos em ordem alfabética -,  você precisa de uns truques. E, olha que interessante, preparamos 20 dicas matadoras para seu currículo fazer bonito em qualquer processo seletivo. Vamos lá?
Quanto à forma
1. Seja original. Existem milhares de modelos na web e outros tantos em papelarias espalhadas pelo Brasil. Não caia no erro de copiar qualquer um deles. No caso dos comprados em papelaria o risco é ainda mais grave, uma vez que a maioria funciona como modelo de contrato nos qual você apenas “preenche as lacunas”. Vale o lembrete: baixe alguns modelos da web para ter boas ideias como referência apenas.


2. Não exagere no papel e nos envelopes especiais: Papel de qualidade não quer dizer papel com textura e alto relevo. No caso específico dos currículos, opte sempre pelo formato A4 (padrão de documentos no Brasil), branco, liso e com gramatura de 90 g/m2. O diferencial está no que você vai escrever e não em como estará impresso! No caso dos envelopes não invista tanto em modelos importados pois é quase certo que serão descartados antes de chegarem ao avaliador.

3. Seja sucinto. Resuma ao máximo o que você vai falar para que tudo fique claramente exposto em poucas folhas. Nada de folha de rosto, índice, redação emotiva etc. Você não está fazendo um relatório!

4. Escolha uma letra chamativa, mas nem tanto. Lembra da dica número 1, sobre ser original? Ela se aplica em igual medida à escolha das fontes, ou seja, o tipo de letra em que serão impressas as informações. Neste sentido, fuja da Times New Roman, padrão na maioria dos processadores de texto e também das letras infantis ou de fantasia, que darão ao seu currículo um ar amador.

5. Cuidado com o tamanho da letra. Imagine que seu avaliador seja um profissional sênior e, em função disso, necessite de óculos de leitura. Esse é só um dos exemplos que justificam a escolha que letras com no mínimo 10 pontos. Menos do que isso é prejudicial. Se não estiver cabendo, faça um resumo das informações.

6. Cor da letra? Sempre preto. É forte a tendência se de tentar usar um cinza para deixar o design mais leve. Mas, reduza no máximo a 75% de preto. E se puder, use o preto 100%, que é sempre a melhor indicação.

7. Currículo é um documento sóbrio. Portanto, nada de desenhos, gravuras, ilustrações, molduras, bordas, fadinhas, sinos, mensagens religiosas. Combinado?

8. Só existe um formato possível: A4. Pense sempre que seu currículo será classificado numa pasta no arquivo da empresa. Portanto, um envelope do tamanho de uma pasta de correio, ou do tamanho de uma pequena caderneta de telefones não contra-indicados. Escolha com segurança: A4, o padrão nacional de documentos.

9. Não imprima em formato paisagem. Ninguém quer virar o seu currículo de lado para ler, especialmente se ele estiver grampeado a vários outros, ou fixado em uma pasta. Arranje outras maneiras de ser diferente
    Quanto ao conteúdo
    10. Apresentação: Escreva, no máximo, um parágrafo de apresentação com seus objetivos profissionais e função a qual está se candidatando. Todo cuidado é pouco com os erros de ortografia e gramática. Antes de imprimir ou enviar, distribua para alguns amigos darem uma olhada. Um olho destreinado sempre identifica mais coisas do que nós mesmos.

    11. Dados pessoais: caiu em desuso preencher currículos com número de documentos, até por questões de segurança. A formatação ideal é nome, estado civil, naturalidade, data de nascimento, endereço, e-mail e telefones para contato.

    12. Formação: Um dos campos mais importantes, onde você deve ser objetivo ao extremo. Relacione a instituição, a data de conclusão e o curso realizado. O mais importante: não invente, não afirme em um documento realidades inexistentes. Logo, logo a verdade aparece. Este detalhe é importante na hora do idioma. Vivemos hoje em uma economia global. Não deixa para avisar ao seu chefe que seu francês não é lá essas coisas com a passagem para o congresso já comprada.

    13. Experiência profissional: outro campo importantíssimo e que deve ser preenchido de forma concisa e condizente com a verdade. Nada de exageros ou funções não exercidas pois lembre-se que seu atual ou antigo empregador está a um email de distância.

    14. Informações adicionais: É importante relacionar cursos paralelos e interesses pessoais. Este campo pode ser mais ou menos abrangente, de acordo com sua profissão e função pretendida. Para um jornalista, por exemplo, é válido relacionar os congressos, interesse por fotografia, livros lidos e/ou publicados etc. Para um engenheiro o campo pode ser utilizado para demonstrar projetos e empreendimentos pessoais, relativos à sua atividade.
      Quanto ao formato de entrega
      15. Correio tradicional: Normalmente utilizado quando você identifica uma vaga em jornais ou sites de emprego. Vale enviar como carta registrada ou até mesmo SEDEX para evitar extravios e poder ter certeza da data de entrega.

      16. Pessoalmente: Em caso de indicação direta ou até mesmo uma ligação do empregador é de bom tom levar o currículo pessoalmente, oportunidade que você pode aproveitar para conhecer a empresa .

      17. E-mail ou via site especializado: A forma mais utilizada hoje em dia, por ser a mais prática. Tenha também uma versão em PDF. Cópias em WORD  também são utilizadas, mas são editáveis.
        Quando atualizar?
        18. A cada mês : Reavalie o modelo e o layout. Pesquise atualizações na internet e veja o que pode ser aplicado. Tenha sempre uma cópia impressa, uma em PDF e uma em pendrive com você.

        19. A cada seis meses: Levando em conta que, hoje em dia, vivemos em numa cultura de conhecimento onde o aprendizado é diário, você muito provavelmente participou de algum evento ou congresso que merece nota.
          20. A cada ano: Faça uma revisão geral, atualize as datas de cursos e experiência profissional, sua idade e campos sazonais.

          segunda-feira, 10 de maio de 2010

          Conheça 8 situações capazes de arruinar uma entrevista de emprego

          Mesmo preparado e confiante, algumas situações podem minar as chances de candidatos a vagas de emprego.

          Por MERIDITH LEVINSON, CIO/EUA




          O candidato chega a uma entrevista de emprego preparado e tem um início muito bom. A conversa flui suavemente e todas as coisas certas são ditas. De repente, vem a pergunta fatal, que ele não havia antecipado.
          Nesse momento, muitas pessoas desmontam. Patinam na resposta e falham ao impressionar o recrutador. A confiança vai pro espaço e as chances de conquistar o emprego acabam definitivamente.
          Seja uma pergunta surpresa ou outras situações complicadas, o candidato deve se preparar para o inesperado, pois são quase sempre elas que eliminam o profissional antes mesmo que o recrutador reflita sobre todas as entrevistas realizadas.
          Para ajudar os candidatos a se anteciparem, recrutadores e especialistas em carreira descrevem oito situações que podem arruinar a oportunidade, com conselhos sobre como contorná-las com elegância e sagacidade.
          1 – Você é pego desprevenido por perguntas impróprias ou ilegais.
          Não é nada ético que recrutadores perguntem coisas como o estado civil do entrevistado e se ele tem filhos. Em alguns lugares, chega a ser contra a lei. Mas alguns recrutadores fazem e deixam o candidato em uma situação muito embaraçosa.


          A coach de carreira Susan Whitcomb, autora de vários livros sobre gerenciamento de carreira, recomenda um processo de três passos ao responder a essas questões:
          1 – Evite uma resposta direta à questão caso tenha alguma chance de prejudicar sua candidatura;
          2 – Reflita rapidamente sobre a real intenção do recrutador ao realizar a pergunta;
          3 – Dê uma resposta que atenda à possível expectativa do recrutador.


          Quando questiona se o candidato é casado, por exemplo, o recrutador pode estar pensando em um estilo de vida que possa atrapalhá-lo no dia-a-dia do trabalho. Whitcomb sugere, por exemplo, que o usuário responda que está em uma relação sólida, com uma pessoa que dá apoio total na carreira e que dê exemplos sobre como a relação não atrapalhou empregos anteriores.
          2 – Uma mancha na carreira do candidato entra em discussão
          Muitos candidatos a emprego mostram alguma mancha em seu histórico de carreira, como uma demissão, uma passagem muito rápida em algum emprego ou até mesmo uma demissão por justa causa. A abordagem desse tema pode fazer toda a diferença.


          De acordo com Whitcomb, tentar ocultar esses fatos deve estar fora de cogitação. “Responda as respostas que você mais teme e encontre respostas positivas para todas. Durante a entrevista, se antecipe ao esclarecer algumas dessas questões sobre posições de trabalhos anteriores”, sugere. Uma boa saída é mostrar o que aconteceu, dizer o que aprendeu com a situação e comprovar que não repetiria erros do passado.
          3 – Uma resposta medíocre escapa
          Não importa quanto o candidato se preparou para uma entrevista, pode acontecer de ter um branco e dar uma resposta insatisfatória. Nem tudo está perdido, no entanto. O candidato ainda terá a chance de voltar à questão mais tarde, diz a especialista em carreira do site Vault.com, Connie Thanasoulis-Cerrachio.


          Connie relembra de uma entrevista em que deu uma resposta insatisfatória a uma pergunta inesperada, mas conseguiu contornar a situação 10 minutos depois. Ela lembrou de um projeto que faria parte de uma resposta satisfatória e perguntou se poderia voltar à questão anterior. O recrutador concordou e ela pôde consertar o erro.
          4 – Respostas sem objetividade
          Quando um candidato a emprego não sabe como responder determinada pergunta, ele costuma “enrolar” até que o recrutador desista daquela questão. Esse é um grande erro.


          Se você perceber que está indo para esse caminho, pare. “Não há nada errado em dizer que não entendeu a pergunta ou que precisa de mais detalhes para conseguir respondê-la”, diz Connie.
          A pausa para considerar uma questão de forma mais aprofundada também pode ser positiva, pois mostra ao recrutador que você tem a entrevista sobre controle. “Eu aprecio quando percebo que os candidatos entendem que estão perdendo o eixo e se estabilizam para retomar o controle”, afirma a recrutadora.
          Como saber se você está dando voltas? Whitcomb diz que as respostas à maioria das entrevistas de emprego não deveriam tomar mais de dois minutos para serem articuladas. A exceção é quando a questão aborda temas comporamentais.
          A estratégia recomendada é seguir uma sequência ao responder perguntas, no qual o candidato descreve a situação, métricas, ações, resultados e como tudo isso se adéqua ao valor que a empresa procura.
          5 – O candidato não tem uma habilidade requerida
          Há uma média de oito candidatos competindo por cada posição de emprego, de acordo com Whitcomb. Os empregadores podem se dar ao luxo de serem exigentes. As chances de você não ter todas as habilidades que são passadas aos recrutadores são grandes. De acordo com Whitcomb, isso significa que o candidato deve focar em mostrar ao recrutador que é aquilo que ele procura na pessoa que tem determinada habilidade, em vez de focar na habilidade em si.
          Um exemplo simples: se o recrutador procura conhecimento em uma tecnologia que o candidato não possui, Whitcomb recomenda que o candidato questione o que deve ser alcançado com aquela experiência ou conhecimento específico e mostre que pode alcançar aquilo. O candidato pode falar de alguma situação na qual conseguiu bom desempenho trabalhando com uma tecnologia que não dominava antes de entrar no projeto.
          6 – O candidato se desgasta
          As entrevistas de emprego podem ser desgastantes físico e emocionalmente. Elas podem durar um dia todo, envolver questões intensas, com diversos tomadores de decisões, às vezes em diferentes salas e prédios. Tudo isso pode acabar com a energia do candidato.


          Connie diz que, para manter a energia, a preparação prévia é muito importante: uma boa noite de sono e uma alimentação adequada durante o dia das entrevistas é fundamental. “O importante é se manter com energia para não baixar a guarda e qualquer medida que possa manter a energia em alta é bem vinda”.
          E se alguém lhe abordar em momentos entre as atividades perguntando como estão as coisas, não mostre fragilidade. As chances de essa pessoa conversar com os recrutadores é grande.
          7 – Problemas com o vestuário
          Roupa inadequada e com problemas, como a falta de um botão, pode trazer emergências que vão tirar do candidato foco na entrevista e fazê-lo se preocupar com outras coisas. É sempre bom estar preparado para essas situações carregando meias extras, kit de costura e tudo o que for necessário para garantir a aparência.


          8 – O celular toca
          Você está no meio de perguntas complicadas e esquece o celular ligado. De acordo com a lei de Murphy, ele vai tocar, invariavelmente. Se acontecer, a melhor forma é desligar o telefone rapidamente e se desculpar pelo mal entendido. E tenha a certeza de que o fez resistindo à curiosidade de checar quem estava ligando.

          Faça seu planejamento pessoal e trace objetivos

          por Emprego Certo UOL em 25/02/2010 na categoria Emprego Certo - UOL e Planejamento
          Faça seu planejamento pessoal e trace objetivos
          O início de ano todos nós somos invadidos por aquela sensação de que com as decisões certas todos os sonhos serão realizados. Só que entre o sonhar e o realizar existe o método. Nada de outro mundo, apenas metas, disciplina e organização que, juntos, recebem o nome de “planejamento pessoal”.
          Não estamos falando de uma disciplina de outro mundo, ou coisa de profissionais de marketing. O planejamento pessoal não só é acessível como mais do que recomendado para todos aqueles que têm muito que realizar, mas não sabem o quanto. Separamos algumas dicas:
          Conheça seus objetivos
          A primeira coisa para conseguir o que deseja é saber o que deseja. Liste seus objetivos de forma concreta e quantificável. Bons exemplos são comprar uma casa, trocar de carro ou estudar no exterior. Exemplos subjetivos demais como “ser feliz” não funcionam para o planejamento. Entenda que a felicidade é decorrência de sua realização pessoal.


          Cada objetivo deve ter uma ou mais metas para que possa ser ainda mais concreto, classificando-as por tempo a ser atingida. Separe as metas por curto, médio e longo prazo.
          Estabeleça suas estratégias
          É o momento de entender como você vai “chegar lá”. Criando estratégias para cada meta você vai poder estabelecer concretamente o que precisa fazer para os seus objetivos serem atingidos. Trabalhe com ações para um primeiro momento, um segundo momento, e assim por diante, fazendo uma lista de providências.


          Faça um levantamento de recursos
          Tudo muito bom, tudo muito bem, mas agora você precisa entender como andam suas condições de tempo, de dinheiro e logística para realizar suas metas. Quando falamos em recursos, muitos pensam somente numa boa poupança.


          Crie um cronograma
          O principal recurso quando se fala em planejamento pessoal é o tempo. Relacione cada uma das providências aos recursos necessários para realizá-las. Claro que aqui entra a questão financeira, mas, além disso, se você tem espaço em sua vida para se dedicar a essa providência, se vai precisar de alguém para ajudá-lo etc.


          Controle
          Uma vez criado, o planejamento roda sozinho? Não, claro que não.  Você precisa de tempos em tempos, de acordo com a duração de seu planejamento, verificar quantas metas foram cumpridas, ajustar datas etc.


          Em ação
          Trabalhar com planejamento é controlar os caminhos de sua vida para um destino mais feliz e realizado. Cada passo deve ser comemorado e cada tropeço encarado como oportunidade de aprendizado. Não desanime e seja perseverante para realizar seus sonhos.


          Esse artigo foi uma contribuição do Emprego Certo, o site de empregos do UOL, com exclusividade para o Minha Carreira.