quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Proatividade


de 


Muitas pessoas associam proatividade à iniciativa, mas ser proativo é muito mais do que simplesmente fazer as coisas primeiro. Os jovens da geração Y têm isso no sangue e podemos trabalhar para potencializar seus resultados.


Essa associação é comumente feita, pois ser proativo consiste na realidade em se antecipar a futuros problemas, necessidades ou mudanças. Isso não quer dizer que o profissional precisa ser vidente, mas que ele deve analisar seu ambiente de trabalho e estar preparado para agir a qualquer momento, independentemente da situação.


Essa característica é cada vez mais valorizada no mercado. Pessoas proativas costumam fazer questionamentos positivos que melhoram a qualidade do trabalho desenvolvido, até mesmo trazendo novas soluções para os problemas. Entenda que questionar não é criticar e sim propor novas soluções.


Para conseguir fazer tais questionamentos o profissional precisa estar sempre antenado com o assunto. Uma dica importantíssima: esta atitude deve ser diária. Não adianta fazer questionamentos uma vez por ano e achar que as pessoas conseguirão ver o seu lado proativo.


Também não adianta fazer milhares de questionamentos e propor novas ideias e não colocá-las em prática. Fazer acontecer também é uma forma de mostrar sua proatividade.


Já passei por isso na empresa em que atuo hoje. Analisei como a empresa funciona, encontrei a área de meu interesse, estudei sobre o assunto e vivi perguntando e pedindo informações. Até que um belo dia surgiu a oportunidade de atuar nesta área. Como já havia realizado um bom planejamento, eu conhecia um curso de especialização e hoje estou fazendo acontecer.


Então jovem Y, seja proativo: Planeje, Estude, Questione, Faça acontecer!

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Como economizar combustível




Como economizar combustível
Dez dicas para ajudar você a diminuir a sede do seu  carro
Texto: Rodrigo Ribeiro
Fotos: Sxc.hu
(30-11-10) - Nos segmentos de entrada, um dos itens mais observados pelo consumidor, além do preço, é o consumo de combustível. Sinônimo de economia de dinheiro ou fonte de desperdício, o consumo reflete inúmeros fatores, indo além da potência do motor e peso do carro. Como diversas coisas podem melhorar (ou piorar) o quando de combustível seu carro gasta, o WebMotors reuniu dez itens que podem te ajudar a diminuir a sede do seu automóvel.

1 - Mantenha os pneus corretamente calibrados
Parece um detalhe, mas manter seus pneus calibrados pode melhorar – e muito – o consumo de seu carro. A pressão deve ser conferida, no mínimo, a cada 15 dias, sendo o ideal uma verificação mensal. A pressão correta está indicada no manual do proprietário, em um adesivo na coluna B do lado esquerdo ou em um adesivo no bocal de combustível. Um detalhe importante: a calibragem deve ser feita com o pneu frio, logo após o veículo sair da garagem. Após alguns quilômetros, o ar dentro do pneu esquenta, aumentando a pressão interna e interferindo na medição.

2 - Abuse do câmbio
Quanto mais elevada a rotação do motor, mais combustível ele gasta. Por isso, não tenha receio em trocar as marchas abaixo dos 3 mil rpm. Em veículos com o câmbio curto, como hatches 1.0, é possível engatar a 5º marcha a 50 km/h, abaixando a rotação do motor e melhorando o consumo. Em terrenos planos e com o carro vazio, é possível também “pular” as marchas, passando da terceira para a quinta, por exemplo.

3 - Na descida, freio motor
Entrou em uma descida longa? Reduza a marcha. Deixar o carro descer uma ladeira em 3º marcha a 50 km/h não significa que você esteja gastando combustível ou judiando do motor. Em todos os modelos com injeção eletrônica, ao retirar o pé do acelerador o sistema corta o envio de combustível aos cilindros, o chamado cut-off. Desta maneira, é possível descer grandes desníveis sem gastar uma gota sequer de combustível. Outro benefício dessa postura é a segurança: usando o freio motor, o motorista ganha uma reserva de segurança no freio de serviço (pelo pedal).

4 - Já verificou os filtros?
Responsáveis por proteger o motor da sujeira externa, os filtros de ar e de combustível devem ser trocados sempre no intervalo recomendado pelo fabricante (ou antes disso, em situações de uso severo, como lugares empoeirados). Se ficarem muito sujos, os filtros perdem eficiência, prejudicando a queima do combustível – e aumentando o consumo.

5 - Porta malas sempre vazio
Antigamente era comum que os carros levassem um kit de reparo rápido no porta-malas, incluindo ferramentas e peças sobressalentes. Com o aumento da confiabilidade dos novos modelos e a disseminação dos auto-socorros 24 horas, levar peso extra no porta-malas só favorece o consumo elevado. Quanto mais quilos extras o veículo carrega, mais esforço ele precisa para se locomover. O resultado disso é um consumo de combustível maior. O mesmo vale ao andar com o tanque cheio, mas o aumento na frequência dos abastecimentos pode incomodar.

6 – Motor bom é motor quente
O projeto do motor a combustão faz com que seu melhor rendimento possível seja obtido no ciclo quente – e bota quente nisso, com a temperatura girando entre 97ºC e 103ºC, dependendo do combustível utilizado. Até chegar nesta temperatura, a injeção eletrônica envia mais combustível para os cilindros, para esquentar o bloco mais rapidamente, mas gastando mais combustível. O jeito é esquentar o motor mais rápido. E a melhor maneira para isso não é ligar o carro cinco minutos antes de sair de casa. O melhor método para acelerar o processo de aquecimento é sair com o veículo logo após a partida – mas sempre a baixas rotações, até o motor chegar à sua temperatura ideal.

7 – Ficou parado? Desligue o carro
Recurso cada vez mais popular na Europa, o start-stop começou a ser oferecido no Brasil recentemente, mas só em modelos caros, como o smart ForTwo mhd. Automático, o sistema desliga o motor em paradas mais longas para economizar combustível. Em congestionamentos ou semáforos com tempo de parada elevado, você pode fazer o mesmo com seu carro, desligando o motor. O índice varia entre os modelos, mas geralmente vale a pena desligar o automóvel quanto o tempo de parada supera os 30 segundos.

8 – Planeje seu caminho
Sempre que o carro para, é necessário mais combustível para tirá-lo da inércia novamente. Além disso, manter-se em velocidade constante é mais econômico do que acelerar e frear constantemente. Com isso em mente, planeje sua rota antes de sair de casa. Usar um caminho mais longo, mas com menos semáforos e paradas pode ser mais vantajoso do que optar pela rota mais curta. Procure também evitar subidas íngremes.

9 – Modere o ar-condicionado
Principalmente no verão, o ar-condicionado torna-se um item quase indispensável. Contudo, seu compressor rouba potência do motor, aumentando o consumo e reduzindo a força disponível para o motorista. Reduza o uso do ar-condicionado sempre que possível. Ao retirar o carro de uma vaga sob o sol, abra as janelas e ligue o sistema de ventilação, para facilitar a saída do ar quente. Somente após isso ligue o ar-condicionado. Desligar o acessório em subidas também ajuda a melhorar o consumo.

10 – Toda pressa tem seu preço
Se você quer aproveitar toda a potência de seu carro e ganhar tempo em seus deslocamentos, saiba que sua conduta prejudicará diretamente o consumo do veículo. Ao acelerar menos em arrancadas ou retomadas, você evita gastos desnecessários de combustível – e chegará à velocidade de cruzeiro poucos segundos após alguém que tenha acelerado mais. Andar em um ritmo mais lento pode ser estranho no início, mas a economia vale a pena. E, no final, todos chegarão ao seu destino da mesma maneira.

Extra: Controle o seu consumo
Medir o consumo do seu carro é simples. Encha o tanque do carro ao abastecer e marque a quilometragem no hodômetro. No próximo abastecimento, peça novamente para o frentista encher o tanque e anote a quilometragem. Depois, divida o quanto você rodou pelo quanto de combustível que entrou na bomba. Pronto, você terá o consumo do seu carro, em km/l.

Gostou das dicas? Então aplique algumas delas (ou todas!) e conte para o WebMotors o resultado, no e-mail contato@webmotors.com.br.

sábado, 13 de novembro de 2010

Primeiro passo para preparar um orçamento


  • Rastrear e administrar seus gastos
  • Comprar uma casa
  • Que você e seus filhos se matriculem na escola ou em outros cursos
  • Guardar dinheiro para emergências
  • Guardar dinheiro para a aposentadoria
10 passos para uma vida financeira estável
Fazer um orçamento exige compromisso, mas as recompensas valem a pena. Confira algumas dicas para alcançar uma situação financeira estável.

1. Domine suas despesas: Corte os gastos desnecessários enquanto você avalia a sua situação financeira. Você pode reduzir suas despesas de várias maneiras. Você consegue realizar o desejo de comprar itens mais caros, por exemplo, trocando refeições em restaurantes por almoços e jantares em casa.  
2. Avalie suas finanças: O primeiro passo para entender a sua situação financeira pessoal é saber de quanto dinheiro você precisa para pagar todas as suas contas. Use nossa Calculadora de Orçamentos para determinar quanto você gasta por mês.
3. Estabeleça suas metas: Estabeleça uma grande meta. Pague o que você deve mensalmente ou num número específico de meses ou anos. Use a nossa Planilha de Fluxo de Dinheiro para Rendimentos e Despesas para ajudar a alcançar a sua meta. Isso também pode incentivar a sua família a participar e motivar a todos para atingir seu objetivo.
4. Crie seu próprio plano: Coloque no papel seu plano para atingir seu objetivo. A Calculadora de Orçamentos pode ajudar a fixar objetivos para gastos mensais como energia elétrica, telefone,comida, despesas médicas e transporte. Estabeleça objetivos realistas e depois procure gastar menos. Tome decisões importantes para aproveitar o máximo daquilo que ganha para pagar suas contas. Não se esqueça de criar uma reserva para imprevistos, como trocar os pneus do carro ou um tratamento médico emergencial.
5. Rastreie seus gastos: Através do plano que você desenvolveu, verifique suas despesas cuidadosamente para encontrar maneiras adicionais de poupar.   Quanto mais dinheiro você puder usar para pagar suas dívidas todos os meses, mais rápido chegará à estabilidade financeira.
6. Pague as suas contas mais altas primeiro: Os juros podem se acumular rapidamente em contas de qualquer tamanho. Mas foque primeiro nas contas com as taxas mais altas de juros.
7. Procure conhecer as taxas de juros e os encargos devidos por contas atrasadas:Conheça as taxas de juros e os encargos sobre pagamentos atrasados de todas as suas contas.Evite os encargos sobre pagamentos atrasados para garantir que eles não aumentem o valor que você deve e explore opções para taxas de juros mais baixas. Caso você não consiga fazer um pagamento, fale com os bancos ou empresas para os quais você deve e converse sobre a sua situação. Caso você não entenda alguns dos termos nessa seção, você pode usar nosso glossário on-line para encontrar ajuda.
8. Pague mais que o mínimo: Você precisa entender que pagar mais que o mínimo pode ser um passo fundamental para atingir seus objetivos. Isso é ainda mais importante no pagamento das faturas do cartão de crédito, embora também possa ser útil no pagamento de outras prestações, como as compras de móveis, eletrodomésticos ou eletrônicos.
9. Recompensas para o sucesso: Assuma o compromisso de alcançar suas metas e decida o que é que lhe manterá motivado a cumprir sua decisão. Compartilhe sua meta com alguém que ajude você a “manter a linha”, monitorando –o regularmente para acompanhar seu progresso.
10. Seja paciente: Provavelmente levou algum tempo para você chegar a esse ponto e, da mesma maneira, você não vai sair dessa situação de um dia para outro. Procure manter-se motivado. E lembre-se: pagar as suas dívidas mudará a sua perspectiva de vida. O esforço vale a pena. 

As recompensas de se fazer um orçamento
À medida que você emprega esforços para atingir a sua meta, será cada vez mais fácil planejar, poupar para o futuro e criar riqueza em vez de se preocupar em pagar por coisas compradas anteriormente.
Embora algumas das recompensas de entender a sua situação financeira atual e de pagar as suas dívidas sejam tangíveis, as maiores recompensas são difíceis de medir com uma calculadora. 
Desenvolver bons hábitos financeiros para administrar seu dinheiro proporciona acesso a taxas de juros mais baixas e a termos de empréstimos mais favoráveis. Permite ainda comprar uma casa ou fazer a viagem dos seus sonhos. E embora esses benefícios sejam importantes, é o valor intrínseco de pagar suas dívidas que mostra que esse esforço vale à pena. 

Em resumo, viver sabendo que a sua situação financeira é estável e que você está livre de dívidas, cria a liberdade e a capacidade de focar nas pessoas mais importantes na sua vida – você e sua família.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Eleições

A eleição vem ai. Pense bastatn e vote conforme suas convicções.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Medo do novo de novo



A humanidade está em constante evolução. Desde quando nossos antepassados decidiram descer das árvores e explorar o mundo em que viviam, as transformações e inovações não pararam. Na cidade do Recife, onde nasci, não foi diferente. No final do século XIX, dentre tantas novidades trazidas por ingleses e franceses de um continente em grandes transformações, chegaram os primeiros trens urbanos com a promessa de dinamizar o transporte de pessoas e cargas, antes resumido aos veículos de tração animal.


O que seria um avanço nos transportes foi alvo, inicialmente, de grande relutância por parte de cidadãos da época. Na capital, casos de repúdio ao novo meio de transporte surgiam, movidos pelo medo do que aquela novidade poderia ocasionar no sistema de transporte o qual eles já estavam acostumados. Eram comuns alegações sobre possíveis enfermidades nas vistas dos passageiros ao olhar os postes “passando” depressa demais, ou ainda ao sistema cardíaco por estar à incrível velocidade de 20 km/h, incompatível com o ritmo biológico humano.


Moradores de algumas cidades vizinhas solicitaram a retirada dos trilhos, mesmo antes da estrada entrar em operação, alegando “possíveis acidentes com animais e carroças”, solicitação essa acatada pelos administradores da província da época. Com o passar do tempo, os trens foram se mostrando verdadeiras máquinas do desenvolvimento, encurtando distâncias, transportando mercadorias, pessoas, esperanças e progresso para todos os cantos onde passava. Histórias como essa recheiam o passado não só da minha cidade natal, mas de muitos outros lugares do mundo. Terminam por se tornar folclóricas quando contadas hoje em dia e trazem gargalhadas em rodas de amigos.


Vindo para os dias atuais, as mudanças não pararam. Já os temores permanecem. A própria origem da denominação “geração X” vem do temor do novo. A geração dos Baby Boomers questionava ‘o que esperar dessa nova geração?’. Teorias foram feitas aos montes, algumas tão folclóricas quanto às dos que condenaram o trem no final do século XIX. Muita coisa não se concretizou. Da mesma forma, a geração Y trouxe uma nova onda de transformações que ainda assustam os X. Encarar a mudança é sempre bom, porém algumas mudanças são combatidas apenas pelo medo do novo, pelo sentimento de que as coisas são boas como estão e não precisam melhorar. As justificativas, quando existem, são mais embasadas em um medo irracional do que sustentadas por uma análise racional.


Se o primeiro de nossos antepassados que desceu da árvore tivesse dado ouvidos às reclamações de seu bando, talvez ainda estivéssemos lá. As mudanças sempre virão, são inevitáveis e, para que o mundo continue seguindo o seu rumo, elas precisam acontecer, independentemente dos que sempre vão insistir para que o mundo continue como está. E não terminarão por aí.


A geração Z já está saindo das escolas e iniciando seus primeiros estágios. Logo o mercado estará cheio deles, trazendo uma cultura digital vinda do berço, pensamentos e mudanças cada vez mais velozes. Tudo isso amedronta, mas prefiro não comentar. Não quero que riam de mim no futuro.

sábado, 9 de outubro de 2010

Falta de comunicação é um dos principais problemas entre funcionários e empresa


A falta de comunicação é um dos principais problemas encontrados entre funcionários e empresa.  A comunicação falha pode trazer sérias consequências à equipe, impactando no desempenho e na produtividade dos profissionais.
Quanto menos informação as pessoas tiverem em relação aos processos da empresa, maiores são as chances para boatos, muitas vezes, inconsistentes, mas que acabam prejudicando resultados, já que as pessoas ficam abaladas emocionalmente, por imaginar situações que podem nem existir.
Dentre as situações que mais impactam o rendimento dos profissionais de uma equipe,  estão aquelas que envolvem corte de pessoal e mudanças na equipe.
Como exemplo, estão a compra ou fusão da empresa, o fim do contrato de um cliente grande, no caso das companhias baseadas em contratos, a troca de líderes e até o surgimento de vagas para setores que já contam com o número máximo de profissionais.
Independentemente da situação, os profissionais devem manter o foco no trabalho e procurar produzir e se envolver mais com a empresa.
Contudo, se a situação estiver realmente incomodando,  vale, no momento oportuno, ter uma conversa franca com a liderança.
Fonte: UOL Economia

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Tolerância nas empresas: ela existe?


Muitas empresas tiveram de reavaliar suas posições, com a finalidade de criarem um ambiente saudável de relacionamento entre seus colaboradores. Assuntos delicados, atrelados a discussões que por muitas vezes dividiam os funcionários, passaram a caminhar juntos pelos corredores das organizações.

Trata-se de aceitar as diferenças, dar vazão aos funcionários para que se respeitem e aceitem qualquer diversidade entre eles. A meta é estimular a união, formar uma equipe em prol de um mesmo objetivo.

Entretanto, ao pensar na ideia de que todo colaborador deve alinhar suas particularidades à visão, à missão e aos valores de uma empresa, para fortalecer a execução em busca de um objetivo comum, fica a dúvida: será que as empresas conseguem desenvolver fórmulas capazes de unir todas as diferenças em um propósito maior e comum?

Infelizmente, percebemos na maioria das empresas, dos líderes aos subordinados, que existem crenças que acabam com a possibilidade de obter a aceitação da diversidade, na íntegra. Isso acontece por motivos simples: aceitar as crenças diferenciadas dos outros incomoda. Exige muito esforço, todos os dias, compartilhar diferentes opiniões, sugestões, pontos de vista e comportamentos.

Nas empresas brasileiras, é possível perceber maneiras para lidar com a agressividade surtida por causa da manifestação das diferenças.

A diferença causa confronto, mas encanta na inovação. Todavia, colaboradores que conseguem aceitar a diferença do outro estão mais flexíveis para aceitar a sua própria diferença.

Será que nas empresas as pessoas seriam capazes de identificar, reconhecer, aceitar e fazer funcionar os estilos fora de sentido, ao mesmo tempo alimentando a missão, a visão e os valores propostos?



terça-feira, 21 de setembro de 2010

A arte de vender e conviver na empresa

Dicas de sobrevivência no ambiente corporativo. Saber fazer a sua tarefa é apenas uma parte dos requisitos para se encaixar bem e obter resultados.

Por Daniela Maimone
Muitos sonham em conquistar uma vida plena de sucesso, mas poucos possuem a capacitação e conhecimento correto que fazem a diferença na hora de se estabelecer no mercado corporativo. Algumas boas dicas que podem ajudar:
1. Como procurar bons parceiros. Independente se você possui uma empresa ou pretende montar uma pequena equipe de vendas, você precisa se atentar de que cada funcionário esteja envolvido o tempo todo com o seu empreendimento. E o mais importante: que esteja envolvido com seu negócio. Atente-se em contratar profissionais e não apenas sonhadores sem propósito.
2. Atenção ao que você quer passar adiante. Foque em resultados palpáveis e não desperdice oportunidades de melhorar seus conhecimentos, independente do que fizer ou estiver executando. Sua postura é importante sempre.
Não caia no conto achando que boas palavras vendem, é preciso saber comunicar e a quem comunicar. Faça valer seus minutos preciosos em frente a uma tela de computador e principalmente quando for finalizar suas reuniões com a equipe de criação. Saiba captar os sinais, aprenda com seus erros primários. Começou? Termine.
3. Nunca deixe de responder a nenhuma pergunta. O vazio de respostas indica inclinação à eterna indecisão. Os segundos de silêncio muitas vezes representam falta de comprometimento. Termine os assuntos de frente e no verso nunca finalize suas frases com palavras de pessimismo e fuga do tipo “eu sei, eu sei”.
4. Respeite seu tempo e corra atrás quando seu limite chegar. Não espere, faça acontecer. Você é sem dúvida seu maior incentivador e isso ninguém pode lhe tirar. Ao contrário, quanto mais você se mostrar capaz, mas as pessoas se aproximarão e tentarão sugar esta sua energia construtiva.
5. Princípios. Trabalhe para obter resultados satisfatórios, fuja de especulações infundadas ou picuinhas. Uma vez que a palavra é dita, não se pode voltar atrás. Pense sempre antes de agir e aja com princípios.
6. Seja curioso e positivo. O maior trunfo de um profissional é ser ímpar na maioria das vezes. Isso torna o trabalho leve, incansável e prazeroso. Nada como um dia após o outro para aprender com um belo sorriso alheio.
7. Ética, coerência e respeito. Siga a regra e não seja uma exceção. Não existe um manual a ser seguido, o que prevalece é o bom senso comunitário na hora de ser um profissional ativo e altivo.
Cada pessoa possui uma característica dominante, a chave está em saber dosar os extremos e encontrar o ponto de equilíbrio entre a razão e a sensibilidade que permeia nossa vida.
Existem momentos em que o que mais queremos é jogar tudo para o alto e sair gritando, nessas horas pegue o seu floral, leia seu livro, acenda um incenso, estude, escreva, queime as idéias, não a cabeça.
Encontrar a solução é a maior cartada.
Invista tempo e saúde no seu trabalho, na sua carreira e principalmente em satisfazer suas necessidades de ser profissional onde quer que esteja atuando.
O campo de batalha é longo, cheio de curvas e desníveis, de nada adiantará ficar vivendo quando só existe essa vida para você fazer acontecer.
Nem sempre escolhemos a profissão certa e esse é sem dúvida o preço mais alto que debitamos de nossa conta, já não nos bastam as cobranças pessoais?
Talento e ousadia não fazem mal a ninguém, da mesma forma que atenção e perspicácia fazem de sua vida um preço razoável a ser pago. [Webinsider]

domingo, 19 de setembro de 2010

A difícil arte de ser você mesmo


“A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre”.
Oscar Wilde

Você já se perguntou por que é tão difícil ser você mesmo?
Na realidade buscamos seres humanos iguais ou semelhantes a nós, pessoas com as mesmas opiniões, sentimentos, valores e crenças, por isso a diferença nos outros nos incomoda tanto, eles traem nossos princípios, logo julgamos que devem estar errados e lhes falta experiência ou conhecimento para evoluir até o nosso estado de grandeza.

Poucas pessoas possuem a coragem de realmente ser elas mesmas, a pressão contrária é muito grande e assim a maioria tenta se adequar ao comportamento social vigente e assim aos poucos se transforma naquilo que não é, afundando-se em falsas palavras, atitudes e sentimentos, causando aos outros uma sensação de sempre estarmos senhores da situação. Pura ilusão.

A cada dia distanciamo-nos um pouco mais de nós mesmos, e como numa neblina, um vazio frio e úmido passa a nos envolver. Nossos dias começam a se tornar tristes, nossas amizades vazias, pois nos enterramos em conceitos que não são nossos para parecer agradáveis aos outros, esquecendo de nossa verdadeira essência. 

Numa de minhas viagens encontrei com um morador de rua que sempre estava no mesmo lugar, não pedia nada, apenas olhava para o horizonte, um dia parei, lhe dei um sanduíche e sentei para conversar. Ele me contou sua historia, família, trabalho, amigos, ouvi com atenção e finalmente lhe perguntei o que havia lhe acontecido para ele decidir viver assim, nunca esqueci a sua resposta: 

“Eu me perdi de mim mesmo”.

Quantas pessoas estão hoje perdidas de si mesmas, vivendo valores, crenças, sentimentos e metas coletivas que não são suas, tentando alcançar um modelo de ser humano que a maioria das pessoas prega, mas não pratica.

Quantas pessoas magoam-se a si mesmos pelo temor gerado diariamente pela sociedade de que alguém possa rir de você, o medo de perder algo ou alguém, que percam o respeito por você, medo da rejeição ou mesmo para não magoar os outros. 

Você já parou para pensar o quanto estes medos e ferramentas de manipulação limitam os seus talentos.

Segundo Ralph Waldo Emerson você deve insistir em si mesmo; nunca imite. Seu próprio talento você pode apresentar a cada momento com a força acumulada pelo cultivo de uma vida inteira; mas do talento adotado de outra pessoa você tem apenas uma extemporânea posse parcial. Faça o que foi designado para você, e nenhuma esperança ou ousadia poderão ser demais. 

Lembre-se, ninguém é perfeito, você possui qualidades e defeitos como todos os demais seres humanos e por isso devemos aprender a conviver com eles e aceita-los. A beleza e a diferenciação humana estão justamente nestas imperfeições, “até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro" diria Clarice Lispector. 

Também esqueça a diplomacia, ser diplomático significa ser outra pessoa. Quer melhor sinônimo para hipocrisia do que, diplomacia? Seja simplesmente você mesmo! Não minta para si mesmo. Você não merece!

Não precisa temer uma punição. Porque temos que ser assombrados pelo medo do julgamento alheio?

Ser você mesmo é uma tarefa difícil e exaustiva. É uma tarefa diária, pois a todos os momentos sofremos influências profundas para, de alguma forma, reconstruir nossa personalidade seja da família, da escola, da Igreja, da empresa, do clube, dos amigos e dos inimigos.

Mesmo com este processo de reconstrução constante não somos aceitos pelo que somos. Somos aceitos pelo que os outros querem que sejamos. E então, mudamos. Vivemos mudando. Mudamos nosso jeito de falar, de se vestir, de ver o mundo, nossos gostos musicais, nosso modo de se divertir e de repente você acorda numa manhã qualquer e não se reconhece mais. È neste momento que você descobre que se perdeu de si mesmo.
Tenho consciência de que mudar é a nossa única certeza na vida, é inevitável desde que isso seja feita para o seu próprio desenvolvimento pessoal, não para agradar os outros ou construir personagens politicamente corretos.

Como diria Pablo Picasso “qualquer outro terá todos os meus defeitos, mas nenhuma das minhas virtudes.”

Assuma o seu “EU” verdadeiro, pare de representar papeis socialmente corretos, crie o seu próprio espaço, solte as rédeas do seu verdadeiro talento. Acredite em si mesmo, aceite seus defeitos e qualidades e siga em frente.
Suce$$o
Roberto Recinella

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Como o mau uso do e-mail pode prejudicar o seu trabalho


da Comunidade Grupo Foco 
Por Renato Grinberg*

Esquecer de anexar o arquivo, enviar a mensagem para a pessoa errada, responder a todos por engano ou cometer um erro de informação. Quem nunca passou por uma situação constrangedora ao enviar um e-mail indesejado? Algumas vezes, a ocasião pode ser facilmente contornada, porém, dependendo do desvio, a falta de cuidado pode gerar até demissão. Lembre-se que para efeitos legais, o e-mail é considerado como um documento oficial e pode ser usado até em processos jurídicos.

Você tem o costume de verificar cuidadosamente a mensagem e o remetente antes de apertar o botão “enviar”? Caso a sua resposta seja sim, parabéns! Isso mostra que é uma pessoa atenta aos detalhes e que, dessa maneira, evita prejuízos na sua vida pessoal e profissional. Mas, se respondeu não, pode já ter passado por alguma saia justa ou, então, estar correndo grandes riscos de errar.

No ambiente corporativo, a responsabilidade do envio correto de mensagens eletrônicas cabe a todos os profissionais. Por isso, é preciso que os líderes orientem sua equipe quanto às consequências e formas de evitar falhas. Se for preciso, elabore regras de utilização do e-mail a serem seguidas pelos colaboradores da sua empresa. Assim, terá mais chances de evitar futuras preocupações.

Veja as dicas abaixo e escolha a sua forma de gerenciamento das mensagens eletrônicas.

1) Pense antes de agir – Pare e releia a sua mensagem. Analise a real necessidade de enviar aquela informação aos destinatários, além de medir as possíveis consequências que sua atitude pode gerar. Se achar que está escrevendo uma “bomba atômica”, é melhor cancelar o envio. Ou melhor, nesses casos, quando suas palavras não trarão bom retorno a você em nenhuma hipótese, opte por não registrar nada por escrito.

2) Escreva o nome do destinatário por último – Ao escrever uma nova mensagem, verifique-a primeiro e deixe a tarefa de completar o campo de destinatário por último. Assim, você evita mandar o conteúdo para as pessoas erradas ou então responder a todos por engano.

3) Desative a opção “enviar automaticamente” – Com tantos e-mails para responder diariamente, é natural desejarmos tirar todos da frente o mais rápido possível. A consequência é a diminuição da atenção em detrimento à velocidade. E é justamente nessas ocasiões em que os erros aparecem. Se você se familiariza com essa situação, é melhor prevenir. Não ative a opção “enviar automaticamente” para que o e-mail fique preso na sua caixa de saída e só possa ser enviado após sua certificação. Mas cuidado para não esquecê-lo na caixa.

*Renato Grinberg é diretor Geral do portal de empregos Trabalhando.com.br e especialista em carreiras e mercado de trabalho

domingo, 12 de setembro de 2010

Você se estima?


por Patricia Wolff, autora convidada para a série “Competências”

“O importante não é aquilo que fazem de nós, mas o que nós mesmos fazemos do que os outros fizeram de nós”. Jean-Paul Sartre

A autoestima nada mais é do que aquilo que eu falo sobre mim para mim mesmo, isto é, a nossa voz interna que reflete nossos pensamentos e sentimentos sobre nós mesmos.



Nossa autoestima será boa se nos virmos com bons olhos. Mas se nos percebemos como uma pessoa inadequada, com limitadas competências, iremos gerar insegurança que se fará refletir em nosso comportamento.
Exemplos de voz interna:
  1. Nas reuniões com meus pares e chefe é melhor ficar quieto, pois minhas opiniões não ajudarão em nada.
  2. Eu tenho o direito de me expressar. Quando tiver uma opinião irei apresentá-la, pois o máximo que pode acontecer é não concordarem com ela. Não ficarei com medo das criticas dos outros.
Quem sou eu? (eu real) Quem eu acredito que sou? (eu ideal). Na diferença entre estas duas respostas podemos chegar a algumas conclusões:
  • Autoestima baixa é decorrente do sentimento de desaprovação do eu real comparado ao eu ideal.
  • Autoestima equilibrada é decorrente do sentimento de aprovação do eu real comparado ao eu ideal.
Felicidade, amor, sucesso, todas as formas de realização pessoais estão profundamente ligadas a maneira como você se percebe e avalia.

Seis pilares

O psicólogo, especialista em autoestima, Nathaniel Branden, define seis “pilares” da autoestima. Para ele a autoestima não é o sucesso em si, mas uma série de condutas virtuosas, as práticas internas, que tornam possíveis os sucessos. São eles:
  1. Consciência: prestar atenção ao que acontece, ao que se faz, sem esquecer o contexto no qual surgem os sucessos, as experiências, as ações.
  2. Aceitação: reconhecer os próprios pensamentos, emoções e ações sem se repudiar.
  3. Responsabilidade: compreender que se é o autor das próprias escolhas e ações, que se é responsável pela própria vida e bem estar. Responder conscientemente aos desafios da vida.
  4. Assertividade: ser autêntico no trato com os outros, negando-se ocultar o que se é ou avalia ser, para ganhar a aprovação. Estar preparado para defender os próprios valores e ideias.
  5. Propósito: identificar objetivos de curto e longo prazo e as ações para obtê-los. Acompanhar a implementação das ações para garantir que se mantém no caminho desejado.
  6. Integridade: ter congruência entre discurso e prática. Dizer a verdade, honrar os compromissos e exemplificar, com ações, os valores que se sustenta.
O mais importante, neste caso, é começar a separar identidade de resultados. Tarefa árdua.
Podemos influenciar algumas situações com nosso comportamento, mas há fatores incontroláveis que afetam o resultado. Além disso, quando colocamos a responsabilidade das nossas realizações no mundo externo ou no outro, e o foco no TER, corremos um sério risco de “perder” ou ficar sem no momento que mais precisar, o que poderá gerar ansiedade e insegurança.
Quando a pessoa age com integridade, faz suas escolhas baseadas em seus valores, no SER, sente-se muito mais segura, serena e sólida. Esta pessoa poderá até ter êxito (e provavelmente terá), mas se por algum motivo isso não acontecer não se definirá como um fracasso, pois terá a paz de espírito por ter agido em harmonia com seus valores. Neste momento buscará novas alternativas e seguirá em frente.
Portanto, quanto mais sua autoestima estiver vinculada a sua identidade, maior a probabilidade de ser feliz, amar e obter sucesso.

100 pontos: e então, como anda sua autoestima?

Aproveito para lançar um desafio. Que você faça uma lista, com no mínino 100 qualidades! 100 qualidades? Será que eu tenho tudo isso!? Que tal experimentar?


Participe, compartilhe suas idéias e vamos em frente sempre, rumo aos nossos objetivos, desejos e realizações, e prepare-se para ter ao seu lado a melhor companhia do mundo para esta deliciosa jornada … você mesmo!



Declare independência e ganhe mais tempo para fazer o que você quer


7 de setembro é a data em que se comemora a Independência do Brasil, no dia em que D. Pedro I desembainhou a espada, às margens do Ipiranga, e disse um sonoro “não” a Portugal.
Os motivos e efeitos disso poderiam ser debatidos, mas o que interessa ao nosso tema de hoje é que estar apto a dizer um sonoro NÃO, quando necessário, permite mudar muita coisa em nossas vidas.
O jornal A Gazeta, de Vitória/ES, publicou hoje – comemorando o dia da Independência – a matéria “7 maneiras de declarar sua independência”, e uma delas (na qual contribuí como convidado) é pela questão de ter tempo livre para o que se quer fazer, e não so para o que se é obrigado a fazer.





Respondi que vejo 2 ingredientes para que o ganho de produtividade nas nossas vidas não se traduza apenas em ter mais tempo para cumprir obrigações.
O primeiro deles é ter um objetivo: é preciso saber o que estamos tentando conseguir ao procurar acrescentar eficiência e produtividade às nossas vidas. Afinal, efetividade não é terminar as tarefas mais cedo, e sim fazer as tarefas que conduzem ao resultado desejado, mesmo que este resultado seja ter mais tempo livre para cuidar dos filhos, aprender um instrumento ou andar de bicicleta!
Mas o segundo é o mais importante, embora demande mais estrutura para poder ser praticado: é preciso saber dizer não.







Minha colaboração com a matéria sobre Independência que a Gazeta publicou foi sobre o bom emprego do NÃO, nestes termos:

“Precisamos aprender a deixar de usar a frase “não tenho tempo” como uma má desculpa, e adotá-la como um bom motivo para não fazer aquelas coisas que em nada acrescentam aos nossos objetivos. Assumir que “não tenho tempo” para fazer uma série de coisas me permite manter a agenda com espaço livre para fazer aquelas que acrescentam ao meu desenvolvimento pessoal, empregabilidade e à busca dos meus objetivos!”

Afinal de contas, só acordar cada vez mais cedo, ir dormir cada vez mais tarde e buscar cada gota de eficiência no nosso dia-a-dia de nada adianta, se for para só ficar eternamente correndo atrás da máquina por obrigação.

Declare independência do que você não precisa fazer, e tenha mais tempo para o que lhe acrescenta!

sábado, 11 de setembro de 2010

Como fugir da “zona de conforto” e transformar ideias em projetos de sucesso

Especialista afirma que dedicação é a chave do sucesso para o empreendedorismo, já o comodismo é o início do declínio


Por Redação Administradores, www.administradores.com.br
Uma característica marcante dos negócios de sucesso é que, por mais que as empresas se encontrem em momentos bons (estáveis), procuram novos desafios e maneiras de se reinventar.

Por isso, ser empreendedor não é tarefa das mais fáceis. Além dos riscos pertinentes, existem também as características inerentes a personalidade de cada um. Essas características podem ser determinantes para uma trajetória de sucesso ou para o fracasso de um projeto.

Nesse aspecto, uma dica do consultor empresarial Marcio Nobre, sócio da Nobre Consultoria Empresarial, é que o empreendedor sempre busque fugir da zona de conforto. "O problema do profissional comum, assim como em qualquer área, é o comodismo. Conquistam alguma coisa e já se sentem realizados. Esse é o início do declínio", explica Nobre.

O consultor afirma que um empreendedor de sucesso deve ter muito jogo de cintura para poder lidar com as mais variadas situações e manter seu negócio sempre em ascensão. "É quase uma busca sem fim, e acaba sendo cansativo se o negócio não o deixa satisfeito no dia a dia. Afinal, é importante manter a equipe sempre motivada, independente de bons salários", diz o consultor, que acredita no marketing como uma boa estratégia de atrair novos clientes.

Nesse processo, a dedicação e comprometimento naquilo que se faz são ingredientes chaves para o sucesso. Pessoas mais dedicadas e comprometidas têm mais chances de alcançar as metas almejadas.

Esteja preparado

Dominar a área de atuação ou ter informações suficientes para realizar com destreza as atividades em determinado setor é outro passo importante para alcançar melhores resultados. Quanto mais informada a pessoa estiver, mais chances ela tem de crescer em sua área.

O consultor Nobre explica que a formação de nível superior e cursos são importantes, pois oferecem o estudo base da profissão. Contudo, acredita que este não é um fator imprescindível. "É bastante comum vermos profissionais sem curso universitário que conseguem obter sucesso e muitos com formação que simplesmente não emplacam", alerta o consultor.

Novo negócio?

Existem algumas pessoas que desejam mudar radicalmente sua postura profissional e desvinculam-se do mundo corporativo para montar o seu próprio negócio. Nesses casos, é preciso ter atenção redobrada para não cometer vacilos. É importante, antes de iniciar esse procedimento, certificar-se de que há capital de giro suficiente para se manter independente do negócio. "Todo começo é bastante desgastante e o lucro não é obtido logo no início. Por isso é necessário ter sempre alternativas, caso as coisas não saiam como planejado", finaliza Nobre.

O ideal é estar antenado, buscando atualizar-se com as modificações e necessidades do mercado. Estar atento aos propósitos da empresa trabalhando em conjunto com uma assessoria preventiva que precaverá a empresa de possíveis danos e contratempos futuros.