quarta-feira, 27 de julho de 2011

CONFIANÇA E MOTIVAÇÃO

Por Julia Rodrigues

É praticamente impossível uma companhia prosperar se os funcionários são desmotivados e não colaboram com os desejos e objetivos da empresa. Engana-se quem acredita que motivação é uma qualidade natural, os líderes e gestores têm mais que a obrigação de motivar seus colaboradores e estimulá-los para que se tornem mais engajados. Após 13 anos trabalhando em diversas empresas e nos mais variados cargos, Marlene Chism publicou o livro Stop Workplace Drama para compartilhar suas opiniões sobre quais atitudes tomadas pelos chefes barram a produtividade dos colaboradores. Para a autora, os funcionários estão sempre sobrecarregados e se sentem intimidados pelos gestores.
Além de práticas motivacionais, é muito importante que sua equipe tenha confiança – de todos os tipos: autoconfiança, confiança uns nos outros, confiança nos líderes e nos objetivos da companhia. Ao sentirem-se mais confiantes, é natural que o time produza mais e alcance resultados jamais esperados. E como fazer isso? Estimular a confiança dos colaboradores vai muito além de técnicas motivacionais e é importante que toda equipe esteja envolvida neste processo. O SmartBlogs.com listou 11 lições que os gestores podem aprender sobre confiança, confira algumas:
- Aprenda a ceder: para criar uma relação de motivação e confiança, deixe que seu colaborador tenha a primeira vitória, não queira competir. Deixe que ele perceba que é tão capaz quanto você.
- Ouça: ouça o que os outros têm a dizer, mas não apenas ouça com um ouvido e deixe sair pelo outro. Absorva tudo que escutou do outro e trabalhe para entender e aprender com a situação.
- Valorize: todos têm seu devido valor. Reconheça os pontos positivos de cada um e valorize-os.
- Aprenda com os erros: não cometa o mesmo erro duas vezes. As pessoas perdoam o erro, mas quando ele acontece pela segunda vez, as coisas podem mudar. Quando isso acontecer, trabalhe duro para evitar que isso se repita.
- Faça o que você diz: de nada adianta pregar um pensamento, se seu comportamento não o reflete. Não subestime as pessoas, elas não são burras e certamente irão notar. Ter um líder que não age de acordo com o que ele mesmo prega é totalmente desmotivacional.

domingo, 24 de julho de 2011

INOVAÇÃO: QUE BICHO É ESSE?

Por Julia Rodrigues

O Brasil é constantemente listado no topo do ranking dos países mais empreendedores e somos um povo notoriamente reconhecido pela nossa criatividade. Mas, se essa é a nossa realidade, por que aparecemos na lanterna quando o assunto é inovação?
A PASSOS LENTOS
Uma pesquisa realizada em 2010 pelo Sebrae-SP mostrou que 47% das micro e pequenas empresas paulistas raramente introduzem inovações para a melhoria ou novidade de seus negócios. Escassez de recursos, cultura empresarial avessa à cooperação e acesso limitado ao financiamento seriam algumas das várias razões que impedem pequenos empreendedores de inovarem em suas áreas. “Estamos bem atrás, basta ver a quantidade de patentes que lançamos. O Brasil é bom em rever processos e usar a criatividade para lidar com recursos limitados”, afirma Marcos Hashimoto, coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper. Olhando sob a ótica dos desafios a serem enfrentados, quase metade das pequenas empresas ainda não inova. A boa notícia é que, segundo Marcelo Dini – gerente da Unidade Organizacional de Atendimento e Fomento do Sebrae-SP – “já existe uma cultura crescente de implementar melhorias em produtos, processos e novos mercados”.
UM PROBLEMA DE MUITOS
Há quem defenda a ideia de que os empresários brasileiros não colaboram com a evolução do país no campo da inovação. A tese consiste em afirmar que o Brasil é um país puramente de importação e que os caciques das empresas não estariam interessados em concentrar esforços para inovar. Teoria essa desacreditada por Hashimoto. “Não concordo com isso. O problema é que somos vistos puramente como mercado consumidor. Isso porque temos muito potencial, mas o que falta é incentivo. Nossos pesquisadores são muito mal remunerados”, afirma. Pois parece que não somos apenas nós que sofremos com a (falta de) inovação. Em um artigo publicado recentemente pela Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, o autor Marcelo Cherto comenta uma pesquisa que revelou que quatro ideias copiadas e levadas de uma área para outra foram responsáveis por, pelo menos, 80% dos negócios “inovadores” nos Estados Unidos, entre 1965 e 1995, mostrando que não é só por aqui que existe o tal jeitinho de adaptar ideias alheias ao próprio modelo de negócio.
INCUBAR PARA INOVAR
Há quem aposte que as incubadoras são uma opção bem interessante e viável para as startups, pois são consideradas uma espécie de habitat da inovação. Segundo a Anprotec (Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores), existem hoje 400 incubadoras, que hospedam cerca de 2,8 mil empreendimentos. “É o berço do empreendedorismo. Inovar exige articulação entre empresas, institutos de pesquisas e fornecedores. Incubadoras são catalisadores”, diz o empreendedor e conselheiro, Eduardo Bom Ângelo. Incubar dá às empresas nascentes uma infraestrutura segura que as permite criar e experimentar coisas novas, o que é crucial para seu crescimento. “Introduzir conceitos de empreendedorismo e relacionamento de negócios junto a estes projetos trará uma maior transferência de pesquisas e patentes das universidades para o ambiente empresarial”, defende Marcelo Dini.

Como os consumidores pensam



Quanto mais você sabe sobre seus consumidores e o que eles pensam da sua empresa e do seu produto, melhor para você. Disso você já sabe, mas há formas simples de descobrir o que os clientes pensam sobre sua marca: basta usar a web a seu favor. Para te ajudar com isso, o Mashable selecionou algumas formas de montar questionários, interpretar as informações de seus consumidores e usar melhor os resultados. Veja como é simples!
- Defina objetivos. Antes de mais nada, é importante que você saiba que tipo de informações quer encontrar. Resista à tentação de fazer muitas perguntas e se concentre apenas naquelas relacionadas com o motivo pelo qual você está fazendo a pesquisa, como lançar um produto novo, por exemplo.
- Pense no consumidor. Para alcançar resultados mais específicos, pense em tudo o que o cliente pode dizer sobre seu produto ou serviço, desde o momento da compra até o descarte. Ele tem muito a dizer sobre cada uma dessas etapas e essas são as informações mais valiosas para a sua empresa.
- Evite as afirmações. É muito comum ver formulários que, ao invés de perguntar para o cliente se algo é bom ou ruim, faz uma afirmação e pergunta se ele concorda com ela. Evite esse tipo de abordagem, pois ela induz a resposta do consumidor. Faça sua pergunta de forma simples e deixe-o livre para responder como quiser.
- Seja direto. Assim que terminar o questionário, é importante que você revise a linguagem para ter certeza que todos os consumidores vão entender as perguntas e que não vão demorar muito para respondê-las. Se demorar mais de 12 minutos para terminar, tente resumir as questões ou deixá-las mais simples.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

5 maneiras de você detonar a sua carreira


Por Ricardo Piovan

A falta de excelência é a mesma coisa, isto é, aqueles erros que você comete várias vezes e que acabam com a sua imagem profissional


Diz o filósofo que excelência não é aquilo que você faz uma ou duas vezes e sim aquilo que você faz repetidamente. A falta de excelência é a mesma coisa, isto é, aqueles erros que você comete várias vezes e que acabam com a sua imagem profissional, resultando uma carreira que não evolui para patamares mais elevados na organização.


Gostaria de destacar cinco maneiras que detonam qualquer carreira e que talvez estejam detonando a sua:

1- Seja um "reclamão"

Para conseguir uma estagnação completa no seu trabalho seja aquela pessoa que vive reclamando de tudo na empresa, dizendo que o seu chefe não colabora, que a equipe é incompetente e que a organização não contribui de forma efetiva com o seu trabalho. Reclame também do cliente, aquele cara, que paga o seu salário. O "reclamão" é aquela pessoa que vê defeito em tudo e não faz nada para mudar aquilo que ele reclama.

2- Não dê resultado para a empresa

Outra forma fantástica de ser esquecido num canto da empresa é você ser um "passivo", isto é, ser uma pessoa que apenas traz despesas para a empresa. Se as suas atividades não fazem a empresa gerar dinheiro ou economizar dinheiro, saiba que você está no caminho certo para o esquecimento completo.

3- Não seja um "resolvedor" de problemas

Para potencializar ainda mais a sua estagnação não resolva nenhum problema, a menos que lhe solicitem, isto mesmo, fique na sua, se o seu radar detectar uma situação problemática finja que não é com você e apenas se manifeste quando for solicitado. Ahh ... reclame pelo problema ter aparecido.

4- Não busque situação de aprendizado

Este é um dos pontos mais importantes para que você fique paralisado anos na sua carreira. Não leia livros, não assista palestras e em hipótese alguma faça treinamentos. Continue fazendo as coisas sempre do mesmo jeito. Por favor, não procure fazer mais rápido, mais barato ou com mais qualidade as suas atividades.

5- Ande com os perdedores

Afaste-se dos talentos que existem na organização, pois eles podem te contaminar com o entusiasmo deles, levando você a ficar com vontade de não fazer os quatro pontos acima. Ande com as pessoas que vivem reclamando, que não dão resultados e que não resolvem problemas. Acredite, se você andar com os profissionais extraordinários você poderá ter uma recaída e ficar com vontade de estudar para fazer as suas tarefas com mais eficácia.

Garanto a você que seguindo as orientações acima a sua carreira ficará completamente impedida de qualquer sucesso e que você será o primeiro a ser lembrado em uma situação de corte dentro da empresa.

Disponibilizo um teste que mostrará se você está neste nível ou se é um profissional talentoso, isto é, totalmente diferenciado do que vimos acima. 


SÓ OS MELHORES


Por Juliana Rodrigues
Ter por perto pessoas melhores que nós é mais proveitoso e saudável do que imaginamos. Podemos trocar experiências, pedir ajuda para problemas que não conseguimos resolver, aprender coisas novas… Se levarmos isso para o âmbito corporativo, os benefícios são maiores ainda. Afinal, é sempre bom trabalhar com pessoas que admiramos, assim, nos espelhamos nessas pessoas e podemos observar os erros e acertos para que possamos absorver para nossa carreira apenas os aspectos positivos. Mas ter pessoas assim por perto não é tão fácil. Primeiro, precisamos nos livrar de alguns “vícios” para que possamos identificar quem são essas pessoas talentosas e atraí-las para o nosso lado, sem nos deixarmos levar pela empatia, beleza ou condição financeira. Jaison Seiden ensina em seu blog como atrair pessoas melhores que nós mesmos.
- Não julgue pela necessidade: reconhecer talentos não é simples como se pensa. Se você estiver faminto, certamente, o primeiro chef que aparecer em sua frente lhe oferecendo comida será o melhor chef do mundo em sua opinião. Leve em consideração outras atitudes.
- Deixe a inveja de lado: se você inveja outra pessoa, ela não demorará muito a perceber – e por motivos óbvios, não vai querer se aproximar de você.
- Abuse da auto-confiança: profissionais bem sucedidos querem estar rodeados de pessoas que estão no mesmo patamar. Se você duvidar de si mesmo e achar que não é capaz de se encaixar neste grupo, de fato não de encaixará.
- Seja professional: quando se convive muito com alguém, é comum que se confunda o tipo de relacionamento que existe com aquela pessoa. Não cometa o mesmo erro. Seja profissional e saiba separar relações pessoais, amizade e trabalho.
- Não seja negativo: pessoas interessantes, quando se deparam com um problema, ou o resolvem ou riem de si mesmas. Não existe terceira opção, então quando encarar um problema, pare de se lamentar.

Como ajudar o cérebro a tomar melhores decisões?



Você é capaz de imaginar o que acontece com o seu cérebro quando você está prestes a tomar uma decisão importante? O que nos leva a escolher aquele produto mais caro no supermercado ou qual filme assistir na sexta à noite? 
A ciência tem se esforçado para entender melhor o processo de tomada de decisões. Um artigo na Scientific American trouxe estudos revelando que, ao contrário do que muita gente pensava, ter muitas opções de escolha nos leva a tomar decisões piores – ou não tomar decisão nenhuma.

O mais divertido deles foi um realizado pelos pesquisadores Alison P. Lenton, da Universidade de Edimburgo, e Marco Francesconi, da Universidade de Essex. Eles analisaram as escolhas feitas em 84 speed-dates (eventos em que a pessoa participa de vários miniencontros com desconhecidos, um após o outro, para no final escolher – ou não – os parceiros de que mais gostou). O resultado mostrou que os participantes fizeram menos propostas (muitas vezes, nenhuma!) para um segundo encontro quando tinham maior variedade de opções. Essa variedade, em vez de possibilitar melhores decisões, na verdade confunde e prejudica a qualidade da escolha.

Mostramos esse estudo para Camile Maria Costa Corrêa, que estuda fatores que influenciam a tomada de decisão no Laboratório de Neurociência e Comportamento da USP, e batemos um papo com ela sobre isso. Quer saber como você pode dar uma forcinha para o seu cérebro tomar decisões mais acertadas? A Camile deu boas dicas.

O que a ciência já sabe sobre a maneira como tomamos decisões?
Sabe-se que a maioria das nossas decisões são automáticas, pois são fruto de processamento inconsciente. Descer uma escada ou retirar a mão de uma chapa quente são decisões que precisam ser rápidas, sem interferência da verbalização interna. Mas há decisões complexas que envolvem situações de risco e exigem racionalização. Em tomada de decisões, simples ou complexas, é o sistema nervoso que avalia as alternativas possíveis, geralmente de forma a maximizar os ganhos e minimizar as perdas. A neurociência vem desenvolvendo métodos para avaliar como a cognição, emoção, atenção e memória e outras variáveis contribuem para o processo. A decisão não é uma simples escolha entre alternativas, mas um processo que depende da experiência do indivíduo e de sua capacidade de identificar os principais fatores da situação.

Como o cérebro atua nesse processo?
Processos inconscientes, expressos no estado de motivação de um indivíduo, dependem, grosso modo, do funcionamento do tronco encefálico e dos gânglios da base. Já as reações emocionais são fruto de processamento do sistema límbico: elas são o pano de fundo, o cenário em relação ao qual as decisões são tomadas. Finalmente a atividade de áreas frontais (córtex pré-frontal) é associada ao planejamento decisório, ao controle dos impulsos e à decisão racional. Mas é importante lembrar que não existe essa aparente compartimentalização do cérebro na hora de decidir. Todas as áreas têm sua contribuição relativa e interdependente, só que umas são mais recrutadas do que outras.

O estudo indicou que ter muitas opções pode nos atrapalhar. Por que isso acontece?
Antes se pensava que quanto mais alternativas tivéssemos, melhor seria a nossa decisão. As opções eram vistas como promotoras da nossa liberdade de avaliar A melhor opção. Entretanto, escolher dentre inúmeras alternativas de marcas de produtos no supermercado, celulares, carros etc. virou um processo tão custoso que as pessoas sentem-se aliviadas quando não precisam decidir. Quando temos que escolher uma alternativa, é necessário abrir mão de muitas outras potencialmente boas também. Isso gera um sentimento de perda e situações de impasse cuja resolução é tão difícil que pode ser mais fácil desistir.

Como o estresse afeta a tomada de decisões?
O estado de estresse claramente prejudica várias funções cognitivas, como memória, atenção e a tomada de decisões. O estresse pode levar a decisões impulsivas ou mesmo perseverativas. Pode restringir a busca por soluções, pode impedir a flexibilização do raciocínio.

Que outros fatores dificultam o ato de fazer escolhas?
Geralmente, acreditamos que não somos responsáveis por decisões tomadas em situações de coerção, ignorância, intoxicação involuntária, insanidade ou ausência de controle. Além dessas situações, o excesso de opções, pouco tempo para decidir, falta de atenção, existência de distrações, apelos por decisões impulsivas, vieses emocionais ou excesso de racionalização, são empecilhos à decisão.

Como as propagandas e outras influências externas podem afetar as nossas escolhas e o que podemos fazer para não sermos tão influenciáveis?
As propagandas sabem usar elementos que apelam às nossas motivações. O que se vende numa propaganda geralmente é só contexto e as promessas de bem-estar associadas a um produto. Oferecê-lo pode ser satisfatório por dois motivos: suprir uma necessidade ou suprir um desejo. Para não sermos tão influenciáveis, mais importante do que saber que essas estratégias existem é conhecer os seus valores pessoais. A instrospecção (exercício de saber sobre si mesmo) pode ajudar a filtrar o bombardeamento de oportunidades imperdíveis, promoções e liquidações. Valorizar mais objetivos a longo-prazo do que os imediatos são escolhas geralmente conservadoras, mas que impedem ceder à tentação das propagandas.

Que outras atitudes ajudam a tomar decisões melhores?
Ser capaz de prever eventos fornece tempo para preparar reações, de forma a melhorar as escolhas que se venha a fazer no futuro. Por outro lado, raciocinar sobre as próprias decisões, exercitar a introspecção pode ser uma boa estratégia para identificar valores e objetivos a curto e longo prazo, ajudando a construir critérios sobre suas necessidades e motivações. Deixar a “intuição” falar também pode ser uma boa opção em vários casos. Saber que, em alguns casos, as decisões “impensadas” geram resultados melhores não significa necessariamente agir impulsivamente. A força da intuição está nas experiências. Às vezes elas bastam, às vezes não.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Quer ter uma vida equilibrada? Seja flexível!

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Muito se ouve falar sobre os benefícios de uma vida equilibrada, mas será que isso funciona? Balancear carreira e vida pessoal não é nada fácil, e essa busca obstinada pode ser tão prejudicial a sua saúde e a seus nervos quanto a vida de workaholic. De acordo com a análise do OpenForum, o melhor mesmo é ser flexível e evitar cair em alguns conselhos que prometem equilibrar os setores da sua vida e resolver todos os seus problemas, como os que você vê abaixo:

- Equilibrar suas atividades todos os dias. É praticamente impossível balancear as suas tarefas 24 horas por dia. Determinadas situações, como novos contratos de negócios ou problemas pessoais, vão tomar seu tempo e exigir que você se dedique horas ou dias a apenas uma coisa. Organizar sua rotina pode ajudar muito nesses casos, mas lembre-se que os planos podem mudar de repente e você terá de se adaptar.
- Preferir serviços que poupam tempo. Refeições fora da empresa e outros serviços poupam seu tempo, mas fazem você trabalhar mais e afetam seu orçamento. Esses recursos parecem práticos, mas pare para pensar nos gastos que eles geram em um mês.
- Deixar de traçar e perseguir metas. Se a sua empresa não tem grandes objetivos a perseguir, você terá mais tempo para sua vida pessoal e um rendimento maior. No entanto, sua empresa nunca vai crescer se não planejar os próximos passos e controlar investimentos.
- Não gastar tempo com enriquecimento pessoal. A busca por uma vida equilibrada pode fazer você se esquecer de aprimorar seu conhecimento e cuidar dos seus rendimentos pessoais, dois fatores que podem te trazer muito benefícios a longo prazo. A saída nesse caso é programar seus projetos dos próximos meses ou anos, pois atingir o sucesso profissional leva tempo.
- Participar de todos os eventos de seus filhos. Estar presente nos momentos mais importantes da sua família é fundamental, mas não é fácil acompanhar essa rotina quando seus filhos têm competições e apresentações quase todas as semanas. Por isso, se comprometa apenas com os eventos mais importantes para você e seus familiares e cumpra com essas atividades.
- Viver o presente. Uma vida balanceada permite que você aproveite mais seus dias, mas não te prepara para alterações no mercado e no mundo. E elas acontecem o tempo todo; portanto, é preciso estar atento a essas mudanças, estabelecer prioridades e planejar as decisões que vai tomar em cada caso.


Fonte: ResultsON

Foco no problema

 Por  Vanessa Franca


Você já se perguntou o que passa pela cabeça de cada membro da sua equipe quando estão todos reunidos para criar um novo produto ou serviço? Se não, está na hora de pensar nisso, pois uma empresa só cria soluções inovadoras quando todos estão pensando em apenas uma coisa: o problema. Mas antes de sugerir ideias, é preciso explorar todos os aspectos do problema, para que cada integrante tenha a mesma visão e pense em soluções que tragam vantagens reais para o consumidor. Neste artigo publicado pelo BNetsão sugeridas algumas dicas básicas para quem deseja transformar grandes problemas em soluções inovadoras:
- Tenha certeza. Se buscar uma solução partindo de uma ideia errada, todo o processo vai por água abaixo. Os maiores problemas de uma empresa, seja ela grande, pequena ou startup, começam com executivos que presumem situações e discordam entre si. Por isso, não “ache” que há um problema, descubra se ele existe e qual é.
- Supere os obstáculosPense nas metas da sua empresa e nos obstáculos que lhe impedem de conquistá-las. Só assim será possível usar sua experiência e habilidade para tirar qualquer problema do caminho.
- Descubra o que seu consumidor quer. Apesar de simples, é nessa tarefa que muitos empresários erram. Seus consumidores não querem soluções mágicas, e sim produtos simples que atendam a suas necessidades sem causar mais dificuldades. É assim que nascem sucessos como o iPod, um simples dispositivo móvel para baixar e ouvir música.



segunda-feira, 4 de julho de 2011

Antes do marketing pessoal, desenvolva suas habilidades e competências


Saber fazer um bom marketing pessoal é um dos elementos que ajudam muitos profissionais a se destacarem dentro das empresas, mas é importante que o indivíduo primeiro aprimore suas habilidades antes de se projetar ou, caso contrário, o resultado fatalmente será negativo.

O consultor e professor de estratégias de comunicação e marketing, Mario Persona, afirma que o profissional tem de primeiro desenvolver seu “produto”, ou seja, competências, habilidade e conhecimento, pois esses elementos serão a base que irá sustentar toda a estratégia de marketing pessoal.

Um passo de cada vez

Segundo Persona, os profissionais normalmente querem seguir o caminho mais fácil e rápido, como aumentar a rede de relacionamentos, participar de redes sociais, promover sua marca e participar de eventos. Mas o consultor avisa que “criar meios de promoção, quando o fruto ainda não está maduro, só irá criar uma percepção ruim no mercado”.

O ideal é que o profissional seja o mais discreto possível até aprimorar as suas competências. É mais interessante correr atrás de projeção dentro da empresa, quando se está seguro de seus conhecimentos e capacidades técnicas, mesmo porque, conforme avalia a consultora em etiqueta e marketing pessoal, Ligia Marques, “mais cedo ou mais tarde seus conhecimentos serão postos em cheque”.

É importante também que o próprio gestor da equipe saiba diferenciar aqueles que têm competência daqueles que são apenas experts em marketing pessoal. Equívocos nesse sentido podem comprometer muito a marca da empresa.

Humildade e firmeza

Para quem já trabalhou e desenvolveu suas habilidades e competências e pretende aprimorar o marketing pessoal, Persona recomenda que o melhor caminho é “desenvolver uma atitude de querer ajudar as pessoas de alguma forma”.

Além disso, diz ele, “uma mescla de humildade e firmeza faz bem ao marketing pessoal”. Humildade é importante, pois, se a intenção é que as pessoas em seu ambiente profissional aceitem e respeitem você e seu trabalho, é preciso estar disposto a conhecê-las. “A humildade me faz acessível aos olhos de quem desejo como cliente”, avalia Persona.

A firmeza, por sua vez, é necessária, pois é essencial que você confie no trabalho que faz.