sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Quando a união entre as gerações faz a força


Diferenças de linguagem, de comportamento, de expectativa profissional e de conhecimento tecnológico entre as gerações. Já debatemos sobre esses assuntos em diversos posts aqui no Foco em Gerações… Portanto, o que as separa não é mais novidade. Mas, o que acontece quando a união faz a força entre pais e filhos ou entre chefes e funcionários?
Robert Nay, um adolescente de 14 anos que vive em Spanish Fork, Utah/EUA, é o criador do jogo gratuito “Bubble Ball”, disponibilizado desde o dia 29 de dezembro para usuários de iPhone, tendo sido “baixado” mais de 2 milhões de vezes, desbancando os populares “Angry Birds”, “Fruit Ninja” e “Talking Tom Cat”.
Mais uma vez a Geração Z ganha destaque e o guri já está na categoria profissional de “APP Designer” (desenvolvedor de aplicativos). Tornou-se “dono” da Nay Games, depois de passar uma temporada lendo sobre programação em livros emprestados de uma biblioteca pública, além de algumas horas programando um kit para desenvolvedores de software chamado Corona, da Ansca Mobile.
Contudo, vale lembrar que Robert não pode receber sozinho todos os créditos, já que teve a ajuda de sua mãe na parte de design e, algumas vezes, pensou em desistir, mas seguiu adiante, ganhando destaque na ABC News.
A troca de informações entre gerações foi fundamental para o sucesso do projeto e, ao observar essa situação, me pergunto se, no mundo corporativo, a abertura de diálogo entre funcionários novos e veteranos está “em aberto”, para a criação de idéias inovadoras.
Como funciona atualmente a “troca de figurinhas” entre gerações nas empresas no Brasil? Novas idéias são aceitas ou as propostas são arquivadas para evitar um “ajuste” no quadro de funcionários?
Cabe aos gestores capitalizar os feedbacks e abrir espaço para a discussão de idéias – ações cuja ausência é uma das maiores reclamações da nova geração. Aos novatos, vale a busca e estudo em sua área de atuação, para aprimorar opiniões e se adaptar à hierarquia das empresas.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Criatividade, improvisação e as organizações


Conforme o século 21 avança, estudiosos de gestão têm voltado sua atenção para a criatividade organizacional, abrindo espaço para a improvisação como potencial para gerar o novo.
No entanto, para promover a improvisação no ambiente de trabalho algumas condições básicas são necessárias: cultura experimental, estruturas mínimas e um fluxo de informações em tempo real.
Em entrevista exclusiva, Leila Oliva, especialista em Criatividade e Inovação do LAB SSJ, afirma que “o segredo está na combinação do estímulo externo com o autodesenvolvimento”.
Para entender melhor como a criatividade por meio da improvisação se dá nas organizações, leia o texto na íntegra que o LAB disponibiliza agora.
Este artigo foi traduzido e reproduzido pelo LAB SSJ com a permissão da Rotman magazine.
Fonte: LAB SSJ

Burocracia

A burocracia administrativa não pode de forma alguma interferir na produtivudade do homen de vendas. Este profissional deve ter foco exclusivo.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Logística


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Na prática é assim que funciona.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Servidor

Estou mudando de servidor de hospedagem.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Dica

Seja criativo, inove, aprenda com os mais jovens e também se sinta jovem. Não diga..."no meu tempo". O seu tempo é HOJE!!


G.Muiños Consultoria

Projeto Orçamento

Vou fazer as telas de manutenção.

Cheguei aos 40… E agora?


Por Renato Ricci*

Recentemente falei com um executivo que acabou de ser promovido. Eu, entusiasmado, cumprimentei-o e disse que ele merecia tal evolução em sua carreira. Parece que esta atitude não surtiu efeito positivo em sua pessoa. Logo ele começou a me explicar a política de carreira de sua empresa e apesar de ter sido promovido aos 44 anos, suas chances futuras seriam limitadas. Fiquei curioso e questionei o por que. Ele me disse que gestores não poderiam assumir outras funções superiores com mais de 45 anos, ou seja, ele teria somente um ano para apresentar muitos resultados e conseguir subir mais um “step”, algo impossível segundo ele. Ou seja, recém promovido e já desmotivado.

Isto é um problema mundial. O que fazer com os gestores maduros e que detêm conhecimento e vivência do negócio, mas que precisam abrir espaços aos novos talentos? Com o aumento da idade para a aposentadoria, países como Itália e França defrontam-se com o problema de não poder gerar espaços suficientes para os jovens recém chegados ao mercado de trabalho. O mesmo já ocorre aqui.
Em contrapartida, pensar em aposentar um executivo aos 45 ou 50 anos de idade é absurdo. Pois neste momento é que as pessoas estão vivendo o seu melhor, usando seus conhecimentos e desfrutando de sua maturidade ainda com muito fôlego.

As empresas negam veementemente esse preconceito, infelizmente na prática a situação é outra. Gestores acima de certa idade são preteridos dos processos de recolocação, sejam eles internos ou externos. As equipes que unem membros quarentões com jovens da geração Y têm alcançado resultados interessantes, desde que bem geridas. Este é um grande desafio para a gestão de Recursos Humanos: como manter os meninos de 40 motivados e os jovens de 25 suficientemente contidos para não haver um embate desastroso? Quem conseguir aliar bem estas duas tribos, sairá do jogo vencedor.

Em seu próximo voo repare dentro da cabine de seu avião, provavelmente você verá um cara no comando com certa idade e talvez alguns cabelos brancos, e ao seu lado um jovem com cara de Tom Cruise a uns vinte anos atrás. Se isto ocorrer, entre tranquilo, pois provavelmente eles formam uma dupla que une experiência e vontade de chegar rapidamente ao seu destino. É mais ou menos isso que estou tentando dizer sobre o comportamento corporativo. Tenham todos um ótimo voo.

*Renato Ricci é coach, palestrante e diretor do Positive Change Institute Brasil.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Vaga de Emprego

Empresa do varejo contrata, Profissional com experiência em logística, recebimento e contagem de produtos eletro e eletônicos, notas fiscais e rotinas de centro de distribuição, Salário: R$ 625,65 + Vale transporte, Alimentação, Plano de saúde.

Interessados enviar currículo para o e-mail : rh@lasereletro.com.br

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Características que definem o profissional de sucesso



Se você acha que está com emprego garantido porque o mercado de trabalho está aquecido e sua área de especialização não para de contratar, pense duas vezes: segundo os consultores de Recursos Humanos, as empresas hoje tomam decisões baseadas nas atitudes do entrevistado. Nesse ponto, o currículo ajuda, mas ter iniciativa, demonstrar capacidade de se adaptar a novas situações e multifuncionalidade podem ser determinantes para assegurar a vaga.

Seja flexível
Aprender a se adaptar a novas situações, sistemas e mudanças dentro da empresa é fundamental para o profissional de sucesso. É importante entender o contexto, o cenário para escolher qual parte do seu repertório deve ser acionada naquele momento. Se essa característica vier combinada com sociabilização, melhor ainda. Pense que você pode ser um agente motivador de mudanças dentro da estrutura e um futuro líder.

Saiba inovar
Ter uma visão abrangente a capacidade de aglutinação de ideias e conceitos, além de explorar novas possibilidades é fundamental. Mas lembre-se: o mais importante é aprender a transformar a ideia em resultado perceptível para a empresa.

Tome decisões rapidamente
Reagir com rapidez e eficiência diante de um problema é o grande desafio do profissional. Todas as grandes empresas e universidades como Wharton e Pittsburgh trabalham com cases em que uma decisão rápida fez toda a diferença para a companhia.

Seja multifuncional
A geração Y faz isso naturalmente, mas com iniciativa, treinamento e dedicação, todo profissional pode aprender a trabalhar em várias partes de um processo, vários projetos, em que não apenas vai aprender mais sobre si mesmo e sobre o mundo, mas também será capaz de aglutinar conhecimento.

Pense fora da caixa
Criatividade é um dom, mas sem exercitar, o cérebro não chega a lugar algum. É importante olhar para as coisas de forma diferente e compartilhar sua visão com seu grupo. A organização é o resultado final de um processo de motivação em que as pessoas apresentam suas melhores ideias e soluções. A partir daí surgem os insights, que aprimoram o trabalho.

Demonstre iniciativa
Vontade de fazer e determinação para finalizar são a marca de um profissional de primeiro nível. Se sentir que há espaço para opinar e desenvolver, tome a iniciativa. Novos modelos de gestão incentivam os funcionários a se tornarem capitães de seus projetos – o que, em última instância, é o melhor caminho para criar um líder.

Vá em busca de conhecimento
Ficar satisfeito com sua bagagem é pensar pequeno. Seja curioso e esteja aberto a novidades, novas tecnologias e linhas de pensamento. Ler bastante e utilizar a internet e as redes sociais de maneira inteligente são a melhor forma de enriquecer a mente e suas conversas na hora do café.

Seja perspicaz
Ajuda bastante ter uma visão de conjunto, sem ficar compartimentalizado, na linha “eu faço o meu e só”. Ninguém vai adiante com esse pensamento. Estamos falando de bom senso também. Perceber para que lado se encaminham as decisões ajuda a preservar o emprego em momentos de crise e pode ser o diferencial na hora da promoção.