terça-feira, 26 de outubro de 2010

Eleições

A eleição vem ai. Pense bastatn e vote conforme suas convicções.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Medo do novo de novo



A humanidade está em constante evolução. Desde quando nossos antepassados decidiram descer das árvores e explorar o mundo em que viviam, as transformações e inovações não pararam. Na cidade do Recife, onde nasci, não foi diferente. No final do século XIX, dentre tantas novidades trazidas por ingleses e franceses de um continente em grandes transformações, chegaram os primeiros trens urbanos com a promessa de dinamizar o transporte de pessoas e cargas, antes resumido aos veículos de tração animal.


O que seria um avanço nos transportes foi alvo, inicialmente, de grande relutância por parte de cidadãos da época. Na capital, casos de repúdio ao novo meio de transporte surgiam, movidos pelo medo do que aquela novidade poderia ocasionar no sistema de transporte o qual eles já estavam acostumados. Eram comuns alegações sobre possíveis enfermidades nas vistas dos passageiros ao olhar os postes “passando” depressa demais, ou ainda ao sistema cardíaco por estar à incrível velocidade de 20 km/h, incompatível com o ritmo biológico humano.


Moradores de algumas cidades vizinhas solicitaram a retirada dos trilhos, mesmo antes da estrada entrar em operação, alegando “possíveis acidentes com animais e carroças”, solicitação essa acatada pelos administradores da província da época. Com o passar do tempo, os trens foram se mostrando verdadeiras máquinas do desenvolvimento, encurtando distâncias, transportando mercadorias, pessoas, esperanças e progresso para todos os cantos onde passava. Histórias como essa recheiam o passado não só da minha cidade natal, mas de muitos outros lugares do mundo. Terminam por se tornar folclóricas quando contadas hoje em dia e trazem gargalhadas em rodas de amigos.


Vindo para os dias atuais, as mudanças não pararam. Já os temores permanecem. A própria origem da denominação “geração X” vem do temor do novo. A geração dos Baby Boomers questionava ‘o que esperar dessa nova geração?’. Teorias foram feitas aos montes, algumas tão folclóricas quanto às dos que condenaram o trem no final do século XIX. Muita coisa não se concretizou. Da mesma forma, a geração Y trouxe uma nova onda de transformações que ainda assustam os X. Encarar a mudança é sempre bom, porém algumas mudanças são combatidas apenas pelo medo do novo, pelo sentimento de que as coisas são boas como estão e não precisam melhorar. As justificativas, quando existem, são mais embasadas em um medo irracional do que sustentadas por uma análise racional.


Se o primeiro de nossos antepassados que desceu da árvore tivesse dado ouvidos às reclamações de seu bando, talvez ainda estivéssemos lá. As mudanças sempre virão, são inevitáveis e, para que o mundo continue seguindo o seu rumo, elas precisam acontecer, independentemente dos que sempre vão insistir para que o mundo continue como está. E não terminarão por aí.


A geração Z já está saindo das escolas e iniciando seus primeiros estágios. Logo o mercado estará cheio deles, trazendo uma cultura digital vinda do berço, pensamentos e mudanças cada vez mais velozes. Tudo isso amedronta, mas prefiro não comentar. Não quero que riam de mim no futuro.

sábado, 9 de outubro de 2010

Falta de comunicação é um dos principais problemas entre funcionários e empresa


A falta de comunicação é um dos principais problemas encontrados entre funcionários e empresa.  A comunicação falha pode trazer sérias consequências à equipe, impactando no desempenho e na produtividade dos profissionais.
Quanto menos informação as pessoas tiverem em relação aos processos da empresa, maiores são as chances para boatos, muitas vezes, inconsistentes, mas que acabam prejudicando resultados, já que as pessoas ficam abaladas emocionalmente, por imaginar situações que podem nem existir.
Dentre as situações que mais impactam o rendimento dos profissionais de uma equipe,  estão aquelas que envolvem corte de pessoal e mudanças na equipe.
Como exemplo, estão a compra ou fusão da empresa, o fim do contrato de um cliente grande, no caso das companhias baseadas em contratos, a troca de líderes e até o surgimento de vagas para setores que já contam com o número máximo de profissionais.
Independentemente da situação, os profissionais devem manter o foco no trabalho e procurar produzir e se envolver mais com a empresa.
Contudo, se a situação estiver realmente incomodando,  vale, no momento oportuno, ter uma conversa franca com a liderança.
Fonte: UOL Economia