segunda-feira, 7 de junho de 2010

Dinheiro é bom, mas não é tudo



No contexto econômico atual, as empresas estão percebendo, cada vez mais, que os funcionários de hoje aspiram ao mesmo que seus pais almejavam três décadas atrás:
- salário justo e benefícios;
- respeito e reconhecimento dos chefes por tarefas bem executadas;
- camaradagem no ambiente de trabalho.

Além disso, a grande maioria dos funcionários quer ter orgulho de seu trabalho. Tanto é que uma das principais frustrações dos trabalhadores é justamente a incapacidade de realizar um bom trabalho devido a obstáculos fora de seu controle, como equipamentos inadequados, falta de treinamento, burocracia e conflitos entre os departamentos da empresa.

Mais surpreendente parece ser a constatação de que os funcionários ficam mais satisfeitos quando têm uma razoável carga de trabalho. Quando a sensação de contribuição é menor, isso acaba afetando a auto-estima.
Pessoas em qualquer lugar e em qualquer estágio de carreira querem ser bem tratadas, ter orgulho do que fazem e para quem fazem e ter boas relações com seus colegas de trabalho.
Onde reside, então, a virtual ameaça para a fórmula do tripé da felicidade no trabalho?

Na gestão das pessoas. A incompetência em administrar coletivamente as necessidades dos funcionários é o fator de reversão do entusiasmo natural dos trabalhadores. É nesse ponto que estão as grandes oportunidades de melhoria de desempenho das empresas e onde mais se encaixam novos conceitos de gestão e a prática da liderança.

Fique de olho!

Fonte: Revista Exame



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