13 erros comuns que o varejista deve evitar

Por Redação, www.administradores.com.br



Preocupados em colocar o negócio em funcionamento, muitos novos empreendedores do varejo acabam passando por cima de alguns detalhes que podem, no futuro, acabar comprometendo os resultados.
A consultoria ba Stockler, especializada em varejo, franquia e gestão administrativa, preparou um levantamento com os 13 erros cruciais que esses empresários devem evitar. Confira:
1) Não fazer um plano de negócio. Parece simples falar, mas muitos empreendedores nem mesmo realizam um estudo de viabilidade ou mesmo financeiro antes de abrir um negócio. Nesse plano precisam constar: os produtos ofertados, para qual cliente, seus diferenciais de mercado e praça de interesse. Além disso, também especifica a forma jurídica, o enquadramento tributário, o capital social e a fonte de recurso.
2) Não dimensionar o capital de giro do negócio. Muitos varejistas acreditam, erroneamente, que o investimento inicial é o capital de giro, quando na verdade, o capital de giro é o montante necessário para fazer a empresa girar, pagando suas despesas do dia a dia.
3) Não relacionar os indicadores (métricas) de desempenho, fundamentais ao negócio. Na correria do dia a dia, os empreendedores acabam se esquecendo de parametrizar seus processos internos e, assim, não conseguem implantar as avaliações que meçam a performance de cada ação para melhorar o negócio.
4) Quando constrói os indicadores (métricas), não os monitora, levando ao desconhecimento do que acontece no negócio. Pior do que não ter os indicadores é fingir que eles não existem e, como consequência, não extrair deles as informações cruciais para o aprimoramento dos resultados.
5) Não definir e descrever os cargos de cada integrante da equipe. Esse erro leva ao desalinhamento das expectativas dos funcionários e da própria empresa.
6) Não monitorar e nem acompanhar o desempenho das pessoas. Aqui há uma relação direta com tempo e dinheiro. Hoje em dia, qualquer que seja o negócio da empresa, o capital humano está no centro de tudo. Gasta-se muito no treinamento e na formação de um profissional e não avaliá-lo e nem valorizá-lo significa ampliar os custos e o tempo gasto em um novo processo de seleção.
7) Não escrever, nem formalizar a cultura da empresa. Assim como no item anterior, não esclarecer a filosofia e cultura da empresa dificulta o desenvolvimento e a integração dos novos e atuais colaboradores.
8) Raros são os varejistas que conhecem os hábitos e costumes dos seus consumidores. Quem é o cliente? Qual é o perfil dele? Quais os seus desejos? Com qual frequência ele retorna à loja? Responder a essas perguntas ajuda a entender melhor o que é atuar no varejo.
9) Não elaborar uma gestão do estoque, nem monitorar a curva ABC. Com uma avaliação precisa dos resultados da curva ABC é possível perceber o giro dos itens em estoque, o nível de lucratividade e o grau de representação no faturamento. Isso também ajuda a analisar a dependência ou risco face a um cliente, ou ainda para que tipo de cliente a empresa deve se focar. Por isso, mais uma vez, entra a importância de conhecer bem quem é cliente em questão.
10) Não elaborar um planejamento estratégico de marketing. Aqui entram em cena as pesquisas mercadológicas e a análise SWOT (forças, fraquezas, oportunidades e ameaças). Esses estudos permitem que o empreendedor implemente ações futuras, considerando o passado, a situação atual do mercado, seus clientes e a concorrência, elencando os riscos e propondo os caminhos para enfrentá-los.
11) Não monitorar os esforços e os resultados obtidos das campanhas de marketing. Não extrair essas informações significa se atentar para a realidade dos fatos, seus erros e acertos, com tempo hábil para as possíveis ações de correção, se assim for necessário.
12) Não definir critérios claros para localização de ponto e venda. Alguns varejistas já consolidados, e que têm o objetivo de expandir, precisam definir os objetivos constantes e mensuráveis para a localização do PDV. Isso garantirá uma expansão criteriosa e consistente.
13) Não investir vitrine e ambientação da loja. O lojista precisa compreender que quanto mais os produtos estiverem alinhados, e mais organizadas estiverem as seções, mais o consumidor se sentirá confortável e permanecerá dentro da loja. 
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