segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

PESQUISA CATHO ONLINE

A pesquisa da Catho Online destaca tempo mínimo que os profissionais devem permanecer na mesma empresa, segundo recrutadores

O tempo de permanência apontado pelos recrutadores, varia de 2 anos e 3 meses a 4 anos e 4 meses, de acordo com a idade dos entrevistados


Catho Online, maior classificados online de currículos e empregos da América Latina, realizou um novo estudo com base na mais recente edição da Pesquisa dos Executivos e identificou que de acordo com os dados, houve uma queda no tempo mínimo que o recrutador julga que um profissional deva permanecer em uma empresa. A pesquisa contou com a participação de 46.067 respondentes.
Conforme aponta o estudo, o tempo mínimo avaliado pelos recrutadores é de 2,9 anos, sendo que em 2009 essa mediana era de 3,5 anos, e se mantinha estável desde 2005.
pesquisa sobre a Contratação, Demissão e Carreira dos Executivos Brasileiros

É interessante destacar que os valores mudam expressivamente de acordo com a idade dos recrutadores. Nesse ponto há uma divisão entre os mais jovens, em que a maioria acredita que um período de pelo menos 2,3 anos seja adequado, e os mais maduros, que apostam em uma estabilidade maior,  com 4,4 anos de permanência nas empresas.
pesquisa sobre a Contratação, Demissão e Carreira dos Executivos Brasileiros

Quando os profissionais são questionados sobre o tempo que estão trabalhando na empresa atual, a média fica próxima a esperada, uma vez que aproximadamente 50% dos profissionais estão há pelo menos 2 anos em seu emprego atual e 25%, há mais de 5 anos.
pesquisa sobre a Contratação, Demissão e Carreira dos Executivos Brasileiros

“Os jovens de hoje tiveram grande influência na mudança deste cenário. São profissionais que trabalham em busca de  desafios, que vivem atrás de novidades. No entanto, mais importante do que o tempo de permanência na empresa, é a evolução do profissional. Se ele está há muito tempo na organização, mas apresenta crescimento, isso pode ser algo positivo. Já se ele muda constantemente de emprego, mas consegue sempre algo melhor e mais experiência, também pode ser algo interessante”, explica Adriano Meirinho, diretor de marketing da Catho Online.

Sobre a Pesquisa
A pesquisa sobre a Contratação, Demissão e Carreira dos Executivos Brasileiros foi realizada no mês de abril de 2011. A análise contou com a opinião de 46.067 participantes, que responderam a um formulário online com 249 perguntas, questionando sobre três dimensões da vida do profissional. Foram levadas em consideração apenas as respostas de profissionais que possuem mais de 16 anos, que trabalham para empresas privadas ou mistas e residentes no Brasil.

Esta pesquisa é realizada pela Catho Online desde 1988.


Fonte: Catho Blog – Novidades Institucionais da Catho Online 


JOGO DOS SETE ERROS NO CURRÍCULO


Mariana Fonseca



Que o currículo é a porta de entrada para qualquer oportunidade de trabalho não é mais novidade para ninguém, não é mesmo? Mas ainda há quem cometa deslizes e coloque tudo a perder no processo seletivo.

Erros no currículo – por falta de atenção ou desconhecimento dos modelos básicos – não podem ser cometidos para quem busca se destacar no mercado. “O candidato deve estar muito atento ao que escreve, pois o que despertará o interesse do recrutador em conhecê-lo será um currículo bem elaborado”, afirma Letícia D’Incao, consultora da Cia de Talentos. 

Para evitar gafes, atrair o recrutador e conquistar sua vaga, saiba quais são os maiores erros cometidos nos currículos na galeria a seguir!

Erros de português
Erros gramaticais e ortográficos queimam o filme do candidato. Dominar o idioma é obrigação de todo profissional. “Ótima formação e boas experiências caem à tona, se o CV apresentar gafes da língua portuguesa. O excesso do gerúndio também deve ser evitado”, afirma Letícia. Preste atenção redobrada no momento de redigir o currículo!

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Como alavancar a carreira em 2012

Autor: Caio Lauer

O ano de 2012 chegou e, com ele, toda a motivação de um novo período profissional. Crescer dentro da empresa, mudar para um emprego melhor, alcançar o cargo de liderança tão almejado ou ter o próprio negócio: todas estas são opções para quem deseja crescer na carreira e obter êxito em sua atividade. Conversamos com especialistas no assunto, que indicam as melhores maneiras para atingir o sucesso profissional.

Saber exatamente o que busca é essencial. A pessoa necessita ter ideia dos seus pontos fortes e do seu desenvolvimento, assim como qual perfil de organização a atrai. “Ela pode fazer isso estando simplesmente atenta a ela mesma, pesquisando o mercado e, eventualmente, com formações adicionais. Também é válido o recurso de buscar profissionais que a ajudem neste processo, quer sejam consultores de carreira, coaches ou algum profissional de confiança que a desafie a ir mais longe”, indica Susana Azevedo, especialista em coaching para executivos.

O mercado de trabalho é ditado por tendências, baseadas nas necessidades pontuais das empresas. Hoje, com as organizações cada vez mais descentralizadas e com menos distância entre níveis hierárquicos, as competências ligadas à comunicação e gestão de conflitos são importantes, mas uma delas se destaca: a liderança. “Grandes talentos que não disponham de espírito de equipe e capacidade de liderança podem arruinar as organizações. Portanto, as empresas devem estar atentas na escolha de seus líderes para que estes profissionais sejam capazes de oferecer boas orientações e dar continuidade aos negócios”, opina Sandra Lucena Souto, diretora Comercial e de Marketing da ProPay, consultoria em RH. Para ela, uma companhia com problemas de liderança ou com líderes que não estejam preparados, pode ter seus dias contados. “É um risco muito grande”.

Aprimorar os conhecimentos e desenvolver habilidades por meio de cursos e graduações ainda é um ótimo caminho. O mercado atual exige como nunca conhecimento técnico e específico de determinadas funções, e buscar educação profissional é uma alternativa valorizada pelas empresas. De acordo com Dr. Valderes Fernandes Pinheiro, diretor acadêmico da Faculdade Impacta Tecnologia, a pós-graduação se tornou fator determinante para a carreira do profissional. “Cursar um MBA também é importante para pessoas que almejam atuar em cargo de gestão, pois dá uma visão global do negócio da empresa, além de aprimorar questões de liderança”, aponta.

Ainda sobre educação, com a massificação das universidades, atualmente existem inúmeros cursos e faculdades e cabe ao indivíduo saber selecionar qual oferece as melhores opções e recursos para seu objetivo. “Hoje, existem muitas instituições que dizem oferecer um MBA, mas é apenas fachada. O maior foco destes cursos deve ser desenvolver competências de liderança e visão de mercado, mas não é o que ocorre na prática”, relata Dr. Valderes.

Novas tecnologias
Sem dúvidas, dominar este advento nos negócios é essencial. Dia após dia, novidades em soluções tecnológicas surgem no universo corporativo e cabe aos profissionais serem críticos na escolha das tecnologias que usarão e que terão acesso para ganhar mais produtividade e também para reduzir riscos e custos.

“Atualmente, ter acesso às tecnologias mais avançadas é essencial para qualquer modelo de negócio. Além disso, estar atualizado com os assuntos e tendências mais modernas é de grande apoio no momento da tomada de decisão”, diz Sandra.

A tecnologia é uma ferramenta que pode e deve ser usada nas práticas profissionais, não como um fim, mas como um meio, alerta Susana Azevedo: ”A tecnologia não substitui a conversa entre as pessoas, mas aumenta a possibilidade dela ocorrer em situações de distância física, por exemplo”.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Como ser mais feliz no trabalho em 2012

Parar de reclamar pode ser o primeiro passo para que você se sinta mais satisfeito no trabalho. Comece o ano focando em assuntos que podem trazer satisfação para que você se sinta recompensado ao final do dia.

Nossa condição pessoal é fundamental para a qualidade do nosso trabalho. Se, não há muito tempo, um workaholic era elogiado, hoje percebe-se que trabalhar durante várias horas não tem ligação direta com a qualidade da demanda.

Confira abaixo cinco perguntas que você deve fazer para avaliar o quanto  está satisfeito com sua carreira.

1. Quanto você se identifica com a liderança da empresa?
Você pode até não ver o presidente da empresa em que trabalha, mas é possível avaliar como é a sua gestão com base no reconhecimento que tem no mercado. Cheque se essas políticas, realmente, são coerentes com suas aspirações pessoais.

2. Como é a sua qualidade de vida?
Você está satisfeito com o tempo que passa com a sua família? O equilíbrio entre a vida profissional e pessoal é fundamental para que o trabalho não vire fonte de frustrações e problemas. Para isso, mude hábitos. Organize-se, deixe de ser multitarefa, seja disciplinado. Faça de tudo para ter hábitos de profissionais altamente produtivos.

3. Quais são as perspectivas de crescimento profissional?
O profissional que se preocupa com a sua carreira e investe em especialização e capacitação com cursos tem mais chances de se destacar, mas para isso é preciso ter oportunidades na empresa.
O desenvolvimento na carreira é um elemento essencial para que você se sinta pleno no trabalho.

4. Os seus valores estão alinhados aos da empresa?
O que você realmente preza e gostaria que seus colegas de trabalho também compartilhassem? Honre seus valores, pois se você se sente oprimido ou obrigado a trabalhar de uma maneira com a qual não concorda, o trabalho pode não compensar.

5. A remuneração atende às suas necessidades?
Muitas pessoas acham que precisam permanecer em um emprego que detestam por conta do salário. Reflita sobre sua relação com o dinheiro, não se torne escravo de um estilo de vida que não permite que você usufrua um tempo livre com a família ou que só exista para alimentar seu ego.

Um salário alto encanta no primeiro e no segundo mês, mas se o trabalho não oferece desafios que agradem, acaba não valendo a pena. Lembre-se: dinheiro não é tudo. Entre as profissões que têm as pessoas mais felizes estão carreiras totalmente baseadas em paixões e não em salários eloquentes.

Fonte: Portal Exame

O Sorvete de Baunilha e o Pontiac

Este artigo é antigo, mas a reflexão dele nos leva a saber quanta importância tem os clientes para o sucesso de um produto e/ou empresa.
Esron C Menezes


A história ou "causo", como está sendo batizada aqui no Brasil, começa quando o gerente da divisão de carros da Pontiac, da GM dos EUA, recebeu uma curiosa carta de reclamação de um cliente. Eis o que ele escreveu:

"Esta é a segunda vez que mando uma carta para vocês, e não os culpo por não me responder. Eu posso parecer louco, mas o fato é que nós temos uma tradição em nossa família, que é a de comer sorvete depois do jantar. Repetimos este hábito todas as noites, variando apenas o tipo do sorvete, e eu sou o encarregado de ir comprá-lo.

Recentemente comprei um novo Pontiac e desde então minhas idas à sorveteria se transformaram num problema. Sempre que eu compro sorvete de baunilha, quando volto da loja para casa, o carro não funciona . Se compro qualquer outro tipo de sorvete, o carro funciona normalmente.

Os senhores devem achar que eu estou realmente louco, mas não importa o quão tola possa parecer minha reclamação. O fato é que estou muito irritado com meu Pontiac modelo 99".

A carta gerou tantas piadas do pessoal da GM que o presidente da empresa acabou recebendo uma cópia da reclamação. Ele resolveu levar a sério e mandou um engenheiro conversar com o autor da carta.

O funcionário e o reclamante, um senhor bem-sucedido na vida e dono de vários carros, foram juntos à sorveteria no fatídico Pontiac.

O engenheiro sugeriu sabor baunilha para testar a reclamação e o carro efetivamente não funcionou. O funcionário da GM voltou nos dias seguintes, à mesma hora, e fez o mesmo trajeto, e só variou o sabor do sorvete. Mais uma vez, o carro só não pegava na volta, quando o sabor escolhido era baunilha.

O problema acabou virando uma obsessão para o engenheiro, que passou a fazer experiências diárias, anotando todos os detalhes possíveis, e depois de duas semanas chegou a primeira grande descoberta.

Quando escolhia baunilha, o comprador gastava menos tempo, porque este tipo de sorvete estava bem na frente. Examinando o carro, o engenheiro fez nova descoberta: como o tempo de compra era muito mais reduzido no caso da baunilha em comparação com o tempo dos outros sabores, o motor não chegava a esfriar. Com isso os vapores de combustível não se dissipavam, impedindo que a nova partida fosse instantânea.

A partir deste episódio, a Pontiac mudou o sistema de alimentação de combustível e introduziu a alteração em todos os modelos a partir da linha 99. Mais que isso, o autor da reclamação ganhou um carro novo, além da reforma do que não pegava com sorvete de baunilha.

A GM distribuiu também um memorando interno, exigindo que seus funcionários levem a sério até as reclamações mais estapafúrdias, " porque pode ser que uma grande inovação esteja por atrás de um sorvete de baunilha" diz a carta da GM.

Isso serve para as empresas nacionais que não tem o costume de dar atenção a seus clientes, tratando-os até mal. Com certeza esse consumidor americano comprará um outro Pontiac, porque qualidade não está dentro da empresa, está também no atendimento que despendemos aos nossos clientes."

Olhem como qualquer reclamação de um cliente pode levar a uma descoberta totalmente inesperada do seu produto. Parece coisa de louco, mas não é.

Esta é a moral de uma história que está circulando de boca em boca entre os principais especialistas norte-americanos em atendimento ao cliente.